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AEDES AEGYPTI ATINGE TRABALHADOR E INTERFERE NA PRODUÇÃO INDUSTRIAL

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Serviços     Tags , ,

As doenças provocadas pelo mosquito AedeS aegypti (dengue, chikungunya e zika) estão impactando a indústria, setor responsável por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco. As doenças foram responsáveis por cerca de 15% da falta ao trabalho, o que acarretou prejuízo às empresas e à previdência, e provocou uma queda na produção para 42,3% das 144 indústrias que participaram da “Pesquisa Sondagem – Impactos do Aedes aegypti  na Indústria Pernambucana” realizada pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe). Quase 80% das indústrias consultadas tiveram funcionários afastados por causa das doenças.

A pesquisa foi divulgada na última sexta-feira (26) e usou a mesma metodologia utilizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) para fazer mapeamentos de expectativas. Foram entrevistados gestores de 144 indústrias – 75 delas situadas na Região Metropolitana do Recife (RMR) e 69 no interior. Das empresas consultadas, 52% estão na RMR, 27,8% no Agreste, 12,5% no Sertão do São Francisco e 7,6% no Sertão do Araripe. Do total de indústrias, 16,1% são micros, 33,6% pequenas, 39,2% médias e 11% grandes.

De acordo com a pesquisa, a queda da produção ocorreu em função da falta dos empregados ao trabalho, ocorrendo para 29,6% das indústrias consultadas na RMR. No Agreste, esse percentual chegou a 62,5% e as doenças provocadas pelo mosquito alteraram a rotina dos funcionários em 87,50% das indústrias consultadas. Lá, cerca de 20% das fábricas tiveram faltas ao trabalho superior a 50% do seu quadro laboral devido à epidemia. 

No Sertão do Araripe, 81,8% das empresas consultadas tiveram parte dos seus funcionários impactados pelas doenças, sendo atingidos mais de 50% dos trabalhadores para 18,2% das indústrias. A queda na produção foi indicada por 54,5% das empresas consultadas. A região menos impactada pelas arboviroses na indústria foi o Sertão do São Francisco. Naquela região, o afastamento do trabalho por causa das doenças foi percebido somente por 5,6% dos gestores das fábricas.

 

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