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POLÍTICOS NÃO SABEM COMO BANCAR CUSTOS DE CAMPANHA

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Eleições 2016     Tags

Catarina Alencastro e Isabel Braga

Os candidatos a prefeito e vereador nas eleições deste ano serão as cobaias de um novo modelo de financiamento, minguado sem as doações empresariais milionárias. O resultado é uma incógnita. A Operação Lava-RJato e a mudança na legislação provocaram um terremoto nas práticas eleitorais, obrigando a classe política a redefinir a metodologia de arrecadação das campanhas. Até agora, os partidos não sabem o que fazer.

As eleições, marcadas para outubro, batem à porta, e os preparativos ainda não começaram. Quem concorre este ano estima que os gastos vão cair pela metade, já que só restam como fontes de receitas o Fundo Partidário e as doações de pessoas físicas, sem tradição no Brasil.

A crença entre os que têm experiência em campanha é que, como os partidos não se prepararam para a nova realidade, os recursos do Fundo Partidário serão suficientes para bancar apenas as campanhas maiores, dos candidatos a prefeito com chance de vitória nas capitais e grandes cidades. Nas campanhas para vereador deverá prosperar o caixa dois.

— Este ano vai ser um Deus nos acuda. Fornecedores vão diminuir muito seus custos. Vereador vai ter que usar muito papel e voluntário na rua. As campanhas serão menores; o programa eleitoral, muito menor e mais contingenciado. O custo deve cair muito, para menos da metade em relação à última eleição municipal. Os candidatos terão que se adaptar — avalia o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Fonte: O Globo

 

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