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16

Placa em frente à Câmara dos Deputados é alterada para ‘formação de quadrilha’

estadao

Na véspera da votação da denúncia contra o presidente Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), uma placa de sinalização de trânsito em frente à Câmara dos Deputados amanheceu nesta segunda-feira, 16, coberta com um adesivo com os dizeres “Formação de quadrilha. Corrupção Ativa. O grande acordo nacional”

O autor, desconhecido, teve o cuidado de usar a mesma tipologia e o padrão da cor de fundo das placas de sinalização normalmente utilizados em Brasília. 

Fonte: Estadão

out
16

TRE-PE desaprova contas do PTdoB

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

Na sessão ordinária na manhã desta segunda-feira (16), o pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE), desaprovou as contas do Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB) no exercício financeiro referente a 2014. Com a decisão, acompanhada por todos os desembargadores, o partido fica obrigado a devolver a quantia de R$ 4.950,00 ao fundo partidário. Além disso, também está proibido de receber recursos do mesmo fundo por um período de dois meses.

O relatório e voto do desembargador Alexandre Freire Pimentel elencou diversas irregularidades na prestação de contas do PTdoB (agora Avante), entre elas a ausência na discriminação de despesas e a ausência de informações sobre doadores.

Durante a mesma sessão foram aprovadas, com ressalvas, as contas referentes às eleições de 2016 do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), após leitura do relatório e voto do desembargador Agenor Ferreira de Lima Filho. A decisão também foi unânime.

As contas do diretório regional do Solidariedade foram aprovadas com ressalvas e por unanimidade. Também este processo teve a relatoria do desembargador Alexandre Freire Pimentel.

Foi, ainda, deferido o requerimento para a regularização das contas do PSOL. Todas as sessões do TRE-PE podem ser acompanhadas, ao vivo, no seu canal no Youtube

out
16

Dilma usará delação de Funaro para pedir anulação do impeachment

A defesa da ex-presidente da República Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (16), que vai utilizar a delação do doleiro Lúcio Funaro, divulgada na última sexta-feira, para pedir a anulação do processo que resultou em impeachment no ano passado.
dilma
Em nota, o advogado da petista, José Eduardo Cardozo, afirmou que o depoimento de Funaro mostra que “o ex-deputado Eduardo Cunha comprou votos de parlamentares em favor do impeachment”. A defesa deve entrar com pedido na terça-feira, 17.
 
“Entendemos que na defesa da Constituição e do Estado Democrático de direito, o Poder Judiciário não poderá deixar de se pronunciar a respeito, determinando a anulação do impeachment de Dilma Rousseff, por notório desvio de poder e pela ausência de qualquer prova de que tenha praticado crimes de responsabilidade”, diz a nota.
 
out
15

Delator diz que deu dinheiro para Cunha comprar votos pró-impeachment

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

O doleiro e delator Lúcio  Funaro afirmou em depoimento à Procuradoria Geral da República que o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), atualmente preso em Curitiba, recebeu R$ 1 milhão para comprar votos a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), 2016. 

impeachment

Funaro relatou que recebeu mensagem via celular do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, antes da votação do impeachment no plenário, que ocorreu em 17 de abril. As mensagens foram enviadas através app que não armazena conteúdo.

O acordo de delação de Lúcio Funaro foi homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin. 

Fonte: Portal JC

out
10

Presidência da República, políticos e partidos são os mais rejeitados pelos brasileiros, segundo pesquisa da FGV

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags ,

cai-fora

A Presidência da República é a instituição mais rejeitada pela população brasileira, com 83%. A constatação foi feita pela pesquisa de opinião realizada no mês de agosto pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas. 

A coleta dos dados foi realizada pelo Ibope e para a realização da pesquisa entrevistou 1.568 pessoas de todos os Estados brasileiros. O resultado também coloca os políticos e os partidos políticos nas segunda e terceira colocação no ranking dos mais rejeitados, ambos com 78%.

Apesar disto, a maioria dos brasileiros se declara otimista com o futuro do país: 54% dos entrevistados responderam que a sua qualidade de vida deverá melhorar nos próximos cinco anos.

A pesquisa também constatou que as instituições brasileiras de maior credibilidade e aprovação são as Igrejas (61%), as Forças Armadas (46%) e o Poder Judiciário (42%).

 Outros dados interessantes da pesquisa são os seguintes:

  • – 55% dos entrevistados responderam que não votariam novamente no mesmo candidato em que votaram nas últimas eleições para presidente da República;
  • – 30% pretendem votar num “não político” para presidente da República e 29% desejam anular o voto ou votar em branco;
  • – 63% afirmam que a corrupção é o tema que mais os angustia no Brasil, sugerindo que a busca por um representante “honesto” será importante em 2018;
  • – Questionados sobre se concordam ou não que os partidos são importantes para a democracia e que estaríamos piores sem eles, 47% responderam que não e, destes, 33% disseram que discordam totalmente dessa afirmação;
  • – 74% concordam que os protestos são importantes para mudar o comportamento dos governantes, ao passo que 58% afirmam que os governantes temem o povo nas ruas;
  • – 65% consideram que debater nas redes sociais é importante para mudar o comportamento dos governantes. Esta é a terceira fonte de informação mais usada pelos entrevistados para se informar sobre política (22%), atrás apenas da televisão (69%), dos sites de notícias e dos portais (24%);
  • – 64% discordam totalmente da afirmação de que “o pior da crise econômica já passou”.
set
15

Com a oposição no comando da Casa, Professor Lupércio consegue vitória na Câmara

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Política     Tags , , ,

Depois de ver a oposição vencer por duas vezes a disputa pela presidência da Câmara Municipal, o prefeito de Olinda, professor Lupércio (SD), conseguiu uma vitória no Legislativo municipal, nesta quinta-feira (14). Por 10 votos contra 7, foram mantidos os vetos do Executivo às emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2018. Com isso, o texto original foi retomado.

lupércio1

O Professor Lupércio decidiu vetar as emendas dos vereadores por entender que eram “inconstitucionais, burocráticas e contrárias ao interesse público”.

“Só tenho a agradecer aos vereadores e, principalmente, a cada cidadão de Olinda pela confiança no nosso trabalho. A cidade vem crescendo e tem melhorado a cada dia. Temos a consciência de que ainda temos muitos desafios pela frente e estamos prontos a fazer o melhor”, festejou o gestor municipal, após o resultado.

Fonte: Folha PE

set
12

Projeto que prevê o fim da propaganda eleitoral pode ser votado hoje

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags ,

fim da propaganda_eleitoral

O projeto de lei de autoria do senador goiano Ronaldo Caiado (DEM-GO), que extingue o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão poderá ser votado nesta terça-feira (12).

A proposta está acoplada ao projeto de lei (PLS 206/17), que cria o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, cujo valor originalmente proposto corresponde a 0,5% da receita corrente líquida da União dos últimos 12 meses (R$ 3,6 bilhões).

O senador Ronaldo Caiado propõe que “a propaganda eleitoral gratuita, nos termos definidos por esta lei, será veiculada exclusivamente por emissoras sob responsabilidade do poder público”.

“Propomos destinar o montante hoje utilizado na compensação fiscal dessas emissoras ao fundo eleitoral criado no presente projeto. Conforme dados da Receita Federal, a compensação fiscal em anos eleitorais corresponde a aproximadamente R$ 600 milhões, enquanto nos anos sem eleição a compensação pela veiculação da propaganda partidária chega perto dos R$ 300 milhões”, acrescentou.

set
12

Lupércio pode apoiar candidatura de Bezerra Coelho ao governo do Estado

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

Sebastião da Paz

Nas suas articulações para as eleições de 2018, o senador Fernando Bezerra Coelho – que dias atrás ingressou no PMDB pelas mãos do senador Romero Jucá (PMDB-RR) e causou tremendo mau estar junto à direção estadual da legenda, por não ter havido uma conversa prévia com o dirigente do diretório estadual – quer montar um pequeno exército de prefeitos para apoiar o seu projeto político. O agora cacique (com o aval do presidente nacional) dos peemedebistas pernambucanos, já tem como certo o apoio de vários prefeitos. O Professor Lupércio (Solidariedade), de Olinda, pode ser um deles.

Lupércio-Bezerra CoelhoComo política é feita de gestos, o Professor Lupércio já acenou com a possibilidade de que poderá fazer parte do exército de prefeitos que estará ao lado e à disposição da candidatura de Bezerra Coelho ao Governo do Estado – ou de quem o senador indicar para a disputa. Ontem (11) pela manhã, o prefeito de Olinda e o seu vice, Márcio Botelho (Solidariedade), fizeram uma visita ao senador.

O assunto, naturalmente, foi o jogo de 2018. Mas eles disfarçam. A informação repassada à Imprensa foi a de que Lupércio foi apresentar ao senador pleitos importantes para a cidade de Olinda. O Blog da Folha divulgou que um novo encontro entre ambos deverá ocorreu na próxima semana, em Brasília (DF). Bezerra Coelho conversa com os dirigentes do Solidariedade em busca de apoio para 2018

Deputada – Nos bastidores o Professor Lupércio articula a candidatura da sua esposa, Cláudia Cordeiro, para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa (Alepe). A primeira tentativa de dar um mandado à companheira ocorreu em 2016, quando lançou Cláudia, que é natural de Jaboatão dos Guararapes, na briga por uma vaga na Câmara de Vereadores de Olinda. Ela teve 2.048 votos e não conseguiu se eleger.

 

ago
31

Jarbas perde o controle do PMDB. O cacique agora é Fernando Bezerra

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

O presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá (RR), comunicou ontem (30), no plenário, que fez uma profunda mudança no partido em Pernambuco. Dez dias após punir o deputado Jarbas Vasconcelos (foto) por ter votado a favor da investigação do presidente Michel Temer, destituiu Raul Henry da direção do partido em Pernambuco.

jarbas_vasconcelos

O comando do PMDB pernambucano foi entregue ao grupo do senador Fernando Bezerra Coelho (foto abaixo), que juntamente com os filhos Fernando Bezerra Coelho Filho (ministro e Minas e Energia) e Miguel Coelho (prefeito de Petrolina) estão de malas prontas para sair do PSB. Histórico na legenda, Jarbas Vasconcelos terá que se abrigar em outra legenda se quiser disputar o Senado em 2018. 

FBCMude – O deputado Jarbas Vasconcelos, até então pré-candidato a senador pelo PMDB, já começou a se mexer em busca de alternativas. Convocado ao Palácio pelo presidente interino do Planalto, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Jarbas recebeu acenos para fazer a transferência do PMDB para o novo DEM, que vai virar “Mude”.

Jarbas, que já estava incomodado com a sinalização do PSB ao PT, para uma recomposição no Estado nas eleições de 2018 – e agora sem o controle do PMDB, vai aguardar a reforma política, que anda a passos tartaruga, para decidir o que fazer. O deputado está chateado com a punição que recebeu do PMDB, consequência do seu voto pela investigação de Temer pedida pelo STF.

Fonte: Blog do Magno

 
ago
29

Ministro deve ir para o DEM e disputar o governo de Pernambuco

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

Coelhos

O ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho, e o seu pai, senador Fernando Bezerra Coelho, devem integrar a lista de dissidentes do PSB.

A ida do ministro para o DEM está praticamente acertada. Próximo do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Bezerra Coelho Filho quer disputar o Governo de Pernambuco em 2018 e busca o apoio dos ministros da Educação, Mendonça Filho (DEM), e das Cidades, Bruno Araujo (PSDB).

Se confirmar a candidatura, ele terá como prováveis adversários o atual governador, Paulo Câmara (PSB), e a vereadora Marília Arraes, neta de Miguel Arraes e que trocou o PSB em 2014 pelo PT.

Maia e Mendonça são dois dos principais articuladores da renovação do DEM, que conta com a migração de mais de dez deputados hoje filiados ao PSB.

O senador Fernando Bezerra Coelho ainda não definiu para qual legenda irá. Ele e o filho não foram à convenção do PSB nesse domingo (27).

Em nota, afirmaram que, “com processos tramitando na Executiva nacional solicitando a expulsão do partido de 16 parlamentares, inclusive quatro de Pernambuco, embora convidados, consideramos não haver clima para participar de eventos partidários até o desfecho desta questão”.

Fonte: Blog da Folha

ago
28

PT quer Temer fora, mas faz alianças com o PMDB nos Estados

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , , ,

PT-PMDBAndreza Matais e Marcelo de Moraes

Adversários na política nacional, PMDB e PT já começam a se juntar na formação de alianças para as eleições de governadores. Em Goiás, por exemplo, o deputado federal Daniel Vilela (PMDB) vai concorrer ao governo do Estado e admite a hipótese de ter o ex-prefeito de Anápolis Antônio Gomide (PT) como seu vice.

Daniel Vilela, uma das apostas do partido, é filho do ex-governador Maguito Vilela, que já presidiu o PMDB. O presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá (RR), vai propor que a executiva vete alianças com os adversários PT e PCdoB.

Vilela diz não acreditar em veto, caso se confirme sua aliança com o PT. “Meu pai é quadro histórico do PMDB e sempre apoiou o Lula. Não vejo problemas”, diz.

Fonte: Coluna do Estadão

ago
24

Caravana ”Lula pelo Brasil” chega em Pernambuco nesta quinta

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , , ,

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) traz o projeto “Lula pelo Brasil” para Pernambuco nesta quinta-feira (24). A caravana, que deve percorrer o país e iniciou pelo Nordeste, permanece até o início da tarde do próximo sábado (26) no Recife. Em seguida, o ex-presidente segue para João Pessoa, na Paraíba. Condenado a 9 anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro pela Lava Jato, o petista tem utilizado a caravana para defender sua candidatura a presidente em 2018.

Lula2

No Recife, a primeira agenda de Lula é uma visita ao Museu Cais do Sertão, às 16h, desta quinta. Já na sexta (25), às 10h, ele participará de ato com trabalhadores em defesa das indústrias petrolífera e naval, em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR), e, às 16h, de um ato em defesa da democracia e contra a condenação imposta a ele no Pátio do Carmo, no Centro da capital pernambucana. 

Lula encerra sua passagem pelo Recife no sábado, com uma visita à comunidade de Brasília Teimosa, na Zona Sul. A passagem pelo bairro é simbólica, já que quando eleito, em 2003, ele realizou um dos primeiros atos administrativos no local. Na época, o ex-gestor levou 30 ministros e secretários de Estado para conhecer a realidade dos moradores, que viviam nas palafitas. A partir daí iniciou o processo de urbanização e a construção de casas populares.

A última passagem do petista pela localidade aconteceu em 2014, quando pediu votos para a reeleição da presidente Dilma. 

Fonte: Leia Já

ago
22

Reforma eleitoral polêmica deve ir à votação nesta terça-feira

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

Congresso

Provavelmente nesta terça-feira (22), os deputados devem começar a votar em plenário a reforma eleitoral. Depois que o texto foi aprovado na comissão especial que o avaliava no início da última semana, líderes partidários chegaram a cogitar acelerar a tramitação e levar ao plenário a reforma ainda na última quarta-feira, mas a falta de quórum impediu seu prosseguimento. Mas isso não deve demorar, já que os políticos correm contra o tempo. Para que as mudanças estejam em vigor para as eleições de 2018, é preciso que seja aprovada no Congresso até o final de setembro.

Como a reforma é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), ela precisa passar por duas votações, tanto na Câmara como no Senado, sendo aprovada por três quintos dos parlamentares de cada casa. O prazo é curto.

Dois pontos vêm causando mais polêmica e sendo criticados por especialistas e cientistas políticos. Primeiro, a criação de um fundo eleitoral público, que para as eleições de 2018 seria de R$ 3,6 bilhões. O valor é visto como exagerado, ainda mais em anos de crise e seguidos déficits fiscais. Outro ponto controverso é a mudança na forma de eleger deputados, do atual sistema proporcional, que mescla votos pessoais e na legenda na hora de escolher os parlamentares, para o chamado “distritão”, que levaria os mais votados à Câmara.

O sistema é visto como “o pior possível” porque não ajudaria a renovar o parlamento, além de aumentar a fragmentação política e enfraquecer os partidos. Os deputados, por sua vez, vêem na mudança um atalho que facilitaria a reeleição. Esses dois pontos devem ser votados em separado. Para amenizar a controvérsia, os líderes partidários passaram a cogitar o sistema distrital misto. O problema é que ele não foi discutido e ninguém sabe direito como funcionaria.

De qualquer forma, parece a saída menos indigesta do ponto de vista de opinião pública, ainda mais se vier em combo com o fundão de R$ 3,6 bilhões. Este último não deve sofrer modificações. E, sem pressão popular, corre o risco de passar. Seria mais um abuso de um Congresso reprovado por 94% dos brasileiros.

Fonte/Foto: Exame

ago
22

Deputado quer municípios investindo em segurança pública

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

ALUÍSIO LESSAO deputado estadual Aluísio Lessa (PSB) foi ao plenário da Assembleia Legislativa, ontem (21) à tarde, para defender o projeto de lei ordinária da sua autoria, que destina 10% dos recursos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) para a segurança pública. De acordo com o parlamentar, a medida visa fazer com que os municípios deem a sua parcela de contribuição no combate à violência em Pernambuco.

Lessa ressaltou que o poder executivo estadual tem se reforçado isoladamente no combate à criminalidade (adquiriu helicópteros, viaturas e equipamentos de defesa pessoal para as polícias civil e militar) e que esse quadro não pode persistir. Diante deste cenário, ele crê que os municípios podem ser parceiros, uma vez que tenham a obrigatoriedade de usar uma parte dos seus recursos provenientes do FEM para a segurança pública, como prevê o projeto.

Aluísio Lessa explicou que o projeto de lei destinará os recursos para serem utilizados em ações preventivas de combate à violência, como a melhoria de iluminação pública, instalação de câmeras de segurança e equipar as guardas municipais, com equipamentos como teaser e cassetete.

O projeto prevê que as cidades que desejarem receber esse percentual precisam aderir ao Pacto Pela Vida (PPV), programa do Governo de Pernambuco que há 10 anos atua na redução da violência e dos números de homicídios no Estado. Aluísio destacou que o seu projeto conta com o apoio da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e da Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado (Seplag).

ago
16

Câmara de Olinda muda LDO e impõe derrota a Lupércio

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Política     Tags , , ,

Em uma derrota política do prefeito Lupércio (SD), a Câmara de Olinda aprovou uma emenda à LDO que obriga ao gestor enviar um projeto de lei ao Legislativo toda vez que quiser fazer alterações na Lei Orçamentária de 2018. O texto original previa que as alterações no orçamento fossem feitas por decreto.

Camara de Olinda A aprovação da LDO com as mudanças foi anunciada nesta terça-feira (15), pelo vereador Jorge Federal, presidente da Câmara de Olinda. A LDO foi aprovada com voto de 10 dos 17 vereadores. Ao todo foram oito emendas. 

“No caso da LDO, os vereadores que participaram da votação, entenderam que a matéria precisou receber oito emendas. E a câmara, por sua natural representação do povo, não pode jamais deixar de analisar as propostas vindas do Poder Executivo, tudo isso com o objetivo de que o orçamento do município seja o que a sociedade deseja”, afirmou Federal.

Fonte: Portal JC

ago
15

Armando comemora manutenção da Hemobrás em Pernambuco

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) comemorou, nesta terça-feira (15), a decisão do Governo Federal de manter em Pernambuco a fabricação do fator VIII recombinante, no complexo da Hemobrás em Goiana. A continuidade dos investimentos e a viabilidade da fábrica de Goiana vinha sendo ameaçada com a possível construção de outra planta no Paraná.

Para Armando, a ação articulada da bancada do Estado, que se uniu para pressionar contra a ameaça do Ministério da Saúde de esvaziar o empreendimento em Pernambuco, com a realização de diversas reuniões e audiências públicas, foi fundamental para a manutenção do projeto no Estado. “Como pernambucano, celebro essa grande conquista”, destacou o petebista, no plenário do Senado.

À tarde, o Ministério da Saúde publicou uma nota garantindo que todos os investimentos na planta da Hemobrás ficarão em Pernambuco, inclusive a produção do Fator VIII recombinante, que é a parte de maior valor econômico do empreendimento. O Ministério informou que fará negociações com a empresa Shire, atual parceira da Hemobrás, para iniciar a construção de uma fábrica de Fator VIII recombinante.

“A manutenção do projeto é fruto de uma ação solidária e articulada de toda a classe política de Pernambuco, especialmente da bancada federal, que desde o primeiro momento se alinhou na defesa dos interesses do Estado. A esse Pernambuco altivo e independente, a bancada pode hoje dar a sua melhor contribuição “, comemorou o senador.

ago
13

Doze anos sem Miguel Arraes

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

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Neste domingo, dia 13 de agosto, comemora-se o Dia dos Pais. Mas também é uma data política: 12 anos atrás, morria o ex-governador de Pernambuco e ex-presidente nacional do PSB, Miguel Arraes de Alencar, após passar quase um mês hospitalizado. O político foi internado no dia 17 de julho de 2005, com suspeita de dengue. Depois o quadro clínico do político se complicou, apresentando problemas cardíaco e renal.

Faleceu no dia 13 de agosto de 2005, após vários tratamentos, inclusive a realização de duas cirurgias para conter hemorragias no duodeno e no pulmão esquerdo. Cearense, Miguel Arraes de Alencar governou Pernambuco por três vezes: 1962-1964, quando foi deposto pelo golpe militar; 1986-1990 e 1994-1998.

Arraes também foi secretário da Fazenda de Pernambuco, em 1948, na gestão do governador Barbosa Lima Sobrinho; prefeito do Recife (1950), deputado estadual e federal.

Também hoje (13), completam três anos da morte do ex-governador Eduardo Campos – neto de Miguel Arraes. Campo faleceu no dia 13 de agosto de 2014, num acidente aéreo em Santos (SP).

ago
13

Três anos após sua morte, parentes de Eduardo disputam legado na política

AuthorPostado por: Maraba Soares    CategoryEm: Política     Tags , ,

Este domingo, 13 de agosto, traz para o pernambucano uma triste lembrança: há três anos morria Eduardo Campos, líder do Partido Socialista Brasileiro (PSB), em um acidente aéreo durante a sua campanha à presidência do Brasil. Herdeiro da política hábil de Miguel Arraes, seu avô, ele tinha chances de obter vitória nas eleições de 2014, porém precisava viajar, ser mais conhecido no resto do país. Morreu cumprindo uma agenda estratégica, mas cheia de riscos.

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Aquele que unia várias forças antagônicas não só em Pernambuco, mas no Brasil, deixou um vazio no seio de uma família acostumada com a política. Ninguém esperava ter que substituir tão cedo Eduardo Campos.

Por coincidência, o 13 de agosto também traz a amarga lembrança da morte de Miguel Arraes. Há 12 anos o “Pai Arraia” deixava este plano. Todavia, neste caso havia ficado Eduardo Campos lhe substituindo. Reportagem da BBC Brasil da última sexta-feira (11) faz uma análise da atual situação dos herdeiros desse legado político.

Segundo o jornalista Leandro Machado, três anos após a morte de Eduardo Campos, a família do ex-governador de Pernambuco está rachada. Hoje, ela se divide em três correntes políticas: uma do irmão, Antônio; outra do filho e da mulher, João e Renata; e uma terceira via, com a prima Marília.

Eduardo morreu no dia 13 de agosto, quando o avião em que fazia campanha para presidente da República caiu em Santos, no litoral paulista. Outras seis pessoas também morreram. O pernambucano, então com 49 anos, ocupava a terceira posição nas pesquisas, com 9% das intenções de voto.

Na família, o cenário atual é de troca de críticas e de disputa por um poder que surgiu há décadas: a “dinastia” começou com o avô, Miguel Arraes (1916-2005), ex-prefeito de Recife e ex-governador de Pernambuco por três vezes.

De um lado está o advogado Antônio Campos, único irmão de Eduardo. Neste ano, ele saiu do PSB – partido do clã desde 1990 e que completa 70 anos neste mês – e se filiou ao Podemos (ex-PTN). Nas eleições de 2018, Antônio vai concorrer a deputado federal.

Na disputa, ele enfrentará o próprio sobrinho, João Henrique Campos, um dos cinco filhos de Eduardo. O jovem é visto como o sucessor político de Eduardo Campos. Recém-formado em engenharia civil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ele tem 23 anos e assumiu, em fevereiro, o cargo de chefe de gabinete do atual governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB).

Nesse aspecto, o jovem repetiu a história do pai, que, também aos 22 anos, virou chefe de gabinete do então governador Miguel Arraes, em 1987. No dia da sua posse no governo, João afirmou que “ninguém deve ser pré-julgado por ser filho de A ou de B; deve ser julgado pelo serviço prestado.”

A terceira corrente é encabeçada por Marília Arraes, prima do ex-governador e, como ele, neta de Miguel Arraes. Vereadora do Recife, Marília rompeu politicamente com a família ainda quando Eduardo concorria à Presidência, em 2014. Deixou o PSB, filiou-se ao PT e deverá ser a candidata do partido de Lula ao governo de Pernambuco.

Ana Arraes, mãe de Eduardo, também tem sido cortejada como parceira de chapa de pelo menos dois presidenciáveis. A BBC Brasil apurou que, dentro do PSB, o nome da matriarca é cogitado para dividir uma possível chapa com Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência. Para isso, no entanto, ela teria de deixar o cargo de ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), cadeira que assumiu durante o governo de Dilma Rousseff.

Uma briga ocorrida no fim do ano passado selou de vez a divisão na família Campos/Arraes. Nas últimas eleições municipais, Antônio se candidatou a prefeito de Olinda. Perdeu no segundo turno, com 43% dos votos – pouco mais de 90 mil. Era sua primeira eleição, ainda pelo PSB.

Paulo Câmara, sucessor de Eduardo no Governo do Estado, participou apenas de um ato de campanha de Antônio. Isso porque o governador não quis jogar contra os candidatos concorrentes, que eram de partidos da sua base.

Renata Campos e seu filho João também não subiram no palanque de Antônio. Ao final da eleição, o derrotado fez reclamações públicas contra a cunhada, pois se sentiu “traído” pela falta de apoio no próprio partido e na família. Antônio acusou Renata de temer que ele, como um candidato da família Campos, fizesse “sombra” para seu filho João Henrique.

“Renata não foi grata comigo. Eduardo teve minha solidariedade em vários momentos da vida dele”, disse Antônio, em entrevista coletiva logo após a derrota em Olinda. “Ela acha que qualquer candidatura, mesmo que não seja antagônica, pode fazer sombra a João. Renata finge não mandar (no PSB), numa pretensa imagem de frágil, enquanto manda nos bastidores o tempo todo.”

A reportagem contatou Renata, João e Antônio Campos, mas eles não quiseram dar entrevistas. Depois da briga, o advogado deixou o PSB e entrou no Podemos, partido mais à direita do espectro político, pelo qual deve se candidatar a deputado federal.

Para Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB, a saída de Antonio não aponta divergências na família. “Lamentamos a decisão dele, que estava há muito tempo no partido. Quem disse que necessariamente todos da família devem estar no mesmo partido? Cada um toma seu rumo”, diz.

A mudança de Antônio para o Podemos criou a expectativa de que sua mãe, Ana Arraes, também pudesse deixar a legenda liderada por anos por Miguel e Eduardo. No mês passado, o senador Álvaro Dias, que deve ser candidato à presidência pelo Podemos, encontrou-se com a ministra do TCU em Pernambuco. Depois da reunião, circulou entre os pessebistas a possibilidade de Ana ser candidata em uma chapa com o parlamentar. O senador confirmou o encontro, mas disse que eleições não foram o assunto. “Nós conversamos sobre a filiação de Antônio. Até pelo cargo que ela ocupa no TCU, não poderíamos tratar de candidatura”, afirmou Dias, em entrevista à BBC Brasil.

O nome da matriarca é cotado ainda como vice de Alckmin em uma eventual candidatura do tucano à Presidência. Quem articula essa aliança é o vice-governador de São Paulo, Marcio França (PSB), aliado de Alckmin e próximo à família Arraes. Em 2018, França vai assumir o governo depois que Alckmin deixar o cargo de governador para concorrer à Presidência. Com Ana Arraes na chapa, o tucano teria um nome forte no Nordeste, região que historicamente dá vitórias ao PT. Já França, caso consiga conjurar a manobra, ganharia força para um eventual apoio do PSDB a sua candidatura ao governo de São Paulo, segundo a BBC Brasil apurou.

O problema é que Ana, que tem 70 anos, não estaria disposta a deixar seu cargo no TCU. E, em dois anos, ela deve virar presidente do tribunal. Um deputado ligado à família, que preferiu não se identificar, resumiu a situação: “Acho muito difícil dona Ana se candidatar a algum cargo. Se for pelo PSB, ela estaria numa corrente contrária a de seu único filho vivo, Antônio. Se for pelo Podemos, estaria contra a história de seu outro filho, Eduardo.”

Outra dissidente da família Campos é Marília Arraes (PT), de 33 anos, vereadora do Recife eleita com 11.800 votos. Prima de Eduardo, ela deixou o PSB por divergências com o partido. Em entrevista à BBC Brasil, disse que a sigla não é mais a mesma da época em que era comandada por seu avô Miguel. “Ideologicamente o partido estava em outro campo, o da esquerda. Hoje, é um serviçal do PSDB “, afirma. No segundo turno das eleições de 2014, o PSB apoiou o tucano Aécio Neves – historicamente, a legenda apoiava candidatos petistas. O próprio Eduardo foi ministro de Lula.

Por outro lado, pessoas próximas à família disseram à reportagem que, em 2014, Marília quis se candidatar a deputada federal, mas teve a legenda negada pelo primo, então presidente do PSB. No próximo ano, Marília deve ser a candidata do PT ao governo de Pernambuco. Nas redes sociais, ela aparece em fotos ao lado do ex-presidente Lula, também pernambucano e considerado um bom cabo eleitoral no Estado. Hoje, Marília é oposição a Geraldo Júlio (PSB), prefeito do Recife, e a Paulo Câmara – os dois foram indicados por Eduardo. Um ano antes da eleição, Câmara enfrenta dificuldades: o Estado vive uma escalada da violência e ele é rejeitado por 74% dos eleitores, segundo uma pesquisa de abril.

Câmara e Geraldo Júlio são investigados por suspeita de participação no superfaturamento da Arena Pernambuco, construída pela Odebrecht. Eduardo também foi citado na Operação Lava Jato por irregularidades.

Para parlamentares ouvidos pela reportagem, Marília é a que mais se aproxima ideologicamente do avô Miguel Arraes, um político de esquerda com forte atuação na área social. “Não tenho pretensão de dizer em qual lado Miguel Arraes estaria, mas posso dizer em qual ele não estaria, que é esse projeto liberal e entreguista do PSB hoje”, afirma ela.

No entanto, a vereadora não deve ter apoio de toda a família nas eleições, pois a tendência é de que Renata e João permaneçam ao lado de Paulo Câmara. A crítica de Marília sobre as condições ideológicas do partido é repetida por filiados mais antigos do PSB. A sigla está dividida entre redirecionar sua trajetória mais à esquerda ou se projetar à centro-direita de vez.

Na votação da Câmara que rejeitou a denúncia de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer (PMDB), essa divisão ficou latente: 22 deputados votaram pelo prosseguimento das investigações e 11 votaram pelo arquivamento. A executiva da legenda havia decidido ficar contra Temer, mas a líder da agremiação, Tereza Cristina, votou a favor do presidente.

Na votação da reforma trabalhista, em abril, 14 parlamentares votaram favor da medida e 16, contra. Eduardo Campos afirmou em 2014 que era contra mudanças na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Para Carlos Siqueira, a “divisão do partido” ocorre apenas na bancada da Câmara. “A bancada é uma instância do partido, não ele inteiro. Pessoas que divergem devem arrumar seu rumo, ou se adaptar às posições históricas do partido. Mas a decisão de entrar ou ficar é pessoal”, disse.

Segundo Adriano Oliveira, cientista político e professor da UFPE, a imagem de Eduardo Campos ainda influencia a escolha do eleitor pernambucano. Por isso, a briga por seu legado. O pesquisador explica o “eduardismo”, conceito que ele associa ao lulismo: “Eduardo conseguiu ser uma quase unanimidade: tinha eleitores em todas as faixas sociais, dos mais ricos aos mais pobres. Ele era carismático, tinha capacidade de aglutinar pessoas de várias vertentes e passava a imagem de trabalhador”, explica ele.

“Com apoio de Lula, conseguiu alavancar Pernambuco. Claro que, com o tempo, houve um declínio, até por causa de sua morte. Mas seus sucessores, Câmara e Geraldo Júlio, ainda estão aí”, diz.

Próximo a Arraes e Eduardo, Carlos Siqueira conta uma história de tom premonitório sobre o destino da família: Miguel não queria que nenhum de seus dez filhos seguissem carreira política. “Eu perguntava a ele: e seu neto Eduardo? Miguel respondia: ele faz o caminho dele, tem o jeito dele”, conta o presidente do PSB. “Arraes tinha receio de ser visto como um coronel do Nordeste, daqueles que têm a família inteira na política.”

ago
12

Herdeira de banco suíço vai doar R$ 500 mil para Lula

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Política     Tags ,

Uma grande apoiadora do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer garantir que o bloqueio de bens determinado pelo juiz Sérgio Moro tenha um impacto mais leve sobre a vida do petista. Roberta Luchsinger, uma das herdeiras da família fundadora do banco Credit Suisse, desembolsará aproximadamente R$ 500 mil em “dinheiro, joias e objetos de valor” como doação para Lula

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Roberta é neta do suíço Peter Paul Arnold Luchsinger. “Com o bloqueio dos bens de Lula, Moro tenta inviabilizá-lo tanto na política quanto pessoalmente. Vou fazer uma doação para que o presidente possa usar conforme as necessidades dele”, disse ela.

Fonte: Época

ago
7

Paulo Câmara na vice de Geraldo Alckmim e Geraldo Júlio candidato ao Governo de Pernambuco

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

Sebastião da Paz

Todos os dias surgem boatos e especulações sobre possíveis chapas e composições para as eleições de 2018. Depois da informação de que a viúva do ex-governador Eduardo Campos, Renata Campos (PSB) era a preferida para compor a chapa da coligação PSDB-PSB à presidência da República, com o prefeito de São Paulo, João Dória na cabeça, agora vem outra possibilidade. A especulação está no Blog do Magno Martins, nesta segunda-feira (07).

Numa nota, intitulada “Geraldo no lugar de Câmara”, o candidato derrotado à Prefeitura de Olinda no ano passado, Antônio Campos, prevê que o governador Paulo Câmara não irá disputar a reeleição ao Governo de Pernambuco. Ele acha que o candidato das forças que estão no poder ao Palácio das Princesas será o prefeito do Recife, Geraldo Júlio. Câmara pode ser alçado à chapa à presidência da República.

“Não se admirem se algumas forças do PSB tentarem colocar Paulo Câmara na vice de Alckmin (Geraldo), abrindo espaço para Geraldo Júlio ser candidato a governador. Geraldo é quem dá as cartas no PSB estadual. No cenário que vislumbro, é provável que PSB e PSDB estejam no mesmo palanque nacional em 2018, com reflexos naturais no Estado”, prevê Campos, numa conversa com Magno Martins e publicada hoje (07) no blog.

Antônio Campos trocou o PSB pelo Podemos (ex PTN) e deve disputar uma vaga de deputado federal em 2018.

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