jun
26

SDS NÃO SE PRONUNCIA SOBRE ACUSAÇÃO DO SINPOL-PE

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Denuncias, Policial     Tags , ,

A Secretaria de Defesa Social (SDS) afirmou neste domingo (26) que não vai se pronunciar sobre a morte de Paulo Cesar de Barros Morato, alvo da operação Turbulência da Polícia Federal, em um motel de Olinda. Na noite de sábado (25), o Sindicato dos Policias nota-sinpolCivis de Pernambuco (Sinpol-PE) usou as redes sociais para denunciar irregularidades na investigação do crime.

O Sinpol-PE afirma que amanhã (27) irá pedir para o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) entrar no caso. O sindicato denuncia que houve obstrução dos trabalhos periciais na cena do crime. De acordo com a entidade, os agentes teriam sido impedidos de dar continuidade às análises e, ainda, induzidos a se retirar do local por orientação da Secretaria de Defesa Social (SDS).

A SDS, no entanto, rebate as acusações e alega tratar-se de um equívoco. De acordo com a gestora da Polícia Científica de Pernambuco, Sandra Santos, não haveria necessidade de uma segunda perícia. O entendimento é de que as coletas e a identificação necessárias já haviam sido realizadas.

A versão é rechaçada categoricamente pela liderança do Sinpol-PE. “Houve um cerceamento sim. Os companheiros foram ao local para trabalhos de papiloscopia, algo que ainda não havia sido feito. Tratava-se da coleta de impressões digitais, que poderiam identificar se houve outras pessoas na cena do crime. Alguém parecia ter o interesse em barrar que isso acontecesse”, acusou o presidente do sindicato, Áureo Cisneiros, sugerindo a falta de isenção e independência na apuração.

Procurada pela Folha de Pernambuco, a assessoria de comunicação da SDS informou que, até então, não estava autorizada a se manifestar sobre o assunto.

O advogado do motel Ti-ti-ti, Higínio Marinsalta, disse à Folha de Pernambuco neste domingo (26), que não há garantias sobre quanto tempo o quarto onde houve o crime permanecerá isolado. E disse que a empresa não vai se pronunciar sobre o assunto.

O episódio, alvo da polêmica, ocorreu na última quinta-feira (23), no Motel Ti-ti-ti, em Olinda. Foragido da Operação Turbulência, Morato era suspeito de ser o “testa de ferro” de uma organização criminosa suspeita de lavar dinheiro para financiar as campanhas do ex-governador Eduardo Campos, em 2010 e 2014.

Fonte: Folhape

Envie um comentário

Redes Sociais:

senai-dez

sesi-dez

Anuncio-gif OH

pernambucont


Olinda Hoje no Facebook:

Previsão do Tempo:

Favoritos

Categorias do Blog:

Mapa do Site:

Arquivos do Blog: