“Seis contas minhas foram aprovadas, restou essa pendência apenas nas de 2002, que é referente ao percentual da Educação”, explicou. A ex-prefeita afirmou que o Ministério da Educação (MEC) não havia deixado claro, até 2005, quais itens estavam enquadrados na cota de 25% dos gastos públicos para o setor. “Até então, não tínhamos orientação. Para mim, isso é algo controverso, pois os técnicos não tinham definido os critérios”, declarou.

Cotada para concorrer novamente ao pleito majoritário no município, a comunista afirma que não há nada definido e ela garante que ainda não é pré-candidata. “O prefeito Renildo Calheiros (PCdoB) tem prerrogativa para escolher o sucessor”, complementou. Caso as contas dela sejam realmente desaprovadas pelo TCE-PE, Luciana Santos pode ficar inelegível.

Fonte: Blog da Folha