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IZABEL URQUISA EXPLICA PORQUE PEDIU À JUSTIÇA SUSPENSÃO DE PUBLICAÇÃO DE PESQUISA DO PSB

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Eleições 2016     Tags , ,

“Pesquisa eleitoral quantitativa deve ser colhida de forma objetiva à opinião espontânea ou estimulada do eleitor, sem induzi-lo, nem direcioná-lo à escolha de qualquer candidato”.

belFoi com esse argumento que Izabel Urquiza, candidata à Prefeitura de Olinda pela coligação Mudança de Verdade (PSDB, PSL, PMN e DEM), conseguiu que a juíza da 10ª Zona Eleitoral de Olinda suspendesse a divulgação do resultado de uma pesquisa solicitada pelo candidato Antônio Campos (PSB).

“Questionar em quem o eleitor votaria espontaneamente, ou apresentá-lo a lista de candidatos e questioná-lo sobre qual a sua preferência dentre os que foram apresentados é o formato de uma pesquisa isenta”, explica o texto enviado à Imprensa.

Outros questionamentos muitas vezes são feitos para avaliar a importância de apoios relevantes, mas nunca para induzir o eleitor ou direcionar a sua resposta, especialmente, quando os resultados serão publicados por instituto independente, não podendo agir da forma que não seja isenta.

A pesquisa encomendada pelo candidato do PSB compromete a isenção das suas respostas e, via de consequência, o resultado a ser publicado, beneficiando diretamente o contratante da pesquisa, cria uma “ilusão” no eleitorado e nas mídias sociais, comprometendo o pleito que se aproxima. 

De acordo com a coordenação jurídica da coligação Mudança de Verdade, que analisou os questionários da pesquisa, a mesma “é totalmente tendencioso, vez que em resposta estimulada e única, expõe o nome dos demais candidatos em que aparecem “com apoio de…”, enquanto que, em relação ao candidato Antônio Campos, vê-se a expressão “irmão do ex-governador Eduardo Campos”, confirmando assim uma grave indução por parte de quem solicitou a pesquisa, buscando um resultado satisfatório para sua campanha”.

Ainda de acordo com o jurídico da coligação encabeçada por Izabel Urquisa, “não é necessário ser nenhum cientista político para verificar o claro direcionamento da pergunta em questão, visando um falso resultado”, uma vez que, para o candidato Antônio Campos, fez-se a relação dele não com partidos ou mesmo políticos que apoiam a sua candidatura – como foi feito em relação aos demais –, mas sim ressaltando o vínculo familiar que possui com o já falecido o ex-governador Eduardo Campos.

“Não restam dúvidas, por tudo que foi alegado, que a pesquisa não goza de isenção para publicação e da forma como tem sido publicada pode influenciar negativamente a opinião do eleitor em função da falta de isenção das perguntas, induzindo, principalmente o eleitor indeciso”, diz o texto enviado à Imprensa.

Também é fundamental destacar que a metodologia da pesquisa solicitada pelo socialista está em total desconformidade com as praticadas realizadas por outros institutos.

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