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PAC das Cidades Históricas não trouxe mudanças para Olinda

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Olinda     Tags

Mesmo após dez anos de sua instalação, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas ainda não mudou muito a cara de Olinda. O Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, direcionou R$ 62 milhões para requalificar os 14 espaços e edifícios públicos escolhidos da cidade. Porém, até então, nenhuma igreja, largo, praça ou monumento tombado foi restaurado. Muito menos, realizada a implementação do Centro de Memória, como se pretendia. O Assunto foi abordado na manhã dessa sexta-feira em audiência pública na Câmara de Vereadores de Olinda

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Ao todo, 44 cidades de 20 estados foram contemplados pelo PAC. Foram cerca de R$ 1,6 bilhões destinados e R$ 300 mil em crédito para financiamentos de imóveis privados em cidades tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Para ter a liberação do recurso, as prefeituras tiveram que enviar seus projetos de melhoramentos das suas estruturas históricas. Em Olinda, segundo o secretário de Patrimônio e Cultura, Gilberto Sobral, somente dois projetos ainda precisam de aprovação.

Entre os 14 locais, está o Mosteiro de São Bento, o Fortim de São Francisco, a Igreja de São Pedro, o Cine Teatro Duarte Coelho, a Igreja do Bonfim, o Casarão Hermann Lundgren, o Largo do Amparo e São João. Do total, o projeto do Casarão e da Igreja de São Pedro faltam aceitação e os únicos que estão próximos de serem entregues é a Igreja do Bonfim e o Adro do Convento Franciscano. Esses últimos, de acordo com o secretário Sobral, devem ser entregues ainda neste ano.

Para que o processo ande, o secretário Sobral explicou que só depende da estabilidade na conjuntura política do País e da burocracia dos documentos. “Aguardamos que as contenções econômicas cessem e dêem condições de trabalho para os governos locais”, pontuou. Na audiência pública que discutiu esta temática, ontem, na Câmara Municipal, o vereador Vlademir Labanca reclamou da demora e falta de resultados. 

“Para se ter noção, desde 2002, já foram gastos mais de R$ 5 milhões no Cine Olinda. Além de um descaso, é irresponsabilidade com o dinheiro público. Espero que as obras terminem de fato e os espaços sejam auto sustentáveis”, declarou Labanca no plenário da Câmara.

Fonte: Diário de Pernambuco

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