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17

Transformação Digital no setor de call center: o início de uma nova era

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags

call center

Andrés Enrique Rueda Garcia* 

Um dos segmentos da economia em que a tecnologia promove mais mudanças é, certamente, o setor de call center. Fatores como comunicação em diversas plataformas, novos produtos e serviços, integração com chats, redes sociais e o avanço da Inteligência Artificial têm mudado permanentemente a experiência do cliente. Tais disrupturas demonstram a preferência dos consumidores pela automatização do atendimento devido às possibilidades destes usuários exercerem maior protagonismo na resolução das suas demandas, além de proporcionar maior conectividade e menor interação humana neste processo.

Um desafio compreendido para muitas empresas do segmento, a inovação tecnológica tem permitido maior sinergia e engajamento das companhias com o seu público-alvo. Esta constatação é confirmada num estudo recente da E-Consulting Corp., que apontou que 92% das operações já disponibilizam o atendimento via redes sociais. Realizado com mais de 600 operações de call centers brasileiras, o levantamento confirma que os meios digitais são os maiores impulsionadores do setor.

Em cinco anos, o atendimento em redes sociais cresceu 27,78%. Tal dado sinaliza que não se trata mais de uma tendência, mas sim de uma realidade a ser adequada pelas empresas. Ao passo que os números crescem positivamente, aumentam no mercado indagações do tipo:

  • – Como as mudanças impactarão na estrutura dos call centers?
  • – Os robôs passarão a substituir a atividade humana?
  • – Qual o futuro da atividade? 

Antes de tratar estas questões é preciso retratar alguns dados. O setor é reconhecidamente um dos maiores empregadores no cenário nacional. Em 10 anos, cresceu aproximadamente 244% em contratação de mão-de-obra. A expectativa é encerrar 2017 com cerca de 1.539 milhão de pessoas empregadas pelo segmento. Porta de entrada de jovens no mercado de trabalho, o setor aposta na diversidade e, diferente de outras áreas, absorve profissionais com pouca ou sem qualificação anterior para oferecer treinamento e desenvolvimento das aptidões necessárias ao exercício da função.

É certo que as mudanças em curso com a priorização da tecnologia reflete na perspectiva de uma diminuição da representatividade dos Serviços de Atendimento ao Cliente (SAC) para a imposição de um modelo com foco no digital, e que isso gere maior valor agregado na gestão do relacionamento com o cliente, impactando em canais como atendimento em redes sociais, chat, trade, B2B, Supplychain e BPO (terceirização de processos de negócio) dentre outros com maior potencial de retorno nos próximos anos.

Com isso, o profissional do futuro deverá ter competências analíticas e a capacidade de gerir relacionamento com amplo entendimento das necessidades e expectativas do cliente. No caso das empresas, fica a busca constante em um cenário bastante competitivo de migração de um modelo de postos de atendimento (PA´s) para uma convergência multiplataforma, que considere a gestão do relacionamento e não do contato, dividindo metas e realizando a gestão de riscos com seus contratantes.

A partir das novas possibilidades tecnológicas e de integração total (qualquer canal, com qualquer informação em qualquer lugar) é possível sugerir até uma mudança de nomenclatura do setor, passando de Contact Center para Contact Solution ou Contact Services, em que todas as informações estratégicas estarão reunidas e integradas com ferramentas de relacionamento necessárias e canais eficientes disponíveis para contato direto com o consumidor final.

*Presidente do Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos (Sintelmark)

out
13

Hoje é sexta-feira 13

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags

sexta-feira

Alexandre Acioli

Enfim, hoje é sexta-feira. Sexta-feira 13! Os supersticiosos têm certeza que é dia de azar e por isso é preciso muita atenção e precaução redobrada.

A crença de que a Sexta-feira 13 é dia de azar, é antiga. Hesíodo (Século VII a.C) registrou no seu livro “Os trabalhos e os dias” a recomendação de não se plantar no 13º dia.

Na numerologia o 13 é tido como um número irregular, sinal de infortúnio. No Tarô, a carta 13 representa a morte. 

A fama de dia agourento tem fundamento em antigas lendas cultivadas na Idade Média, do outro lado do Oceano Atlântico. Atribuíam a data às bruxas. Na sexta-feira, dia 13, essas personagens estariam soltas e trazendo má sorte aos mortais. Uma lenda da mitologia nórdica conta que Friga, a “Deusa do Amor e da Beleza” foi transformada em bruxa quando as tribos escandinavas se converteram ao Cristianismo. A partir de então, Friga, juntamente com o demônio e outras 11 bruxas, passou a se reunir às sextas-feiras para infernizar a vida da população.

Antigos cristãos também faziam menção à data, baseados em dois relatos bíblicos: a última Ceia do Senhor Jesus, onde haviam 13 pessoas, e a crucificação de Cristo, ocorrida numa sexta-feira. Há também o registro da prisão, tortura e execução dos membros da Ordem dos Cavaleiros Templários (Cavaleiros de Cristo), numa sexta-feira, 13 de outubro de 1307, na França, acusados de heresia.

Superstição – Mas, deixando a crendice de lado…  Quem tem medo deste dia? Afinal, o que tem de mau o dia 13, especialmente se ocorrer numa sexta-feira? Talvez, tudo não passe de superstição.

Segundo a Astrologia, a sexta-feira é o dia regido por Vênus, o planeta do amor, da beleza, do entretenimento e da harmonia. Para os místicos o 13 está associado à evolução de todo ser.

Então, não há porque temer a Sexta-feira 13! É um dia como outro qualquer; de obrigações, compromissos, afazeres e prazeres. Se os esotéricos dizem que o número 13 sugere a morte, ótimo! Morte significa o fim de um ciclo e o início de um novo período na nossa evolução cíclica.

Siga em frente, acredite que este é apenas mais um dia na sua vida. É preferível não considerar este como um dia de infortúnios. O azar, creia, está ligado à falta de fé.

Inteligentes como somos, não devemos determinar um dia/data para culpar pelos nossos fracassos. Os fracassos são, na maioria das vezes, resultado da nossa própria falta de atenção, de planejamento, preparo, cuidado e esforço.

Então, desejamos a todos uma excelente sexta-feira… com 13 motivos para ter sucesso e ser feliz.

out
12

Pior do que se imagina

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

*Armando Monteiro – Senador PTB-PE

Pesquisa realizada anualmente, desde 2011, pelo Centro de Liderança Política, em parceria com a consultoria Tendências e a revista The Economist, revela que Pernambuco perde posição no cenário nacional. No ranking de competitividade e de condições de vida dos Estados, caiu do 13º para o 18º lugar, em relação a 2016.

É a segunda pior performance em termos relativos, perdendo apenas para o Amapá, que caiu dez posições. Foi ultrapassado, no Nordeste, por Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

A pesquisa avalia dez indicadores. Estamos no final da fila em vários deles.

Em segurança pública, Pernambuco teve nota zero, ficando na última e vergonhosa posição do ranking. Foi o 23º em mobilidade urbana, 18º na qualidade de rodovias e 19º na proporção de domicílios com acesso a água encanada.

Em sustentabilidade social, ficou atrás do Ceará, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe, ocupando a 19ª posição. E mesmo com os avanços registrados no ensino médio, o Estado ainda ocupa os 16º e 17º lugares nas avaliações do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa).

Registro esses números com pesar porque o povo pernambucano dá exemplos, cotidianamente, de tenacidade, empreendedorismo e capacidade de trabalho, em especial numa conjuntura adversa. 

O Governo do Estado, ao contrário, não faz a sua parte. Patrocina uma campanha publicitária massiva em que falseia a realidade. Culpar a crise econômica do País, tentando transferir responsabilidades, e apresentar como conquista o pagamento em dia do funcionalismo não convencem.

A crise é madrasta para todos. E pagar as contas pontualmente é obrigação que apenas dois dos 27 Estados da Federação não conseguem cumprir.

A raiz do retrocesso verificado nos últimos anos, portanto, está na gestão do Estado – sem foco, ineficaz, lenta, insossa. É essencial dar novo rumo a Pernambuco.

out
2

“Informalidade” ou passar fome? A decisão está na sua atitude

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

Mohamed Gorayeb – especialista em vendas e atendimento

Certo dia estava assistindo a um telejornal e me deparei com uma notícia sobre desemprego, em que recentes pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontavam que mais de 13 milhões de pessoas, ou seja, uma quantidade maior do que o número de pessoas que moram no Estado de São Paulo, estão fora do mercado de trabalho.

O mesmo estudo traz um dado positivo. A taxa de desemprego, desde o começo de 2016 apresentou uma queda, desde o ponto mais alto, 13,7%, no primeiro trimestre, para os atuais 12,8%. Entretanto, a frase “melhora que vem mais na quantidade do que na qualidade, porque o crescimento é principalmente das pessoas que trabalham por conta própria ou na informalidade”, me tocou profundamente, e de forma negativa.

Porque trabalhar desta forma é visto com tanta descriminação? Eu comecei exatamente assim, e hoje sou o maior nome da perfumaria do Brasil e este ano, lancei-me no mercado internacional. O que seria de mim, hoje, com uma carteira assina?

Algumas vezes, não seguir certos conceitos ou ir na contramão do que é aceito, pode trazer resultados surpreendentes e fazer com que a sua vida, e foi o que aconteceu comigo. Há muitos anos, eu estive em situação muito complicada. A minha família estava com dez meses de aluguel atrasado e luz cortada. Sobrevivíamos com uma “ligação alternativa que provia o fornecimento de energia”.

Foram incansáveis e incontáveis vezes que procurei uma oportunidade no mercado formal, com carteira assinada e contribuição com recolhimentos de tributos. Mas ela nunca aparecia. Então, o que fazer? Continuar procurando e comprometendo todo o bem-estar da minha família ou partir para algo novo? A sobrevivência falou mais alto! E resolvi buscar outras alternativas, que também são dignas e honestas.

Preenchi algumas fichas em agências de promoção para ver se eu conseguia ao menos um trabalho “freelancer”. Foi ai que eu recebi um convite para trabalhar no segmento de perfumaria durante dois dias, borrifando em frente de uma loja. Sabe quando você está passeando no shopping e de depara com aquele cara que fala “experimente a nossa fragrância que acabou de chegar” então, era eu.

A partir deste ponto, não parei mais. Tornei-me promotor de vendas de perfumaria, permanecendo dois dias em cada loja de São Paulo. Depois, passei a viajar o Brasil inteiro e atendendo muito clientes. Após esta etapa, ministrei diversos treinamentos, acumulando mais de 10 mil horas.

Essa rica vivência foi fundamental para que eu lançasse o meu livro pela editora Senac. Todas as páginas foram elaboradas cuidadosamente para ajudar e impactar vidas. Em 90 dias, a primeira edição foi esgotada.

Eu entendo o sentimento de quem está desempregado e precisa desesperadamente trabalhar, afinal, a situação de não conseguir atender as necessidades de filhos ou familiares é a mais degradante e que acaba com a autoestima.

E se você optou por trabalhar por conta própria, assim, como eu, há hoje disponível no mercado formatos de negócios que podem te ajudar e amparar inclusive com treinamento, como é o caso de vendas diretas em que é possível comprar direto com a fabricante com certos descontos e revender para o consumidor final.

Em pouco tempo se atinge ótimos lucros. Visite pessoalmente o local, conheça os produtos para verificar se são bons, se tem qualidade aliada a aceitação do consumidor final. Se todas essas etapas estiverem analisadas e pensadas, o ideal seria associar-se a esta empresa. E neste nicho há varias, que são classificadas em mononivel e multinível.

Uma outra opção é ir em outro local com produtos baratos. Por exemplo, em São Paulo há o bairro do Brás. Os compradores podem embutir o custo e revender, só que neste caso não há treinamento ou ajuda para aumentar as suas vendas.

Já numa empresa sólida de venda direta tem todo respaldo e pode usar a estrutura para auxiliar na abordagem e prospecção e assim, é possível planejar como vai comercializar os produtos. No mercado há inúmeras como perfumes, produtos para o corpo, cosméticos, shakes, colchão e brevemente uma de café.

Mas se a ideia é vir para o mundo da perfumaria, afirma que não haverá arrependimentos. Na minha concepção é muito fácil de vender, se olhar ao redor e perguntar quem usar perfume, a resposta será sim. Agregado a isto, é possível vender itens para banho.

Se gostou das dicas, o primeiro passo é procurar empresas de venda direta. Segundo, analisar se você se identificou com os produtos. Terceiro, verificar se a empresa possui algum sistema de treinamento. Quarto, adquirir os produtos desta empresa e não pare de ir atrás de informação e conhecimento. Independente se você está no mercado ” informa” ou ” formal”.

set
21

O desinteresse pela política

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

William Brigido – coordenador político do PRB-PE

A última pesquisa que analisou o comportamento dos brasileiros nas últimas eleições aponta para uma triste realidade: cerca de 70% dos eleitores não lembram em quem votou um ano depois de cada eleição. Além disso, muitos não sabem o que realmente faz um vereador ou um deputado, e também não lembram ou fiscalizam o cumprimento de suas promessas. Um outro problema é a abstenção do voto eleitoral. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nas últimas eleições (2016), votos nulos e brancos e pessoas que não compareceram às urnas somam cerca de 10,7 milhões, e essa rejeição caracteriza claramente o descontentamento dos eleitores.

Uma realidade que nos preocupa, pois como reivindicar aquilo que não temos conhecimento? Como podemos cobrar daqueles que elegemos se não lembramos em quem votamos? Como podemos participar do desenvolvimento do nosso estado ou cidade se não há interesse em saber as atividades do Poder Legislativo ou Executivo? Será que deixar de votar vai resolver o problema? Pelo contrário! O desinteresse gera graves consequências para a sociedade.

A falta de consciência política, por parte da maioria dos eleitores brasileiros, colabora para que os maus políticos continuem se perpetuando no poder. E o resultado disso é a falta de compromisso com a necessidade do povo, que são refletidos principalmente, na péssima qualidade do sistema público de saúde, educação e segurança pública, pois as medidas tomadas pelos parlamentares interferem diretamente em nossa qualidade vida.

No atual momento que passa o cenário político do país, é compreensível que muitos estejam desmotivados e desacreditados, depois dos vários escândalos de corrupção . No entanto, esse comportamento fragiliza a nossa democracia, pois os políticos são os representantes do povo e por meio deles é que podemos reivindicar os nossos direitos, pois como dizia Ruy Barbosa: “Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles”.

De nada vai adiantar ser omisso, pelo contrário irá apenas agravar ainda mais a situação. Platão, um filósofo grego, uma vez afirmou que: “Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governados por aqueles que gostam”. Por isso, se queremos bons políticos devemos está atentos para que os “maus” não usem a política para benefício próprio, o momento agora é de reagir!

ago
27

Reforma Política: Distritão, Distrital e a falácia do “efeito Tiririca”

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags ,

Sávio Chalita – Especialista e professor de Direito Eleitoral

A reforma política, em trâmite no Congresso Nacional, mais uma vez, frustra os cidadãos brasileiros que anseiam por significativas e eficazes alterações no processo eleitoral e em todo sistema representativo.

Inegável que estamos diante de uma grande crise de representatividade ante às posturas que temos sido testemunhas e vítimas, por parte de políticos eleitos. É por meio deles que deveríamos ter a experiência de exercício democrático em sua forma indireta. No entanto, o que vemos são atuações pautadas em grandes acordos de interesses espúrios e voltados ao próprio umbigo. 

Partidos políticos aos montes. Trinta e cinco partidos e nenhuma bandeira verdadeiramente defendida. Ante uma situação de lástima quanto a estes grandes instrumentos de uma desejada experiência democrática, temos uma reforma que pauta-se em dois grandes pontos: Distritão e fundo democrático.

Quanto ao Distritão, escondido sob a falácia de se colocar fim no chamado “efeito tiririca”, busca implantar um sistema onde cada estado ou município (a depender das eleições) será considerado um grande distrito. Ali, o candidato mais bem votado será eleito.

No estado de São Paulo, por exemplo, as 70 vagas para deputados federais serão ocupadas pelos 70 mais votados. Zeramos a chance de que minorias sejam representadas. A proposta é que tenhamos este modelo em 2018 e 2020. De 2022 em diante, teríamos o Distrital misto, onde a divisão em distritos não obedece o mesmo raciocínio, mas sim uma divisão em distritos dentro do estado ou município considerando o número de vagas a serem preenchidas e o tamanho da população de cada região.

Metade dos cargos seria ocupados por uma análise majoritária dentro de cada distrito. A outra metade, através do voto em legenda, de listas fechadas. O partido elaborará uma lista com a ordem desejada de candidatos a ocuparem o cargo, caso atinjam votação suficiente para tanto.

Mas qual a razão, então, de se fazer o Distritão em 2018? Manter no poder quem já está. Garantir mais um mandato, pelo menos. E como? Com a segunda mudança que se busca, ao criar um fundo democrático (assombrosos 0,5% da receita obtida pelo governo federal). Não se trata de extinguir o Fundo Partidário, que quase alcançou R$ 900 milhões em 2017, mas aprovar um novo mecanismo que, nas estimativas divulgadas na imprensa, pode, facilmente, avançar os R$ 6 bilhões em 2018.

No Distritão, os partidos políticos injetaram cifras jamais vistas em âmbito eleitoral em determinados candidatos, apenas – afinal a análise passará a ser de cunho majoritário.

Mais uma vez nosso Congresso curando com “aspirina” (ou qualquer placebo caseiro) a um verdadeiro câncer em nossa democracia, ainda tão jovem.

ago
20

Partidos trocam de nome, mas as práticas políticas continuam as mesmas

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags

avante

Sebastião da Paz

Faltando um ano para as eleições (presidente da República, governador, senador, deputados federais e estaduais) e sabedores do desgaste das siglas partidárias, os políticos tentam ludibriar o eleitorado, mudando os nomes do partidos. 

A novidade agora é substituir as siglas por nomes corridos, como o recém criado (partido) “Novo”, que abriga o ex-técnico da seleção brasileira de vôlei, Bernardinho; a “Rede”, da ex-candidata à presidência da República, Marina Silva; e o “Solidariedade”, de Paulinho da Força e do prefeito de Olinda, Professor Lupércio.

No dia 23 de setembro, o PMDB de Michel Temer, Renan Calheiros, Jáder Barbalho, Romero Jucá, Rodrigo Rocha Loures e José Sarney realiza convenção nacional para oficializar a troca de nome:  deixa de ser PMDB e volta a chamar-se “MDB”, sigla usada durante o regime militar.

O DEM, de Mendonça Filho, José Agripino Maia e Ronaldo Caiado, também vai mudar de nome. O partido, que já foi PFL, PDS e Arena, entrou na onda e agora vai se chamar “Mude”. 

O Partido Ecológico Nacional (PEN), que deverá receber o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) nos seus quadros, vai virar “Patriotas”.

E por aí vai! O PTN já virou “Podemos”; o PTdoB, do deputado federal Sílvio Costa, virou “Avante” (foto); e o PSL de Luciano Bivar e do ex-vereador olindense Arlindo Siqueira, virou “Livres”.

Mas não se engane (e)leitor: a troca do nome do partido não significa absolutamente nada. Muda só o nome, mas a identidade e as práticas dos políticos permanecem as mesmas. Se eles continuam praticando irregularidades, aumentando salários escondido, legislando para si e para os amigos,  criando subsídios na calada da noite e escondendo o lixo embaixo do tapete… ou em bancos estrangeiros, então nada muda.

Se a prática política não muda, nada muda. O cinismo continua o mesmo. O que muda é apenas a máscara, num corpo sujo e fedorento. Mas a cara de pau permanece a mesma.

 

ago
14

Ciberataque no setor elétrico brasileiro

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags ,

Richard Natal – Diretor da Sonda IT 

Primeiro o WannaCry, em maio, que afetou 300 mil computadores em 150 países, ente eles o Brasil. Agora toda a sofisticação do Petya, que alastrou empresas em grande parte do mundo, inclusive em companhias brasileiras e em unidades hospitalares, como duas sedes do Hospital do Câncer de Barreto, localizados no interior de São Paulo.

A onda de ataques teve proporções intercontinentais e a capacidade dos hackers de infestar grandes companhias e órgãos governamentais com códigos maliciosos alarmou a preocupação de organizações dos mais variados portes, que por vezes estão mais vulneráveis em relação à segurança da informação. O alerta aqui vai para as companhias de energia elétrica.

Uma pesquisa da Marsh & McLennan e Swiss Re, líder global em gestão de riscos e seguros, aponta que os investimentos em proteção das companhias do setor elétrico contra ataques virtuais vão somar US$ 1,87 bilhão em 2018. De acordo com a consultoria, durante o ano de 2016, 80% das companhias de 40 países no mundo – dentre eles o Brasil -, sofreram ataques cibernéticos. Isso, porque naquele ano estávamos menos conectados do que agora.

O crescimento nos investimentos vem ao encontro da imersão do conceito de Cidades Inteligentes, cada vez mais presente no nosso cotidiano. Por isso, a ordem para o setor elétrico é estar em dia com a sua gestão de vulnerabilidade. Afinal, estamos mais e mais conectados por um emaranhado de redes, e por eletrodomésticos, sensores, relógios, webcams e roteadores que criam o paraíso virtual para hackers atuarem com maestria, infelizmente.

Em vista que o controle tem ficado mais preciso, abre-se também brechas para ataques cibernéticos ao Sistema Digital de Supervisão e Controle (SDSC), um processo que ganhou automação para o aumento da competitividade. O erro humano, muitas vezes, é um fator primordial para ataques cibernéticos por conta da insuficiente conscientização dos riscos cibernéticos entre os funcionários em todos os níveis da organização. Sim, o perigo pode estar dentro de casa.

Vale lembrar um fato emblemático, que ilustra bem este cenário, que é o caso ocorrido em 2015 na Kyivoblenergo, companhia ucraniana de distribuição de energia elétrica. Os hackers invadiram os computadores causando uma interrupção de três horas para cerca de 80 mil clientes.

Apesar de o Brasil não ter nenhum fato concreto como o citado acima, o perigo pode estar na desaceleração econômica do País, cujo freio nos gastos com Tecnologia da Informação (TI) se tornou um aditivo importante no risco de invasão, devido à retração das empresas em projetos ligados à Segurança da Informação.

Com a chegada das multinacionais, é preciso dedicar parte dos investimentos na adequação das vulnerabilidades dos seus sistemas de proteção e controle. Com isso, será dado o primeiro passo para a mudança que necessita o setor elétrico em relação aos riscos cibernéticos, pois os sistemas operacionais dedicados ou embarcados atualmente podem não ser mais o suficiente para deter toda a sofisticação dos ataques. É preciso ir além.

mar
22

Água: ainda desperdiçamos muito

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags

Alexandre Acioli*

aguaÉ preciso encarar o meio ambiente como parte das nossas vidas. É preciso ter em mente que em um ambiente poluído, com desmatamentos, sem água, hiper-consumo e inúmeras espécies de animais e plantas sendo extintas, não teremos condições de nos manter vivos ou de garantir a vida para as gerações futuras.

Profissionais mais dedicados ao estudo e acompanhamento da “saúde da Terra” apontam três questões que preocupam e podem levar a extinção da espécie humana dentro de alguns milhares de anos: desperdício e poluição das águas, desmatamento e o hiper-consumo, aliado à grande produção de lixo.

A questão da água é preocupante. A água doce é um recurso vital para a humanidade e, apesar de parecer abundante, não é inesgotável: de todo esse bem existente no planeta, somente 0,029% está nos rios e lagos; 0,39% no subterrâneo, e 0,001% na atmosfera. O restante é água salgada e imprópria para o consumo humano (97,2%), ou está nos pólos, na forma de gelo (0,39%). Apesar disso, a ‘pouca educação ambiental’ faz com que vigore a cultura do desperdício.

Nos últimos 75 anos a população mundial (com 7,2 bilhões de pessoas) triplicou, fazendo com que a demanda por água aumentasse em 60%. A estimativa é que se o consumo desordenado continuar, em 2025 a população estará consumindo 75% das reservas de água potável do planeta, que poderá enfrentar um déficit de 40% no abastecimento até 2030, se não se melhorar a gestão desse recurso. Atualmente, a água já é produto escasso para mais de 2 bilhões de pessoas, metade delas residindo em áreas urbanas.

E a situação só se agrava, com a alarmante contaminação dos recursos hídricos e o desperdício que se verifica, principalmente na agricultura: a produção mundial de alimentos consome algo perto dos cinco trilhões de metros cúbicos de água/ano. No Brasil, o uso de agrotóxicos e fertilizantes é a segunda causa de contaminação da água. Uma pesquisa divulgada recentemente pelo IBGE aponta que 1.134 dos 5.281 municípios brasileiros têm o solo contaminado por esses produtos.

Por esses números constata-se facilmente que nessas terras abaixo da Linha do Equador a população utiliza mal esse recurso natural, desperdiçando cerca de 40% da água potável destinada ao consumo humano, segundo dados do Parlamento Latino Americano, em 2003. A ONU estima que o desperdício de água poderia chegar, até, 20%.

Por ser um bem essencial, a água doce deve estar na pauta de discussões sobre desenvolvimento e sustentabilidade dos governos, em todos os níveis, a fim de definir, pelo menos, um programa de educação ambiental que possa orientar a população para o fato de que esse líquido não pode ser utilizado indiscriminadamente como ocorre nos dias atuais.

Bom seria que as pessoas pudessem parar um pouco para refletir acerca das suas responsabilidades sobre os recursos naturais e o modo de vida que levam. Essa reflexão pode ser feita hoje, dia 22 de março, quando se comemora o Dia Mundial da Água. 

*Jornalista e especialista em Educação Ambiental

mar
15

Eu consumo, tu consomes, ele consome, nós consumimos…

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags

Fátima Raizaro Queiroz – Gerente de RH da Rakuten Digital Commerce

No dia 15 de março é celebrado no Brasil o Dia do Consumidor. No consumo, o ato de comprar está diretamente Dia do Consumidorrelacionado à necessidade ou à sobrevivência. Já quando se trata de consumismo, essa relação está rompida, ou seja, a pessoa não precisa necessariamente daquilo que está adquirindo.

Consumir é, antes de tudo, comprar. É despender parcela econômica de capital para adquirir uma coisa. Esse hábito vem sendo discutido por muitos autores em suas origens e proporções. Alguns estudiosos enfatizam a importância da publicidade na construção da obsessão pelo ato de comprar. Outros autores destacam a vinculação histórica da possibilidade de compra à vida boa, riqueza e saúde. De certa forma, o consumismo define a relação de quebra entre a ação de comprar e a necessidade do que está sendo adquirido.

Falar de consumo nos remete a investigar a cultura. Pode-se viver sem produzir, mas dificilmente sem consumir. Sabemos disso. Estamos submetidos às culturas do consumo material, midiático e simbólico (prazer, sucesso, felicidade). O consumo implica em comunicar, pertencer, participar, estabelecer vínculos e sociabilidades, estar em rede, buscar e ter visibilidade. O meu estilo de vida corresponde a um modo de compra e consumo particular e único.

Pensando de forma abrangente, consumir é um processo decisório. Claro, pois ele envolve desde influências dos ambientes, diferenças individuais, estratégias de marketing e processos psicológicos. Essa decisão, que ativa ou não o processo de compra, é regida pelos nossos desejos e o despertar das necessidades.

Estes desejos podem permanecer armazenados na memória e sua execução, deixada para mais tarde, ou serem imediatistas. Aí entra a estimulação que, vinda do meio, pode levar a uma motivação. Se elas forem reforçadoras, a nossa motivação será maior. Afinal, o ato de comprar nos gera uma emoção. Sentimentos de alegria, de poder, de ansiedade, insegurança ou até medo nos invadem.

Gente, por isso adoramos tanto comprar!! Através de um clique ou um “rolê” pelo shopping, podemos, além de nos distrair, vestir a moda, aliviar o estresse, estar mais conectado. Nos sentirmos mais felizes! E o que é melhor, basta passar o cartão e saber que lá no futuro vou pagar, o que importa é que nada paga esse momento carregado de anseios e expectativas. Sim, porque neste momento há motivação por um desejo. Será assim para a vida toda.

Em outro momento, poderemos abordar os comportamentos que permeiam uma compra, os tipos de consumidores, racionalidade ou insensibilidade e muito mais. Já pensou como vai aproveitar este dia? Desejo, Motivação e Consumo… tudo a ver.

mar
1

FAMOSOS E SOLIDÁRIOS: CELEBRIDADES BRASILEIRAS QUE FAZEM A DIFERENÇA

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags ,

O Dia Mundial da Boa Ação acontece em Abril, e é quando muitos levam à prática a caridade que em teoria pretendem fazer. No entanto, muitos não esperam esse dia chegar para realizar boas ações, como alguns famosos, que além de darem um show no palco, na passarela ou nos gramados, o dão em solidariedade.

Alguns deles nós já admiramos e conhecemos muito bem por estarem sempre na mídia, como a atriz Angelina Jolie, que foi elevada a embaixadora da ONU pelo seu trabalho em missões humanitárias. No entanto não são apenas ídolos internacionais que lutam por uma causa e fazem a diferença no mundo. Muitos astros da terrinha verde-amarela também tem um papel importante quando o assunto se trata de caridade!

giseleGisele Bündchen

A übermodel mais bem paga do mundo não goza apenas de beleza exterior, Gisele Bundchen (foto ao lado) também é filantropa e ativista do meio ambiente. Algumas de suas diversas ações contam com o suporte a campanhas como I am African, que chama atenção às vítimas do HIV na África, sendo que promoveu a causa sem receber cachê. Também já doou o cachê de uma semana de desfiles no SPFW para o programa Fome Zero e reverteu o lucro de sua linha de sandálias para projetos em prol da proteção da Floresta Amazônica e seus recursos hídricos.

ronaldoRonaldo Nazário

Uma dessas celebridades engajadas em causas sociais vêm do mundo esportivo: o internacionalmente famoso Ronaldo, ex-jogador de futebol que já disputou 3 Copas do Mundo e é mais conhecido como Fenômeno. Em 2012, o craque e sua ex-esposa, Beatriz Antony, criaram a ONG “Fundação Fenômenos” para ajudar comunidades pobres e construir um mundo melhor através do esporte. Para ajudar a angariar fundos, Ronaldo e seus parceiros participam e organizam vários eventos em nome da fundação e desenvolvem diversos projetos sociais, como o “Desafio Fenômenos”, que ajuda moradores da periferia a mudar a comunidade a partir de ações esportivas e de sustentabilidade.

xuxaXuxa Meneghel

Além de ter feito a alegria da criançada por muitos anos em seus programas de TV, a rainha dos baixinhos continua comprometida com os pequenos fora das telinhas, com a Fundação Xuxa Meneghel. Criada em 1989, ela atua na defesa e promoção dos direitos das crianças e adolescentes, contando com diversos projetos e campanhas, além de programas em comunidades mais vulneráveis, que oferecem atividades extraescolares socioeducativas. A Fundação hoje auxilia mais de 30 mil faustãocrianças em todo o Brasil, e ainda trabalha em parceria com a Assistência Social, para garantir aos jovens a participação nas políticas públicas infanto-juvenis.

Faustão

Outro apresentador figura aqui nessa lista. Mesmo apesar de não fazer seus trabalhos sociais sob os holofotes, Faustão ajuda muita gente: já tornou realidade o sonho da casa própria de mais de 200 funcionários, e doa 10% do seu salário para ONGs, instituições de caridade e pessoas necessitadas.

 

dez
24

CURIOSIDADE: A MISTERIOSA HISTÓRIA DO CHESTER

AuthorPostado por: Maraba Soares    CategoryEm: Artigos     Tags ,

Uma ave que não há vídeos nem fotos dela. Um animal envolto em mistérios. E o que existe de concreto é a versão oficial da empresa responsável pelo desenvolvimento desse animal. E uma pergunta que é um verdadeiro clichê, feita todos os anos especialmente na época do Natal? Você já viu um chester vivo?

A história começou em 1979. Naquele ano, um diretor da Perdigão recebeu uma missão: criar uma alternativa para o peru de Natal da concorrente, a Sadia, um sucesso de vendas. Ele então enviou aos EUA dois técnicos, que voltaram com 11 linhagens de uma galinha escocesa.

Elas foram direto para a avícola Passo da Felicidade, em Tangará, no interior catarinense. A granja ficava no meio de uma reserva de araucárias, totalmente isolada. Em 1982, após três anos de desenvolvimento, surgia no mercado o Chester – marca registrada que vem do inglês chest (“peito”). Em contrapartida, anos depois, apareceu outro superfrango, o Fiesta, o “chester da Sadia”. 

Até hoje, tudo relacionado ao chester é muito fechado. Por questões sanitária, não é permitida a visita à granja onde o animal é criado. A única foto do animal disponível é da própria Perdigão (abaixo).

chester_vivo

Nada mais se sabe e um único vídeo do animal vivo nunca sequer foi exibido. Todo esse “mistério” por trás do chester originou um verdadeiro festival de teorias da conspiração.

Circulam na internet e à boca miúda histórias como a de que essa ave tem dificuldade para andar, pois boa parte de seu peso está no peito e nas coxas. Isso faz com que o animal fique com as pernas curtas e caia frequentemente de peito no chão. Será verdade isso?

Mas seria muito bom poder ver um, ou melhor, vários chesters vivos, para afastar de uma vez por todas as “teorias da conspiração” sobre o animal.

Fonte: Cura Pela Natureza

dez
21

CORRUPÇÃO E FELICIDADE

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

Álvaro Fernando

cfTalvez você se lembre do nome de quem matou Odete Roitman, mas ninguém sabe dizer, até hoje, quem matou PC Farias no chamado “crime que abalou o país”. A história está repleta de casos de corrupção em que o corrupto se dá muito mal. A maioria? Quem sabe?

O significado do termo por si só já apresenta seus dentes, pois “corrupta”, em latim, é a junção das palavras “cor” (coração) e “rupta” (quebra ou rompimento). Algo que, de cara, não me parece provocar um resultado bom ou convidativo: romper com o coração.

A origem do termo está no latim, mas a prática é muito mais antiga que a língua. Fico espantado quando vejo pessoas associarem a corrupção aos brasileiros. Olhe em volta, viaje à China para conhecer as fábricas de trabalho escravo de um quarto da população do planeta ou jogue um feixe de luz sobre a indústria bélica americana. Procure entender o que acontece na Somália, Líbia, Coréia do Norte, Venezuela, Camboja ou República do Congo.

Outro dia, em uma mesa de bar, um suíço questionou uma colombiana sobre como era a vida na Colômbia em contato com os traficantes. Ela, com calma e uma lucidez cortante, respondeu que quem deveria conhecer os traficantes era ele, pois é na Suíça que eles depositam todo dinheiro e encontram cobertura para o que fazem. Muito firme o ponto de atenção dela e isso tem um nome, chama-se: corrupção. A história nos apresenta líderes de países “desenvolvidos” da Europa mestres nessa “arte”.

O que fazer com todo este dinheiro? Alguns dirão: “para comprar o poder!” Mais poder? Poder para roubar? Roubar para poder? De certo, alguém já lhe fez a deliciosa pergunta: “o que você faria caso ganhasse uma bolada rechonchuda na loteria? O que faria se amanhã depositássemos um bilhão de reais em sua conta?”.

Muitos podem ainda ter o cuidado de questionar: “mas será um bilhão de reais que pertencem a mim ou um bilhão de dinheiro sujo, roubado dos cofres públicos?”. Considero uma boa pergunta, pois muda completamente a situação do beneficiado. Mas a dúvida inicial persiste: o que fazer com um valor tão colossal?

O despropósito dos valores é proporcional à falta de propósito na vida dos corruptos. Não há finalidade alguma, o rombo que se faz no cofre público é sem propósito. Sim! Para entender qual o propósito de cada uma na vida, é preciso pensar sobre os valores mais elevados e a aspiração individual de algo que valha a pena ser vivido.

Perceba que não há nesse momento um questionamento à falta de caráter ou cobrança por mais integridade, retidão e princípios, mas, sim, a constatação da importância do propósito de vida particular de cada um, aquilo que Aristóteles chama de ética – ou seja, reconhecer aquilo a que se aspira e dirigir-se nesse sentido. Na rota contrária a isso, o mundo contemporâneo demonstra ser capaz de produzir uma legião de líderes sem noção, razão, motivo, critério, senso, discernimento ou juízo.

Momento em que paramos para pensar: quem é essa pessoa? O que ela quer de verdade? Estamos no tempo certo para distinguir sucesso de felicidade! Afinal, quantas pessoas o mundo já produziu com uma carreira de sucesso e tremenda infelicidade?

Mais uma face desse espelho distorcido que engana a tantos: olhe no rosto daquele que você julgar corrupto, tente buscar um sinal de felicidade e não encontrarás! Agora, pense em alguém que você considera muito feliz, e o que aparece? Vamos lá! Busque na memória alguém de suas relações que você nomearia como uma pessoa “exemplo de felicidade”, e veja o que encontra: propósito de vida, altruísmo e generosidade.

dez
18

FACEBOOK: AGORA É POSSÍVEL REALIZAR POSTAGEM COM FUNDO COLORIDO

AuthorPostado por: Maraba Soares    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

A partir desta sexta-feira (16), o app oficial do Facebook trouxe uma novidade bem legal para a rede social. Finalmente se tornou possível realizar a postagem de textos com fundos coloridos no seu feed. Exatamente: agora é possível fazer posts muito mais divertidos no sistema. Mas por enquanto é possível criar os posts somente no smartphone.

facebook

Quando você quiser publicar textos, poderá fazê-lo sem precisar usar o velho (e chato) padrão com fundo branco e palavras pretas. E o melhor: fazer isso é mais simples do que você pode estar pensando!

O primeiro passo é atualizar o app do Facebook no seu smartphone para a versão mais recente — a atualização está sendo liberada aos poucos e nem todos os consumidores terão acesso neste primeiro momento. Depois disso, é só abrir a rede social normalmente em seu smartphone e então tocar sobre “No que você está pensando” para abrir a janela de inserção de posts. 

facebook2

Neste momento, um ícone colorido será colocado logo acima do seu teclado habitual. Toque sobre ele para que uma nova paleta de cores seja mostrada. Escolha a que mais se encaixar com os seus gostos e toque sobre ela. Depois é só tocar novamente sobre a aba de inserção de textos e escrever o que você deseja compartilhar. Pronto!

O seu texto com fundo colorido ficará disponível para todos os seus amigos — tanto no carregamento mobile quanto no desktop.

Fonte: Tecmundo

nov
21

A FALÊNCIA DO PACTO PELA VIDA

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

Armando Monteiro Neto – Senador (PTB-PE)

Em 2015, a cada duas horas um pernambucano foi assassinado: foram quase 3.900 mortes violentas no armano, o que representou um crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Aumentaram também, de forma significativa, os assaltos a ônibus, roubos de carro e explosões de caixas eletrônicos. E este ano a escalada de violência continua.

Se é verdade que a segurança pública é um problema em todo o país, também é fato há diferenças importantes entre regiões e mesmo entre Estados. No Nordeste, por exemplo, Alagoas reduziu em 21% a taxa de homicídios, e o Ceará registrou queda de 9% – ao contrário do que aconteceu em Pernambuco.

O que acontece em nosso Estado? Por que o Pacto pela Vida, que foi referência nacional ao reduzir o número de assassinatos em 30% entre 2007 e 2013, agora sofre tal retrocesso?

Na raiz dos problemas de hoje estão ausência de gestão e de comprometimento do governo estadual com as metas do programa e com o acompanhamento dos indicadores de criminalidade. Faltou investimento em áreas essenciais de tecnologia, inteligência e infraestrutura. Não foi institucionalizado um fórum de segurança pública, com participação das organizações da sociedade civil para acompanhar e monitorar o programa.

Este diagnóstico não é meu, é do idealizador do Pacto Pela Vida, o sociólogo José Luiz Ratton, que foi incisivo em sua entrevista recente neste mesmo JC: para ele, o programa morreu.

Em gestões passadas, o governador participava diretamente das reuniões e impunha um sentido de urgência. Hoje, existe afastamento proposital do tema, talvez pelos índices desastrosos e pela sensação de insegurança que inquieta o povo pernambucano. Enquanto isso, o Pacto pela Vida sobrevive apenas na propaganda do governo.

O Brasil precisa de uma política nacional de segurança pública, em que possamos valorizar a cooperação federativa no combate à criminalidade, melhorar e ampliar o nosso sistema penitenciário e proteger nossas fronteiras do tráfico de drogas e armas.

Mas Pernambuco não pode assistir passivamente ao aumento da criminalidade. Nossa população reclama por medidas urgentes, que coloquem um freio à escalada de violência e tragam paz e segurança para as ruas e os lares das nossas cidades.

nov
8

COMO SE PREPARAR PARA A MAIOR “SUPERLUA” EM QUASE 70 ANOS

AuthorPostado por: Maraba Soares    CategoryEm: Artigos     Tags

Daqui a alguns dias a Lua estará mais perto de nós do que o comum. Na véspera do próximo dia 14 será possível observar a superluamaior ”superlua” em quase 70 anos.

Mas do que se trata o fenômeno? De acordo com a astrônoma britânica Heather Couper, as “superluas” são resultado de uma “casualidade”.

“A Lua gira ao redor de uma órbita elíptica, e se a Lua Cheia coincide com o ponto do trajeto onde está mais próximo da Terra, ela pode parecer absolutamente enorme”, afirma.

Essa coincidência ocorrerá novamente no dia 14 de novembro e o fenômeno deve ser extraordinário por causa da proximidade: nesta data a Lua se encontrará a 48,2 mil quilômetros mais próxima da Terra do que quando esteve recentemente no seu apogeu – que é o ponto mais distante da órbita. O satélite não chegava tão perto assim desde 1948 e não voltará a fazê-lo até 2034.

Com exceção do eclipse da Superlua de 2015, não houve nem haverá por muito tempo uma Lua Cheia tão especial – mesmo que curiosamente tenhamos tido três Superluas consecutivas em três meses – a anterior ocorreu em 16 de outubro e a última será no dia 14 de dezembro.

É possível se preparar para aproveitar melhor o fenômeno e ainda identificar algumas “surpresas”. A melhor maneira, claro, é ir para um local aberto e tranquilo, longe das grandes cidades e da iluminação artificial muito forte e potente.

Como em qualquer outra Lua Cheia, o corpo celeste parece maior e mais brilhante quando aparece no horizonte. E o mesmo ocorre com as Superluas. Ainda que elas apareçam 14% maiores e 30% mais luminosas que as luas cheias comuns, são mais surpreendentes quando estão na linha do horizonte e não altas, no céu.

Fonte: BBC Brasil

nov
8

EMPRESA PAGA ATÉ R$ 2 MIL A QUEM COLOCAR ANÚNCIOS NO CARRO

AuthorPostado por: Maraba Soares    CategoryEm: Artigos, Pernambuco, Recife, Serviços     Tags

Uma empresa de São Paulo oferece até R$ 2 mil reais para motoristas que desejam estampar seus veículos com placas adesivopublicitárias. Já existem vários adeptos no grande Recife.

Para ter direito a renda extra, o proprietário do carro deve entrar no site do grupo para cadastro. Depois do contrato assinado, é estabelecida uma data em que o condutor seguirá até uma loja conveniada para a aplicação do adesivo com o anúncio.

A remuneração é computada com base na quilometragem e locais em que o carro costuma passar. O adesivo irá ocupar uma área inferior a 40% do veículo.

Fonte: Portal JC

out
30

GUARDA COMPARTILHADA NÃO É MECANISMO PARA REDUZIR PENSÃO

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags

Paulo Akiyama

Tenho notado, em inúmeros meios de comunicação, pessoas opinando sobre a guarda compartilhada (lei gc13.058/2014) e misturando assuntos, em especial com respeito à pensão alimentícia.

Isto me fez recordar quando o instituto do dano moral iniciou em nosso ordenamento jurídico e que inúmeros profissionais do direito, na busca de indenizações milionárias, deram início a ações judiciais requerendo muito mais do que seus clientes tinham direito. Nós, operadores do direito, sabemos muito bem até onde podemos ir, em especial com relação a danos morais, mas, à época, se banalizou de tal forma que resultou no que temos hoje, indenizações mínimas e de valores ínfimos, deixando de assistir àquele que realmente tem direito do pleito.

A guarda compartilhada não pode ser utilizada de maneira sórdida pelos operadores do direito. A lei não é um instrumento para reduzir a pensão alimentícia, mas sim uma forma de ampliar a convivência do genitor que não detém a residência ou a guarda dos filhos, de forma equilibrada, e que possa exercer o direito do poder familiar.

Aqueles genitores que pretendem ingressar com uma ação de guarda compartilhada objetivando a redução de pensão alimentícia, estão totalmente enganados no pleito, pois, o objetivo da lei é a ampliação de convivência e não redução de pensão.

Assim, precisamos que todos entendam muito bem o objetivo da guarda compartilhada, principalmente porque tratamos de convivência de pais e filhos e, não de administração financeira.

Não podemos em hipótese alguma deixar a lei da guarda compartilhada ser banalizada.

Já temos imensa dificuldade para que os magistrados apliquem a lei 13.058/2014 qual determina a aplicação da guarda compartilhada, até compulsoriamente, vamos imaginar: e se começarmos a banalizar com o interesse de redução de alimentos? Sabem quem irá sofrer com isto? Aqueles pais e filhos que realmente querem a ampliação de convivência.

Assim, é de grande importância, aqueles que buscam a guarida do Poder Judiciário para ampliar a convivência entre pais e filhos. Não misturem guarda compartilhada com redução de alimentos, sendo este último, objeto de ação de revisão de alimentos e que deve ser bem embasada para o sucesso, desde que não traga prejuízos aos menores que são os que devem ser amparados e assistidos.

out
20

PRECIOSAS DICAS SOBRE PERFUMES

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos, Brasil, Mulher, Saúde     Tags

Blog Miga, adorei!


Migas lindas, que tal conhecer mais sobre a fixação dos perfumes?
perfume_miga-adoreiInteressante e útil para nos ajudar na hora da compra do perfume.

Tão bom estar cheirosinha o dia todo, mas nem sempre isso é possível devido o dia corrido e também a duração do perfume na pele.

A fixação do perfume significa o tempo de duração do perfume na pele, então vamos ficar atentas nessa característica também, já que queremos passar todo dia perfumadas!

Meninas, o que é um fixador? São substâncias utilizadas para retardar ou até mesmo impedir a volatilização das essências ou óleos essenciais, conservando por mais tempo o aroma.

A concentração dos óleos essenciais e aromáticos varia de acordo com a sua edição: EP (extrait de parfum), EDP (eau de parfum), EDT (eau de toilette) e EDC (eau de cologne).

Cada perfume tem sua particularidade, que se baseia na concentração de fragrância dentro do frasco, no qual influencia na fixação do produto na pele. Algumas diferenças:

Parfum – 20% a 40% de concentração de essência – mais de 12 horas de fixação.

Eau* de Parfum – 12% a 18% de concentração de essência – entre 10 a 12 horas de fixação.

Desodorante Colônia/Eau*de toilette – 5% a 10% de concentração de essência – entre 5 e 10 horas de fixação.

Eau* De Cologne – Concentração de 5% de concentração da essência – entre 3 e 6 horas de fixação.

Dicas para uma maior duração do perfume na pele:

1.Usar o hidratante do perfume correspondente ao perfume que irá usar  ou caso não tenha, opte por  um sem cheiro (um óleo também serve) logo após o banho;  

2. Dar  “borrifadinhas” na sua roupa ou nos cabelos;

3. Aplicar o perfume em locais estratégicos (quentes), como no pulso e por trás das orelhas, joelhos e nuca;

4. Borrife o perfume depois do banho e antes de se vestir.

Bem migas, esperamos ter ajudado vocês na escolha dos perfumes. Beijinhos!!!

* Eau – em francês  – significa “água”

out
2

A ELEIÇÃO INVISÍVEL

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags

Bernardo Mello Franco – Folha de S.Paulo

A eleição deste domingo (02) não definirá apenas os novos prefeitos. Os brasileiros também escolherão mais eleitor1de 57 mil futuros vereadores, que terão direito a ocupar gabinetes, nomear assessores e ser chamados de “excelência” pelos próximos quatro anos.

Os vencedores serão selecionados entre 463 mil candidatos —um universo tão grande que supera a população de seis capitais. Apesar dos números superlativos, a disputa é quase invisível. Não há debates na TV, e a cobertura jornalística acaba dominada pela corrida às prefeituras.

Neste ano, a escolha do eleitor ficará ainda mais difícil. A campanha encurtou, o dinheiro desapareceu e os aspirantes à vereança perderam espaço na propaganda obrigatória. As mudanças na lei tendem a beneficiar quem já é conhecido ou tem o apoio de máquinas, como igrejas e sindicatos.

eleitor2O clima de desilusão com a política também aumentou o desinteresse pela eleição dos vereadores, que não chega a ser uma novidade. Isso alimenta um círculo vicioso em que as cadeiras ficam com gente que está na disputa para fazer negócios.

Quem anda decepcionado com os nossos representantes ainda tem tempo para buscar um bom candidato. Além de propor leis, o vereador é responsável por fiscalizar os gastos municipais, tarefa que ganhou importância diante da penúria geral das prefeituras.

A indiferença do eleitor é um combustível para a ineficiência dos legislativos locais. Neste mês, a Folha mostrou que um em cada três projetos aprovados pelos vereadores paulistanos trata de homenagens, como nomes de ruas e títulos de cidadão.

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