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FALANDO EM PROPINA…: É TUDO FARINHA DO MESMO SACO

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Política     Tags

farinhaOntem (27), em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, uma ex-funcionária da Odebrecht afirmou que o pagamento de propinas a agentes públicos é uma prática antiga na empreiteira.

Conceição Andrade trabalhou de 1979 a 1990 como secretária do Departamento Financeiro da Odebrecht. A ex-funcionária guardou uma lista com mais de 500 nomes de políticos, empresários e agentes públicos que teriam recebido propina da empreiteira nos anos 1980.

Planilhas apreendidas na semana passada pela Polícia Federal (PF) na casa de um ex-executivo da Odebrecht listam doações feitas pela empreiteira a mais de 200 políticos.

O juiz federal Sérgio Moro decide nesta segunda-feira (28), se as planilhas serão encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em despacho, Moro ressaltou, no entanto, que é prematura qualquer conclusão sobre a natureza dos pagamentos que fazem parte das planilhas.

Na lista guardada pela ex-funcionária Conceição Andrade, os políticos são identificados com apelidos, como “Almofadinha”, “Ceguinho”, “Sabiá”, “Mel”, “Whisky”, “Boca Mole”, “Gambá” e “Pequeno Suíno” entre outros.

A ex-funcionária disse ainda que era o próprio pessoal da empresa que escolhia os apelidos “de acordo com o momento, de acordo com a figura física de cada um deles. Mas eles faziam isso em tom de deboche”. A reportagem do Fantástico não divulgou os nomes das pessoas citadas nas listas guardadas pela ex-funcionária.

Conceição Andrade entregou a lista para o deputado federal Jorge Solla (PT) em setembro do ano passado. Os documentos foram levados para a CPI da Petrobras e para o Ministério da Justiça, que os encaminhou para a Polícia Federal. A PF, por sua vez, mandou os documentos para a Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros, no Paraná, por entender que seriam de interesse da Operação Lava Jato.

A PF informou ontem (27), que está analisando os documentos guardados pela ex-funcionária da Odebrecht. Caso seja comprovada a autenticidade, eles serão incorporados ao banco de dados da Lava Jato. Mas, mesmo se for comprovada a autenticidade, ninguém deve ser processado, pois os crimes já estariam prescritos.

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