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A VELHA TEORIA DO MEA CULPA

AuthorPostado por: Paulo Fernando    Category Em: Sem categoria     Tags

Jadson Nunes

É público e notório o imbróglio que a organização da Fliporto tenta dar nos cidadãos pernambucanos, alegando os princípios da boa fé e de moral nos investimentos já disponibilizados para o evento. A tentativa é justificar os investimentos e alta complexidade dos favorecimentos dados pelo Governo do Estado à sua realização, em comparação com a grandiosidade da Bienal do Livro de Pernambuco, que sequer recebeu um terço dos valores disponibilizados para a Fliporto, em uma edição que, pelo próprio nome, já diz que acontece de dois em dois anos, reconhecida mundialmente é de se assustar.

Além do caso de nepotismo nos cargos governamentais, agora há também caso similar em nossa política de fomento aos investimentos culturais?

Atenção Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), onde está a vossa atuação? Assim fica fácil demais assumir a velha teoria da Mea Culpa, no final de toda uma negociação – e depois de viabilizar todo o evento e captar patrocínio – devolver ao erário o que lhe cabe. Aparentemente, nos parece um empréstimo do dinheiro público, sem juros e correção. 

Os fins não justificam os meios. É preciso estar atento ao principio da boa fé.

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