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CRISE ECONÔMICA AFETA SETOR HOTELEIRO DE ALAGOAS

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Serviços     Tags

alA crise econômica vivida atualmente pelo Brasil tem afetado diversos setores, causando demissões e o fechamento de vagas. Na hotelaria alagoana, os reflexos desse momento têm sido grandes, com diminuição de investimentos e aumento dos custos, como água e energia.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Alagoas (ABIH-AL), Maurinho Vasconcelos, se os aumentos continuarem, as demissões em um dos setores que mais emprega em Alagoas poderão ocorrer. “O turismo não tem como ser mecanizado. É um mercado feito de pessoas, mas com a situação atual, os hotéis têm deixado de contratar e, no futuro, poderão ser feitos cortes na folha”, lamenta.

Para agravar a situação, no dia 25 de junho, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 863/15, que aumenta as alíquotas incidentes sobre a receita bruta de empresas de 56 setores da economia. O ajuste fiscal, com desoneração sobre a folha de pagamento da hotelaria, passará de 2% para 4,5%, entrando em vigor daqui a 90 dias após a publicação da futura lei. 

O presidente da Comissão de Turismo na Câmara, deputado Alex Manente, ainda solicitou o substitutivo do aumento para que ficasse em 3%, mas não houve aprovação.

Baixa ocupação – Como consequência da crise, os hotéis alagoanos se preparam para o mês de julho, época de alta temporada, mas que terá a menor ocupação dos últimos anos. De acordo com dados da ABIH-AL, a média de vendas em 2015 é de 46,14%. 

“Até maio, tivemos uma queda de 3,5% na ocupação e com a diária média no mesmo valor do ano anterior, sem reajuste. Em julho, teremos uma redução ainda maior, de 10%”, afirma Maurinho.

“O nosso estado já é penalizado com uma malha aérea restrita e com o custo do tiquete, que é um dos maiores do Nordeste. Em uma situação como essa, as pessoas cortam os seus supérfluos e as viagens ficam para o próximo ano”, explica o presidente da Associação.

Em julho de 2014, a ocupação ficou em 60,32%. Já em 2013, no mesmo mês, a média ficou acima, com ocupação de 79% e em alguns casos, como os empreendimentos 4 ou 5 estrelas, de 80%. 

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