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BURACOS E ESGOTO A CÉU ABERTO TÊM ATRAPALHADO IR E VIR NA CIDADE ALTA DE OLINDA

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Sem categoria     Tags

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Foto: Folha de Pernambuco

Sítio Histórico dos atrativos turísticos, da paisagem única e dos buracos. Sim, as crateras nas ruas, que têm tirado a paciência de motoristas em outras partes de Olinda, também são um problema na área mais antiga da cidade. Em alguns trechos, seja pela ação do esgoto a céu aberto, seja pelo trânsito intenso, paralelepípedos estão se soltando e afundando. Moradores reclamam da espera por uma solução, que demora e se traduz em atrapalhos à mobilidade. Já a prefeitura alega que as fortes chuvas do mês passado afetaram alguns pontos e que os reparos dependem de cronogramas e intervenções específicos.

Na estreita rua do Amparo, no cruzamento com a rua Bica dos Quatro Cantos, condutores precisam se apertar contra a calçada para conseguir passar com os carros. O buraco está bem no meio da via. Mais adiante, na avenida Luiz Gomes, a água suja que não cessa aumenta ainda mais o perigo representado pela cratera, especialmente para pedestres. Os desníveis num trecho próximo dali, no entorno da Praça Dantas Barreto, já asfaltado, é outro exemplo da falta de cuidado. “Olinda é só buraco. Com esse caos, como é que fica nosso turismo? É constrangedor trazer alguém de fora até aqui para se deparar com isso”, critica o turismólogo Diego Donato, que mora, trabalha e percorre de automóvel a Cidade Alta.

O caso mais emblemático fica na Estrada do Bonsucesso. Desde o dia 6, a linha de ônibus que atende o bairro do Amparo não passa por lá devido à interdição da rua. Os trechos em que os paralelepípedos tinham problemas vêm recebendo reparos, só que a ação não está ocorrendo com a rapidez que a população deseja. Há entulhos aos montes.

Quem vive lá tem aindaoutra preocupação: a de que o tráfego intenso de veículos, quando a rua for reaberta, volte a causar a deterioração da pista. “É muito carro de fora passando aqui, principalmente de manhã. Essas ruas não têm estrutura para isso. Acho que de veria haver mais controle do acesso. Se não, não tem rua que fique inteira”, diz a aposentada Josefa Xavier, 85 anos, há mais de 40 vivendo no Sítio Histórico.

De acordo com a gestão municipal, restrições no acesso ao Sítio Histórico vêm sendo debatidas em meio ao Plano de Mobilidade de Olinda, com conclusão prevista para outubro. “Antes, chegamos a fazer um plano específico para aquela área e foi praticamente implantado. Tratou de mudanças em três ruas, foi aprovado pelos moradores e foi feito. Havia queixas quanto ao uso das ruas internas por quem queria escapar do trânsito do entorno, mas isso diminuiu”, garante a engenheira de trânsito da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito, Karla Leite. “O controle de acesso será sugerido nas reuniões. Agora, haverá a força da lei, a força do plano de mobilidade”, acrescenta.

Já o secretário de Serviços Públicos, Manoel Sátiro, credita as avarias nas ruas às chuvas. “As pessoas têm que se conscientizar de que não é asfalto, que se faz num dia e está pronto no outro. É paralelepípedo. E não se pode trocar por asfalto, até por questão de preservação e patrimônio. No caso da Estrada do Bonsucesso, são, no mínimo, 21 dias”, explica, prometendo soluções para os pontos de responsabilidade da prefeitura em até um mês. Já a Compesa informou que enviará equipes às demais ruas citadas para avaliar eventuais obstruções na rede de esgoto.

Fonte: Folha de Pernambuco

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