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VIOLÊNCIA ASSUSTA OLINDENSES DO SÍTIO HISTÓRICO

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Olinda     Tags , ,

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Preocupados com o clima de violência que paira no Sítio Histórico de Olinda, moradores da Cidade Patrimônio decidiram não cessar esforços para cobrar uma maior intervenção do poder público em ações para dificultar as investidas de criminosos. Após se reunir com a Polícia Militar (PMPE) e pedir reforço de policiamento, os residentes da Cidade Alta apostam, agora, na criação de pleitos para provocar o executivo municipal na deliberação de ações no âmbito urbanístico, tendo como principal ponto a requalificação da iluminação pública em pontos críticos do Sítio Histórico.

Representantes da Sociedade Olindense de Defesa da Cidade Alta (Sodeca) tentam agendar uma reunião com o prefeito Renildo Calheiros (PCdoB) para apresentar a pauta de reivindicação, que inclui mais três tópicos. Segundo o presidente da Sodeca, Alexandre Melo, há lugares que estão ermos devido à precariedade de iluminação e, a partir dessa deficiência, os assaltantes estão se aproveitando para agir contra os moradores. “Os olindenses decidiram não recuar e vão criar voz diante a insegurança que o Sítio Histórico sofre.

“Em apenas 60 dias, foram mais de 40 casas arrombadas. Isso deve ser tratado com urgência, pois a falta de iluminação facilita a investida de bandidos”, destacou Melo, acrescentando que uma lista de endereços com a problemática será repassada à Prefeitura. Entre os locais escolhidos estão as ruas da Boa Hora, Bertioga, 13 de Maio, Henrique Dias, da Bica dos Quatro Cantos, 10 de Novembro e a Escadaria da Ribeira. Segundo a Prefeitura de Olinda, a reunião será marcada conforme a agenda do gestor.

Arrombamentos – Diante das queixas de moradores da Cidade Alta, a Polícia Militar garantiu em reunião com representantes da Sodeca, na última semana, que vai reforçar o policiamento em três áreas consideradas pontos críticos. De acordo com a corporação, os trabalhos serão intensificados nas ruas da Palha (próximo à Sé) e da Bica dos Quatro Cantos, além da Avenida Joaquim Nabuco.

Na Travessa São Francisco, no bairro do Carmo, apontada por moradores como uma das mais perigosas, são muitos os relatos de quem não se sente mais seguro. A aposentada Dulce Acioli, 62 anos, tomou a decisão de colocar a sua casa à venda após o imóvel ser arrombado pela quarta vez. “Roubaram pares de sapatos e móveis. Tomei a decisão de sair da minha casa porque temo ser vítima de uma coisa pior”, lamentou.

Segundo o comandante da CIATur, major Alano Araújo, que coordena o efetivo de segurança no Sítio Histórico, os índices de ocorrências aumentaram no Varadouro no primeiro quadrimestre deste ano, mas tiveram redução nos bairros do Carmo e Amparo.

Fonte/Foto: Folhape

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