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PROCON-PE: PREÇOS DE PESCADOS VARIAM ATÉ 92,21%

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Serviços     Tags ,

PXA pesquisa dos produtos utilizados durante a Páscoa, realizada pelo Procon-PE, mostra que alguns preços caíram, a exemplo de crustáceos; outros se mantiveram, como alguns peixes, e outros subiram mais de 50%, como aconteceu com o azeite, em relação a 2015.

A pesquisa do Procon-PE é dividida em três partes onde são pesquisados peixes, crustáceos e produtos de mercearia. Dos 33 tipos de peixes pesquisados, o que apresentou o maior aumento foi o filé de merluza, que custava R$ 10,98 (o quilo) no ano passado e este ano a mesma quantidade é vendida a R$17,90. A tilápia e a cioba inteira mantiveram seus valores e o salmão teve uma queda de 9,13%.

Entre os crustáceos, os quilos do marisco e do sururu foram os que mais caíram. Ambos apresentaram uma queda de 13,33%. Em 2015, o quilo era comprado a R$ 15,00. Este ano pode ser adquirido por R$ 13,00.

Já a área de mercearia, onde são pesquisados azeites, leites de coco e vinhos, foi a que apresentou o maior aumento. O azeite galo subiu de R$10,90 para R$ 17,09, um aumento de 56,79%.

A pesquisa do Procon-PE também divulga os estabelecimentos onde podem ser encontrados os produtos mais baratos e mais caros. Entre os peixes, o que apresentou maior diferença percentual foi o Serra em posta. O valor mais barato encontrado foi R$ 14,90 e o mais caro R$ 28,64, uma diferença percentual de 92,21%.

No setor de crustáceos, o camarão cinza com cabeça é o produto que apresentou maior diferença de preços: o quilo mais barato pode ser levado por R$ 22,00 e o mais caro R$ 34,90, uma diferença de 58,64%. Já na área de mercearia o produto que apresentou maior disparidade de preços foi o leite de coco de 500ml. O valor mais barato encontrado pela equipe de fiscalização foi R$ 4,85 e o mais caro de R$ 7,75, uma diferença de 59,79%.

Este ano, o levantamento foi realizado em oito estabelecimentos do Recife e um de Olinda. Foram pesquisados no total 33 tipos de peixes, sete de crustáceos e 11 produtos de mercearia, totalizando 51 itens.  

As pesquisas e o comparativo em relação ao ano anterior estão na fanpage do órgão, uma forma de oferecer ao consumidor pernambucano um instrumento auxiliar para a determinação de compras mais racionais do ponto de vista do preço.

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