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Árabes e africanos buscam negócios e parcerias em Pernambuco

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    Category Em: Economia     Tags ,

Uma missão comercial com representantes de 24 países árabes e africanos desembarca no Recife (PE) na próxima quarta-feira (18) em busca de parceiros comerciais brasileiros. A comitiva fica até a sexta-feira (20) na capital pernambucana e tem na sua programação reuniões com autoridades, visitas técnicas e rodadas de negócios com empresários locais. A missão é organizada pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, pelo Itamaraty e Governo de Pernambuco.

Às 10h da quinta-feira (19), a missão terá uma audiência, no Palácio do Campo das Princesas, com o governador Paulo Câmara e com o prefeito do Recife, Geraldo Júlio. Na sequência, a comitiva fará uma visita ao C.e.s.a.r., um instituto privado de inovação tecnológica, e ao Porto Digital, iniciativa do Governo do Estado para o desenvolvimento de novas tecnologias de informação e comunicação (TICs).

A tarde estará reservada para rodadas de negócios (matchmakings) com potenciais parceiros brasileiros previamente identificados pela Câmara Árabe. “O objetivo é iniciar um diálogo sobre interesses comuns que pode resultar em negócios para os dois lados e mais intercâmbio comercial entre o Brasil e as nações da missão”, explica o presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun.

Na sexta-feira (20), a missão fará uma visita ao Complexo Industrial Portuário de Suape, que conta com mais de 100 empresas instaladas em polos de desenvolvimentos nos arredores do porto, entre elas a Refinaria Abreu e Lima, a Petroquímica Suape, os estaleiros Atlântico Sul e Vard Promar; a Mossi & Ghisolfi, a Bunge, Moinho Alimentos, as empresas do setor eólico GRI Towers, GRI Flanges e LM Wind Power; além da Termopernambuco e Suape Energia. O complexo gera mais de 20 mil empregos diretos e já recebeu R$ 50 bilhões em investimentos.

A corrente de comércio entre Pernambuco e os países árabes foi de US$ 449,5 milhões no ano de 2016. No ano passado, as exportações do Estado aos árabes registraram um salto de 88,96% em comparação com 2015 e totalizaram US$ 88,2 milhões. A pauta de exportações era composta de produtos como açúcar, combustíveis, frutas, peixes e calçados. Dos árabes, os pernambucanos compraram principalmente combustíveis, químicos, plásticos, fertilizantes e chumbo.

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