maio
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ABAIXO A HOMOFOBIA

AuthorPostado por: Paulo Fernando    Category Em: Olinda     Tags

Amanhã (17), as organizações de luta pelos direitos dos homossexuais iniciam uma semana de mobilizações contra a discriminação contra gays e lésbicas.
A partir das 9h deste domingo (17), em frente ao antigo Hotel Savaroni, o grupo Leões do Norte promove uma manifestação na orla de Boa Viagem (Recife). Serão distribuídos de panfletos e fitas pretas em sinal de protesto pelo assassinato de 29 homossexuais durante o ano de 2008, em Pernambuco. Os mortos serão lembrados com a colocação de cruzes de madeira na praia.
O 17 de maio foi escolhido para marcar o dia de luta contra a homofobia por ter sido nesta data, há exatos 17 anos, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de ‘doenças’ e ‘problemas’ relacionados com a saúde. A data serviu de marco para a instituição do Dia Internacional de Combate à Homofobia.
Apesar da ‘quase’ maioridade (17 anos) da decisão da OMS, gays, lésbicas, bissexuais e transexuais (GLBT) continuam sendo discriminados e sem ter conseguido conquistar o reconhecimento da sociedade como sendo cidadãos, de iguais direitos e deveres.
G.L.B.T. são cidadãos e merecem respeito!

2 Comentários to “ABAIXO A HOMOFOBIA”

  • Anonymous 28 de maio de 2009 às 23:37

    Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia
    Kathleen Gilbert

    EDIMBURGO, Escócia, 11 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — O diretor de um grupo homossexual de jovens e outro ativista de “direitos” homossexuais foram declarados culpados, junto com seis outros homens, de fazerem parte de uma grande rede de pedofilia na Escócia.

    No que a polícia está chamando de a maior rede de abuso sexual de crianças descoberta na história do país, um júri do Supremo Tribunal de Edimburgo levou várias horas para dar sentenças em 54 acusações separadas, inclusive ataques sexuais a crianças, conspiração para abusar de crianças e posse e distribuição de pornografia infantil.

    Os dois homens identificados pela polícia como os cabeças da rede de pedofilia, os residentes de Edimburgo James Rennie e Neil Strachan, foram declarados culpados de atacar crianças e, junto com três outros, de conspirar para abusar de crianças.

    O júri do Supremo Tribunal de Edimburgo declarou na semana passada que Rennie, de 38 anos e que era diretor do grupo Juventude Escocesa LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), é culpado de iniciar o abuso de um menino quando ele tinha 3 meses, prosseguindo no abuso durante um período de quatro anos. Depois de ser preso no ano passado, Rennie demitiu-se de sua posição no Juventude Escocesa LGBT.

    Neil Strachan, de 41 anos, ex-secretário de um clube de meninos celtas e batalhador de questões homossexuais, foi acusado de tentar abusar de um menino de 18 meses e atacar um menino de 6 anos. Acabou sendo descoberto que Strachan havia sido condenado no passado por crimes de abuso contra crianças: em 1997 Stratchan foi sentenciado a três anos de cadeia por abusar de um menino de 5 anos num período de dois anos.

    A investigação policial, conhecida como Operação Álgebra, começou depois que imagens de pornografia infantil foram encontradas no equipamento de computador de trabalho passando por consertos.

    Rennie e Strachan estão enfrentando uma pena máxima de vida na cadeia quando forem sentenciados em 29 de julho. Os outros seis enfrentam uma variedade de sentenças menores em 11 de junho.

    A polícia diz que a rede de pedofilia tinha contatos no mundo inteiro, e embora a polícia dissesse que outras prisões foram efetuadas a partir da descoberta original, provavelmente será difícil descobrir uma grande parte dos envolvidos.

    “Seria tolice dizer que pegamos todos”, o detetive Allan Jones disse para a BBC.

    Os outros homens acusados são o funcionário bancário Ross Webber, 27; o gerente de padaria Neil Campbell, 46; o funcionário de seguradora Craig Boath, 24; o funcionário público John Milligan, 40; e o recepcionista de sauna gay John Murphy, 44.

  • Anonymous 28 de maio de 2009 às 23:37

    Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia
    Kathleen Gilbert

    EDIMBURGO, Escócia, 11 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — O diretor de um grupo homossexual de jovens e outro ativista de “direitos” homossexuais foram declarados culpados, junto com seis outros homens, de fazerem parte de uma grande rede de pedofilia na Escócia.

    No que a polícia está chamando de a maior rede de abuso sexual de crianças descoberta na história do país, um júri do Supremo Tribunal de Edimburgo levou várias horas para dar sentenças em 54 acusações separadas, inclusive ataques sexuais a crianças, conspiração para abusar de crianças e posse e distribuição de pornografia infantil.

    Os dois homens identificados pela polícia como os cabeças da rede de pedofilia, os residentes de Edimburgo James Rennie e Neil Strachan, foram declarados culpados de atacar crianças e, junto com três outros, de conspirar para abusar de crianças.

    O júri do Supremo Tribunal de Edimburgo declarou na semana passada que Rennie, de 38 anos e que era diretor do grupo Juventude Escocesa LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), é culpado de iniciar o abuso de um menino quando ele tinha 3 meses, prosseguindo no abuso durante um período de quatro anos. Depois de ser preso no ano passado, Rennie demitiu-se de sua posição no Juventude Escocesa LGBT.

    Neil Strachan, de 41 anos, ex-secretário de um clube de meninos celtas e batalhador de questões homossexuais, foi acusado de tentar abusar de um menino de 18 meses e atacar um menino de 6 anos. Acabou sendo descoberto que Strachan havia sido condenado no passado por crimes de abuso contra crianças: em 1997 Stratchan foi sentenciado a três anos de cadeia por abusar de um menino de 5 anos num período de dois anos.

    A investigação policial, conhecida como Operação Álgebra, começou depois que imagens de pornografia infantil foram encontradas no equipamento de computador de trabalho passando por consertos.

    Rennie e Strachan estão enfrentando uma pena máxima de vida na cadeia quando forem sentenciados em 29 de julho. Os outros seis enfrentam uma variedade de sentenças menores em 11 de junho.

    A polícia diz que a rede de pedofilia tinha contatos no mundo inteiro, e embora a polícia dissesse que outras prisões foram efetuadas a partir da descoberta original, provavelmente será difícil descobrir uma grande parte dos envolvidos.

    “Seria tolice dizer que pegamos todos”, o detetive Allan Jones disse para a BBC.

    Os outros homens acusados são o funcionário bancário Ross Webber, 27; o gerente de padaria Neil Campbell, 46; o funcionário de seguradora Craig Boath, 24; o funcionário público John Milligan, 40; e o recepcionista de sauna gay John Murphy, 44.

  • Anonymous 28 de maio de 2009 às 23:39

    é engraçado o que os homossexuais querem.Que é uma lei para o respeito deles,mas porque não botar uma leita para respeitar os cristões que são constantemente ofendidos pelos homossexuais.

  • Anonymous 28 de maio de 2009 às 23:39

    é engraçado o que os homossexuais querem.Que é uma lei para o respeito deles,mas porque não botar uma leita para respeitar os cristões que são constantemente ofendidos pelos homossexuais.

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