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MINISTÉRIO DA SAÚDE AMPLIA PÚBLICO-ALVO DE SEIS VACINAS

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Saúde     Tags ,

VACINAO Ministério da Saúde anunciou mudanças no Calendário Nacional de Vacinação. As alterações, já válidas em todos os postos de saúde, ampliam o público-alvo de seis vacinas: tríplice viral, tetra viral, dTpa adulto, HPV, meningocócica C e hepatite A.

O objetivo é aumentar a proteção de crianças e adultos e diminuir a incidência de algumas doenças no país, como caxumba e coqueluche.

Para as crianças, as mudanças ocorrem nas vacinas contra hepatite A e a tetra viral, que protegem contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela. Em ambos os casos, as vacinas passam a ser disponibilizadas para crianças com 15 meses a até cinco anos. Antes, a idade máxima era de até dois anos.

O novo calendário também estende a vacinação indicada para adolescentes e adultos. É o caso das vacinas contra o HPV e meningite C, que passam a ter o público-alvo ampliado entre os mais jovens. Antes, a vacina contra o HPV era indicada apenas para meninas de nove a 13 anos. Desde o início deste ano, no entanto, a imunização está disponível também para meninos de 12 e 13 anos e meninas de até 14 anos.

Também passam a receber a vacina homens e mulheres com baixa imunidade (como transplantados e pacientes oncológicos) e homens vivendo com HIV e Aids entre nove e 26 anos. Até então, a vacina era indicada apenas para mulheres com HIV e Aids. A alteração visa aumentar a proteção de pessoas cujo sistema imunológico é mais suscetível a problemas graves.

Para os adultos, o Ministério da Saúde altera a faixa etária recomendada para oferta de duas vacinas: dTpa, que protege contra difteria, tétano e coqueluche; e a tríplice viral, indicada contra sarampo, caxumba e rubéola. Assim como ocorre para as crianças, não há a inclusão de doses extras, mas sim ampliação no momento indicado para oferta das doses.

Antes recomendada para grávidas entre a 27ª e 36ª semana de gestação, a dTpa passa a ser ofertada mais cedo e por um período mais longo: a partir da 20ª semana ou no puerpério, ou seja, até 45 dias após o parto. O objetivo é aumentar a proteção dos bebês e mães contra coqueluche, cujos casos vêm crescendo no país.

O esquema vacinal para adultos também muda em relação à tríplice viral. A vacina era ofertada em duas doses, uma na infância e outra até os 19 anos, ou em uma dose de 20 a 49 anos. Agora haverá a oferta desta segunda dose até os 29 anos ou de uma só dose de 30 a 49 anos. A mudança ocorre devido à ocorrência de novos surtos de caxumba em 2016 e à necessidade de manter o país livre de outras doenças, como o sarampo.

Fonte: Folhapress

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