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ANS abre consulta para inclusão de medicamento para esclerose múltipla

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Saúde     Tags , ,

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançou consulta pública (CP) para a inclusão no seu Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, uma terapia imunobiológica para o tratamento da esclerose múltipla (EM). Este é o primeiro medicamento para a doença a ser disponibilizado pela ANS.

“Precisamos participar ativamente desta consulta pública. Por meio dela, podemos expor nossa visão sobre os tratamentos e contribuir para a compreensão da doença”, afirma o presidente e fundador da Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME), Gustavo San Martin. A ANS disponibiliza a Consulta Pública 61 no seu site, até o dia 26 de julho.

O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde é a garantia dos direitos assistenciais dos beneficiários dos planos de saúde. Composto por uma série de procedimentos indispensáveis ao diagnóstico e tratamento de doenças, é revisado a cada dois anos. As sugestões e natalizucomentários poderão ser feitos por meio do formulário específico disponível na página da Consulta Pública n° 61 – RN do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, no site da ANS.

O medicamento a ser incorporado é indicado como terapia no tratamento da esclerose múltipla recorrente-remitente (EMRR), para prevenir surtos e retardar a progressão da incapacidade nos pacientes com doença altamente ativa, independentemente do uso prévio de outras terapias. O natalizumabe (foto) está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), como opção de tratamento para esclerose múltipla.

“Essa inclusão é muito importante, tanto pela perspectiva do acesso à tecnologia, quanto para a disponibilidade da ANS em avaliar a inclusão da Esclerose Múltipla no Rol. Desconsiderar a necessidade do melhor tratamento, no momento oportuno, é estimular a judicialização e contribuir para que a ‘EM’ siga sendo a doença neurológica que mais aposenta adultos jovens no país”, afirma Gustavo San Martin.

Segundo a AME, a rede privada atende a maioria dos pacientes (52%), mas os medicamentos – de alto custo – são na sua maioria fornecidos pelo SUS, que segue os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Esclerose Múltipla.

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