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APESAR DAS RESTRIÇÕES, PREÇO DO NONI É SALGADO

AuthorPostado por: Paulo Fernando    Category Em: Sem categoria     Tags


Na área comercial do bairro de Ouro Preto, em Olinda, o quilo do noni, fruto originário do sudoeste asiático e tido como a solução para diversas doenças, é relativamente barato, segundo os consumidores: sai por R$ 12. Há também outros locais onde o noni pode ser achado: nos mercados públicos de São José, no Recife, e de Cavaleiro, em Jaboatão dos Guararapes. Mas o preço é bem mais salgado.

Na verdade, na maioria dos mercados públicos e feiras livres da Região Metropolitana, o preço do noni não é nada convidativo. No Mercado de São José é possível encontrar o quilo da fruta por R$ 15. Uma unidade é vendida por R$ 2. “Eu vendia (o noni) muito bem há um tempo, mas hoje em dia a procura caiu bastante. Todo mundo está plantando em casa”, reclama o comerciante Rivaldo Souza, responsável por uma barraca de frutas naquele mercado. No local, ainda dá para encontrar, abertamente, vitaminas e extratos de noni, cujo a venda é proibida (. O preço é mais acessível do que o da fruta: uma garrafa com 500 ml sai por R$ 10.
Danos ao organismo  De acordo com a Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa), os estudos científicos sobre o suco de noni realizados até o momento revelam alguns casos de danos ao fígado e aos rins, associados ao consumo do produto. 

Como se trata de uma fruta que não tem histórico de uso no Brasil, o órgão proíbe a comercialização de qualquer alimento que contenha noni.

Um informe técnico publicado pela Anvisa em 2001, afirma que a avaliação da segurança referente ao consumo de noni deve ser baseada em critérios rígidos. “É notória, ainda, a falta de estudos sistemáticos avaliando o suco de noni em humanos nos países onde o produto é comercializado”, diz o documento.

Ainda de acordo com a Anvisa, a fiscalização é de responsabilidade dos órgãos estaduais e municipais competentes. As multas por infração sanitária no Brasil variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão. O valor é determinado por quem fiscaliza e varia de acordo com cada ocasião.

O gerente-geral da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), Jaime Brito, disse não poder fazer nada quanto ao fato de as pessoas produzirem o suco de noni em casa, de forma artesanal, mas afirmou que a fiscalização na rua será reforçada. “Nós já havíamos dado informações à população sobre a proibição da venda desses produtos (extratos, vitaminas, sucos). A partir de agora, vamos intensificar a fiscalização para impedir que estabelecimentos sigam comercializando material proibido”, afirmou.

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