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NESSE CARNAVAL, FIQUE DE OLHO NAS COMIDAS DE RUA

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    Category Em: Carnaval     Tags ,

Escolher o lugar certo para repor as energias durante a folia de Momo não é tarefa das mais sim­ples. Por mais que a fome queira dominar a escolha, é pre­ciso ficar atento às opções oferecidas por ambulantes e até em alguns pontos fixos próximos às fes­­tas.

Os letreiros costumam anunciar salgados em geral, além de macaxeira, cachorro-quente e o mais fa­moso de todos, o espetinho de car­­ne. Isso para citar os mais comuns no período, mas a lista, que ainda inclui uma série de outros beliscos, precisa ser vista com atenção antes da primeira mordida. Você, folião, sabe exatamente o que observar?15-ideias-para-decoracao-de-carnaval-10

Segundo a gerente da Vigilância Sanitária do Recife, Daniele Feitosa, é importante avaliar em quais condições o alimento está exposto. “Coxinha e batata frita, por exemplo, precisam estar sempre aquecidas. Já o espetinho tem que ser industrial e não com a carne preparada de forma caseira. Sendo assim, o comerciante não pode fazer o espeto e deixá-lo na espera do primeiro cliente. Ele precisa estar refrigerado até a hora do pedido”, diz.

Feita a escolha, é bom procurar características que fujam do padrão do alimento, seja por uma aparência duvidosa, um cheiro ruim ou mesmo coloração estranha. Para ajudar nessa identificação, bolos caseiros precisam anunciar data de fabricação e prazo de validade. Na mesa, um vilão de todas as horas é a bisnaga de molhos como maionese e catchup, quando o correto é oferecer apenas sachês de consumo individual.

Antes mesmo de ir à venda, o produto deve ser manuseado com uma série de cuidados que podem ser notados pelo cliente. “Olhe se o vendedor utiliza touca e luva na hora do manejo. Ao pedir comidas com frutas e verduras, verifique se elas já estão cortadas e devidamente alojadas, porque nossa recomendação é que cheguem às barracas partidas e prontas para a montagem”, reforça Daniele.

Na hora de consumir, nada de copos ou pratos de vidro, apenas plásticos vão à mesa. Ainda sobre os bastidores, vale a prática da lei estadual de 2016, que proíbe o comércio de gelo sem selo de qualidade. “Também estaremos fiscalizando essa parte, difícil de ser identificada ao olhar comum”, conclui a gerente da Vigilância Sanitária.

Fonte: Folha PE

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