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INDEPENDÊNCIA NA CÂMARA DE OLINDA PODE SER MAIOR DO QUE QUER O PREFEITO

AuthorPostado por: Paulo Fernando    Category Em: Sem categoria     Tags

Sou obrigado a discordar daqueles que acham que, por ter mantido, calados e submissos, todos os 17 vereadores eleitos em 2008, e agora, ter sido apoiado por duas dezenas de partidos, o prefeito de Olinda, Renildo Calheiros (PCdoB), vá repetir o controle do executivo sobre o legislativo a partir de 2013. É bem verdade que o único vereador eleito pela oposição foi Arlindo Siqueira (PSL). Mas também é verdade que nem todos os outros oito novatos irão balançar a cabeça afirmativamente para o prefeito.
A submissão será um péssimo começo para aqueles que estão iniciando no exercício parlamentar. Vejam aí, que parte daqueles vereadores que optaram por este caminho foram reprovados pelo eleitorado e deixados na rua da amargura. Foram mandados para casa.

E agora? Será que Jesuíno (PSDB) não irá exercitar a sua independência no legislativo? E Nido Guabiraba (PTC), depois de tentar por 20 anos chegar à Câmara, será que vai dar as costas ao seu eleitorado? Joab Teodoro (PRP) já se posiciona, dizendo que não deve a sua eleição ao prefeito e que não fez com ele nenhum acordo. “Serei independente. O meu compromisso maior é com os meus eleitores e com Olinda”, avisa.

Por estas e outras, acredito que Arlindo Siqueira não será a única pedra no caminho do prefeito eleito. Alguns vereadores devem, sim, agir com independência na Casa de Bernardo Vieira de Melo e fazer oposição quando a situação assim exigir. Isso é bom para a democracia e para a governabilidade.

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