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MUDANÇAS NAS ELEIÇÕES DE 2016, SÓ SE FOR DO CALENDÁRIO

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Artigos, Eleições 2016     Tags , , ,

Manoel Fernandes Larre – Jornalista

É uma falta de prudência e respeito, coisa descarada, de alguns vereadores olindenses que querem se perpetuar nos cargos. Esse tipo de procedimento vem de gerações para gerações, ai incluindo prefeitos e (ex) prefeitas que já assumiram cargo. Todos falam que o país precisa de mudanças, ouvir o grito das ruas; mas não largam o osso.

Tem vereadores, com até mais de seis mandatos, em plena campanha antecipada, nas barbas do TRE-PE. Escondem-se atrás de outdoors, faixas e outros artifícios, como por exemplo, a comemoração de aniversários com os eleitores. Se o eleitor mais atento for vasculhar e pesquisar esses anos todos de sinecuras, os aboletados nos cargos vão encontrar quase nada em beneficio do povo e das comunidades que se dizem representantes.

Eles (vereadores) só pensam neles e nos seus. E com o tempo, com o salário atual de R$ 13 mil e mais as gratificações e verbas de representação de gabinetes, chegam a ter um soldo mensal de aproximadamente R$ 60 mil, segundo um assessor parlamentar. Os nobres edis só se preocupam em acumular bens materiais, como carros novos, moradias caras, casas de veraneio, granjas, fazendas etc.

Por sua vez, o povo que pene para ao menos ser atendido com dignidade num posto médico de Olinda. A saúde pública municipal está na UTI há muito tempo. Faltam médicos, medicamentos e pessoas capacitadas para atender os enfermos.

Falando em mudanças, as velhas raposas de Olinda querem transformar a Câmara de Vereadores, a Casa de Bernardo Viera de Melo, num imenso sarcófago. Corre a boca miúda que o hoje deputado Professor Lupércio (SDD) já faz reuniões com as rotuladas e malfadadas lideranças comunitárias para apresentar a sua esposa à disputa de 2016, como candidata a vereadora de Olinda para, como ele mesmo se refere nas suas falas, ocupar o cargo que ele deixou para um desconhecido suplente.

O estreante na deputança já andou pisando na bola na Alepe e foi capitulado da Comissão de Educação por ter se escondido (faltado a três reuniões) para não votar a favor do aumento do professorado público do Estado.

Olinda parece que não vai mudar mesmo. Só se for com referência ao calendário eleitoral. É aquela coisa famigerada de pai para filho(a), de irmão para irmão(a), neto para neto (a). Isso é bão demais, diz o matuto.

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