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EM TEMPOS DE INTOLERÂNCIA RELIGIOSA, O QUE PROVA A HISTÓRIA DE DEUS?

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Eventos     Tags

Na última quinta-feira (07), estreou nos cinemas brasileiros o filme “Deus Não Está Morto 2”, inspirado na obra de mesmo nome, escrita por Rice Broocks. O longa americano, dirigido por Harold Cronck, traz uma história de perseguição ao direito à crença, após a professora cristã, vivida por Melissa Joan Hart – que fez sucesso como a protagonista da série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” – ser questionada sobre Jesus em sala de aula. A resposta dela inicia uma verdadeira perseguição ao direito à crença e um processo judicial que poderá lhe custar a fé e a própria carreira.

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O primeiro livro, intitulado Deus Não Está Morto, que deu origem ao grande sucesso homônimo no cinema, procurou explorar a ideia de que a fé real não é cega, mas (sim) se baseia em evidência. A obra, que teve 80 mil exemplares vendidos no Brasil, expôs este tema a partir da ciência, da filosofia, da história e da experiência pessoal do escritor.

Agora, a sequência “Deus Não Está Morto 2” traz argumentos em torno da evidência do Jesus histórico e procura mostrar que a fé cristã vai além de simplesmente declarar que Deus existe. Rice apresenta pensamentos reveladores sobre Cristo e como sua crucificação e ressurreição apontam para o fato de que ele é realmente o Deus encarnado.

“… Ele se tornou homem em Jesus Cristo, viveu entre nós e, definitivamente, sacrificou sua vida para pagar o preço dos pecados. Três dias após sua morte, ele ressuscitaria, provando que era o Filho de Deus, o Messias prometido e o Salvador do mundo (…) Se Cristo não tivesse ressuscitado, então o cristianismo seria completamente desacreditado e indigno de um instante sequer de consideração, ou como o apóstolo Paulo afirmou: “E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm…” (1 Coríntios 15:17).

Em dez capítulos, o autor revelará que Jesus foi verdadeiramente um Homem da história, que foi crucificado, morto, sepultado e depois ressuscitou dos mortos. Também irá criticar a ideia de que a vida dele estava enraizada na mitologia pagã, defender a realidade dos milagres de Jesus e ajudar os leitores a saberem como podem vir a conhecer Jesus pessoalmente e compreenderem os propósitos dele para a vida.

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