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Armando classifica como “política perversa” obras paradas no Estado

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Política     Tags , ,

Armando Neto
 
O senador Armando Monteiro (PTB-PE) criticou, esta semana, no Senado, o Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife por obras paralisadas no valor de R$ 5,3 bilhões, dos quais R$ 1,7 bilhão já foi pago. Em discurso no plenário, o petebista ressaltou que a falta de prioridade para a conclusão de obras inacabadas, referentes a 911 contratos, representa “uma política perversa, que combina desperdícios de recursos públicos e subtração de benefícios à população”. 

Citando dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), Armando informou que existem obras paradas em vários setores, de infraestrutura à área de saúde, passando pela segurança pública e mobilidade urbana. O TCE-PE constatou, segundo o senador, que em relação a 2013, houve um aumento de mais de sete vezes no valor dos contratos de obras inacabadas. Entre estes contratos, 54 estão parados desde 2013 e 297 continuam no mesmo patamar desde 2014, acrescentou.

Armando Monteiro listou obras paralisadas levantadas pelo TCE-PE em diversas áreas. Entre elas estão a Barragem Serro Azul, em Palmares; a parceria público-privada (PPP) do saneamento para a Região Metropolitana do Recife; a cadeia de Araçoiaba, a reforma do complexo prisional do Curado, o fracasso da PPP do presídio de Itaquitinga e a obra de navegabilidade do rio Capibaribe.

Ele mencionou também a demora da conclusão do ramal da Cidade da Copa, em São Lourenço da Mata; a duplicação da rodovia BR-104, os atrasos na construção dos hospitais Mestre Dominguinhos (Garanhuns) e São Sebastião (Caruaru), a reforma e ampliação do Hospital do Câncer (Recife), além de várias Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no interior.

“Uma obra paralisada gera muito mais prejuízo do que apenas aquele representado pelos recursos até então inutilmente nela empregados. Se traduz em ineficiência na aplicação do dinheiro público e em descrédito com o contribuinte e a população em geral”, ressaltou o senador pernambucano. Na sua visão, “o principal ônus é a ausência de benefícios não auferidos pela população, em função do atraso e da não conclusão de empreendimentos públicos”. 

Foto: Divulgação

 

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