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dez
6

Cuidado: manchas podem ser sinal de câncer de pele

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Saúde     Tags , ,

laranjaOs cânceres de pele são os mais incidentes no Brasil, representando cerca de 30% de todos os casos da doença – 180 mil novos casos por ano, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). O melanoma corresponde a 4% deste total, mas, apesar de ser um dos tipos de tumores que afetam o órgão com menor prevalência entre a população, é considerado o mais grave e com grande potencial metastático.

De acordo com a oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas, Daniela Pezzutti, esse tipo de tumor surge por conta do crescimento anormal dos chamados melanócitos, células que produzem a melanina, dando cor e pigmentação à pele. Pessoas de pele clara, cabelos claros e sardas são mais propensas a desenvolver o câncer de pele.

A idade é um fator que também deve ser considerado, pois quanto mais tempo de exposição da pele ao sol, mais envelhecida ela fica. Evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância. Vale lembrar que, mesmo áreas não expostas diretamente ao sol e menos visíveis – como o couro cabeludo – podem apresentar manchas suspeitas.

O câncer de pele melanoma é, na maioria das vezes, agressivo. “São geralmente casos que iniciam com pintas ou manchas escuras na pele, novas ou de nascença, que passam a apresentar modificações ao longo do tempo. As alterações a serem avaliadas como suspeitas são o que qualificamos como ‘ABCD’ – Assimetria, Bordas irregulares, Cor e Diâmetro”, explica a especialista.

É importante a avaliação frequente de um especialista (dermatologistas) para acompanhamento das lesões cutâneas. A análise da mudança nas características destas lesões é de extrema importância para um diagnóstico precoce. O dermatologista tem o papel de orientar uma proteção adequada.

dez
6

Câncer de pele: especialistas alertam para necessidade de avaliação precoce

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Saúde     Tags , ,

Sinais ou manchas que podem variar entre tons de marrom e cinza são indícios que merecem atenção. Muitas vezes pode ser apenas uma lesão benigna (um hematoma ocasionado por um impacto ou ainda por uma infecção localizada), mas que não deve ser desconsiderada em um possível diagnóstico de melanoma ou outro tipo de tumor de pele.

“É preciso buscar aconselhamento médico especializado principalmente quando a mancha surge repentinamente, sem algum acontecimento relacionado que justifique. Para comprovar se aquela alteração representa de fato um melanoma, é necessário realizar a biópsia“, frisa a oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO), Daniela Pezzutti.

Feito o diagnóstico da lesão cancerígena, é recomendável a ressecção cirúrgica da área. Quando a doença é localizada o procedimento consiste na retirada de todo o tecido comprometido e avaliação ganglionar em casos indicados.

Em estágios mais avançados da doença, o tratamento envolve normalmente terapias sistêmicas. Diversos estudos apontam boas respostas de pessoas diagnosticadas com melanoma à chamada imunoterapia, medicação que estimula o sistema imunológico do paciente, fazendo com que o próprio sistema de defesa do organismo passe a reconhecer e combater as células estranhas.

“Os sintomas não devem ser ignorados, mesmo que não causem dor ou algum outro tipo de desconforto. O melanoma pode avançar para os gânglios linfáticos e levar ao surgimento de metástases no cérebro, fígado, ossos e pulmões. O diagnóstico precoce é fundamental para o combate ao câncer” conta a especialista.

fev
4

DIA MUNDIAL DO CÂNCER: ALERTA PARA O DIAGNÓSTICO PRECOCE

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Saúde     Tags , ,

O Dia Mundial do Câncer é celebrado neste sábado, dia 04 de fevereiro. A data, instituída em 2005 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), tem o objetivo de aumentar a conscientização sobre a doença, que mata, anualmente, 8,3 milhões de pessoas e, todo o mundo. Com o conceito “Nós podemos. Eu posso”, a campanha pretende mostrar como todos – em grupo ou individualmente – podem reduzir o impacto do câncer.

Segundo a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) para 2016/2017, o Brasil deve registrar 596 mil casos de câncer. Entre os homens são esperados 295.200 casos e entre as mulheres, 300.800. Mundialmente, a incidência do câncer cresceu 20% na última década.

fotoNeste ano o Inca escolheu como tema para a data o câncer infantojuvenil, considerado a principal causa de morte por doença entre crianças e adolescentes na faixa de 5 a 19 anos no Brasil.

Cerca de 80% das crianças e adolescentes acometidos de câncer podem ser curados se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. O diagnóstico precoce ainda é a melhor forma de combater a doença.

As campanhas de conscientização atuam de forma efetiva sobre a população. “O intuito das campanhas é de realmente estimular a sociedade a ir ao médico, procurar por exames preventivos”, ressalta o oncologista da Aliança Instituto de Oncologia, Márcio Almeida (foto).

Segundo o médico, muitos casos de câncer podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis no dia a dia. Pacientes devem ficar atentos às seguintes situações:

  • – Fazer sempre um auto avaliação com frequência
  • – Observar aparecimento de lesões na boca
  • – Manter uma boa higiene oral
  • – Evitar fumar
  • – Evitar ingestão de bebidas alcoólicas. O excesso de álcool pode causar câncer de boca, língua, garganta, de fígado e de pâncreas
  • – Fazer uso de preservativos durante as relações sexuais
  • – Manter uma boa higiene íntima.
dez
16

CÂNCER DE PELE MATA OITO PESSOAS POR DIA

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Saúde     Tags , ,

Oito pessoas morrem por dia por câncer de pele, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). De acordo com a pesquisa, 3.316 pessoas morreram em 2013 em decorrência do câncer de pele – um aumento de 55% em 10 anos.

lajO câncer de pele é o efeito crônico que mais impacta a saúde. E o comportamento das pessoas é considerado como sendo a maior causa para o crescimento do número de casos de doença em todo mundo. 

Apesar dos cuidados para a prevenção da doença serem os mesmos em toda parte, a intensidade da radiação solar varia substancialmente de acordo com a época do ano, o local de incidência do sol, as variações na espessura da camada de ozônio, da nebulosidade, das partículas presentes na atmosfera e até mesmo da hora do dia.

Em altitudes mais elevadas, a exposição à radiação UV é maior. A cada 1.000 metros de altitude, os níveis de radiação UV aumentam de 10% a 12%. 

Quanto maior a quantidade de melanina na pele, mais escura é a sua cor. A radiação UV pode estimular a produção de melanina e é isso o que deixa a pele bronzeada. Queimaduras solares e bronzeamento da pele são os efeitos agudos mais conhecidos da exposição excessiva à radiação. As queimaduras solares, chamadas de eritema, provocam vermelhidão na pele, o famoso efeito “camarão”. 

A longo prazo, a radiação pode induzir a formação de radicais livres, que causam alterações degenerativas nas células, nos tecidos fibrosos e nos vasos sanguíneos, levando ao envelhecimento precoce da pele e à perda de sua elasticidade.

A radiação solar também pode ocasionar a mutação do DNA, que por sua vez dá surgimento ao câncer de pele. Exposição repetitiva e por longo tempo à radiação UV é a principal causa do câncer de pele não-melanoma, que é mais comum em áreas expostas do corpo, como orelhas, rosto, pescoço e braços. 

Já o histórico de queimaduras solares e a exposição à radiação UV aumentam o risco de incidência do câncer de pele melanoma, aquele que representa menos de 5% de todos os casos de câncer de pele; mas corresponde por 46% das mortes e pode causar metástase, ou seja, levar o câncer para outras partes do corpo.

Ambos tipos de câncer de pele podem exigir tratamento por vezes cirúrgico, e na grande maioria dos casos, cirurgia plástica reparadora para minimizar os danos causados na região. 

dez
11

CUIDADO COM A SUA PELE, PRINCIPALMENTE NO VERÃO

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Saúde     Tags , ,

sol

Sol, muito sol, já temos desde o início de setembro. Mas o verão começa, oficialmente, em menos de duas semanas, no dia 21 de dezembro. A estação mais quente do ano promete calor intenso em diversas regiões do país e essas condições alertam para a importância dos cuidados com a pele e a saúde, com hábitos que devem ser adotados não apenas nos momentos de exposição ao sol, mas diariamente, como explica a dermatologista Danielle Aquino, do Instituto Aliança Oncologia.

Ela enfatiza que os cuidados diários com a pele são fundamentais em todas as épocas do ano. Mas, a estação de calor requer ainda mais atenção. Uma das principais indicações é manter a hidratação da pele em dia. “O momento ideal para aplicar hidratante corporal é após o banho. É a hora certa para o creme ser absorvido pela pele”, ensina a dermatologista. Banhos com água muito quente podem causar o ressecamento da pele.

Entre as orientações alimentares estão beber de dois a três litros de água por dia e manter uma dieta equilibrada. A alimentação deve ser rica em frutas, saladas e comidas leves, dispensando gorduras e frituras o máximo que puder. Para aliviar o calor, sempre dê preferência para água de coco e sucos com frutas naturais.

Durante os dias quentes deve-se evitar exposições solares prolongadas, principalmente no horário entre 10h e 16h, lembrando da variação do horário de verão.

O protetor deve ter Fator de Proteção Solar (FPS) acima de 30 e ser reaplicado de quatro em quatro horas. Em casos de contato com a água, suor, piscina ou mar, a reaplicação deve ser feita em intervalos menores. O produto deve ser aplicado em todas as partes do corpo que estiverem expostas ao sol.

A dermatologista explica que a diferença do bloqueador solar para o corpo e para o rosto está na cosmética do produto. “O protetor para o corpo normalmente é mais oleoso e encorpado, para ser mais fácil de espalhar; enquanto o para o rosto é mais sequinho para diminuir a propensão à acne, oleosidade e dermatite seborreica – inflamação na pele que causa principalmente escamação e vermelhidão em algumas áreas da face”, explica.

É importante evitar exposições excessivas ao sol para não desenvolver insolações. Caso a insolação já tenha acontecido, a orientação é beber bastante líquido. Já durante o banho os sabonetes hidratantes são os mais indicados. Produtos com aloe e verana na composição podem auxiliar no alívio do ardor.

dez
11

MASCOTE DO #dezembrolaranja É ESTRELA DE DESENHO ANIMADO

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Saúde     Tags , ,

De personalidade simpática, lúdica e cativante, o mascote Super Protetor chega para disseminar o Dezembro Laranja, mês de prevenção e combate ao câncer da pele, de um jeito descontraído e consciente para adultos e crianças. Ele tem como armas de proteção capa, óculos escuros, protetor solar, além de relógio para avisá-lo qual o melhor horário para tomar banho de sol.

O desenho animado aborda situações do cotidiano e reforça a necessidade de fotoproteção no dia-a-dia da população, principalmente a prevenção da doença junto às crianças e adolescentes. O filme do Super Protetor se passa num dia de trabalho árduo do super herói protegendo pessoas no jardim zoológico, no parque aquático,  em construções com operários em ação, na praça e feira livre.

Ao final do filme, um convite: “faça parte da liga da superproteção. Cuide da sua pele e divulgue essa causa. Entre no site: www.controleosol.com.br para se informar e consulte, uma vez ao ano, um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia”.

Confira o vídeo.

nov
28

BRASIL DEVERÁ TER QUASE 1,2 MILHÃO DE NOVOS CASOS DE CÂNCER ATÉ 2017

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Serviços     Tags ,

ccQuase 600 mil brasileiros desenvolverão novos casos de câncer em 2016, estima o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca). Para 2017, a previsão é que esse número se repita, chegando a quase 1,2 milhão de casos em dois anos. A estimativa para os anos de 2016 e 2017 foi divulgada ontem (27), como parte da campanha do Dia Nacional de Combate ao Câncer. De acordo com o instituto, 300.870 mulheres e 295.200 homens devem apresentar a doença por ano.

O câncer de pele não melanoma deve ser o de maior incidência no país para ambos os sexos, com 175.760 casos previstos por ano, número que corresponde a 29% dos casos estimados. O segundo câncer mais incidente em mulheres deve ser o de mama, com 57.960 casos em cada ano. Em homens, o de próstata deve vir em seguida, com 61.200 casos.

As mulheres terão ainda entre os tipos mais incidentes o de cólon e reto, com 17.620, o de colo do útero, com 16.340, e pulmão, com 10.860. Para os homens, o câncer de pulmão será o terceiro mais incidente, com 17.330, seguido do de cólon e reto, com 16.660, e do de estômago, com 12.920 novos casos estimados para cada ano.

Fatores – O envelhecimento da população é um dos fatores que contribuem para a incidência da doença no país, assim como a qualidade das informações e da assistência prestada, mas o instituto destaca que o excesso de gordura corporal está relacionado a casos como o de cólon e reto, mama, ovário e próstata. O tabagismo é outro fator relacionado a casos de câncer, como pulmão, laringe e esôfago.

Para o vice-diretor-geral do Inca, Luiz Felipe Ribeiro, a prevenção do câncer deve ser um tema que mobilize não apenas o governo, mas também toda a sociedade: “Esse desafio é da população brasileira como um todo. Cabe a cada cidadão fazer o seu papel para que a gente possa reverter esses quadros.”
Comparativo

Segundo o Inca, não é possível comparar as estimativas para 2016 e 2017 com os anos anteriores, por mudanças na metodologia e na base de dados. As informações são usadas para o planejamento de políticas públicas de saúde. O instituto chama a atenção para o fato de que 60% dos casos de câncer no Brasil são diagnosticado em estágio avançado.

Atualmente, o câncer é a segunda maior causa de morte no Brasil, com 190 mil casos por ano, mas o Inca prevê que, em 2020, a doença ocupe a primeira posição.

Fonte: Agência Brasil

nov
11

NOVEMBRO AZUL: CONHEÇA OS DIREITOS DOS PORTADORES DE CÂNCER DE PRÓSTATA

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Serviços     Tags , ,

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Nesta época da campanha “Novembro Azul”, visando alertar os homens sobre as doenças masculinas, em especial o câncer de próstata, é importante não só buscar a conscientização das medidas de precaução, mas também nos tratamentos e nos direitos que o portador de câncer de próstata (e de outros tipos) possui.

Veja quais são eles:

  • – Cirurgia de Robótica para pacientes que possuem planos de saúde: Já está no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com limitação. Esse procedimento é menos invasivo e a recuperação é bem mais rápida. Assim, se há cobertura para tratamento oncológico no contrato e se o médico prescrever a cirurgia de robótica, o plano deverá autorizar, mesmo se tratando de contrato antigo (antes da Lei 9.656/98);
  • – Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença: os pacientes que sofrem com o câncer e são considerados incapazes definitivamente para o trabalho, se estiverem inscritos no Regime Geral de Previdência Social (INSS), independentemente do pagamento de 12 contribuições, têm direito à aposentadoria por invalidez. Para aqueles que são considerados temporariamente incapazes para o trabalho por conta do câncer, é possível recorrer ao auxílio-doença. Neste caso, também é preciso estar inscrito no INSS. O benefício mensal é concedido quando o paciente fica impossibilitado de trabalhar por mais de 15 dias consecutivos. Vale ressaltar que não há carência para o seu recebimento;
  • – Amparo assistencial ao idoso e ao deficiente: a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas) garante um benefício de um salário mínimo mensal aos portadores de deficiência que estejam incapacitados de trabalhar e ter uma vida independente. Para isso, é preciso atender a algumas exigências. O critério fundamental é de que a renda familiar seja inferior a um quarto do salário mínimo;
  • – FGTS: o saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é outra garantia às vítimas de câncer. O valor recebido será o saldo de todas as contas pertencentes ao trabalhador, inclusive a conta do atual contrato de trabalho; 
  • – Isenção de impostos: algumas isenções de impostos também são direito dos portadores da doença. É garantida a isenção, por exemplo, do imposto de renda relativo aos rendimentos de aposentadoria, reforma e pensão, inclusive as complementações. Nos casos em que o paciente apresentar deficiência física (tanto de membros superiores como inferiores), que o impeça de dirigir veículos comuns, outras isenções também são garantidas, como ICMS, IPI e IPVA na compra de veículos adaptados. Alguns municípios ainda garantem isenção do IPTU; 
  • – PIS: os portadores de câncer e seus dependentes têm direito assegurado de realizar saque do PIS, na Caixa Econômica Federal (CEF). O direito garante o recebimento do saldo total de quotas e rendimentos; 
  • – Tratamento Fora de Domicílio (TFD) no Sistema Único de Saúde (SUS): o deslocamento de pacientes de um município a outro (ou entre Estados, em casos especiais) é garantida pela Portaria SAS nº 055/1999. O TFD é concedido para pacientes atendidos na rede pública e referenciada, garantindo transporte para tratamento e hospedagem. Em casos com indicação médica, também são pagas as despesas do acompanhante;
  • – Quitação do financiamento da casa própria: pacientes com invalidez total e permanente por conta do câncer possuem direito à quitação, desde que estejam inaptos para o trabalho e que a doença tenha sido adquirida após a assinatura do contrato de compra do imóvel. Nos casos de invalidez, o seguro quita o valor correspondente ao que o interessado pagaria por meio do financiamento; 
  • – Transporte coletivo gratuito: o direito dos pacientes com câncer ao transporte coletivo gratuito está restrito a alguns municípios.

Para ter mais informações, basta acessar o site do Instituto Nacional do Câncer (Inca). 

Fonte: Dino

nov
11

QUEM TEM MEDO DA “PÍLULA ANTICÂNCER”?

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Serviços     Tags , ,

FOSFA luta de pacientes com câncer ganhou força recentemente com a notícia de uma pílula que supostamente combate e até mesmo cura a doença. Trata-se da “fosfoetanolamina sintética”, uma substância desenvolvida há mais de 20 anos por pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC), da USP.

Mas, ao contrário do que se poderia supor, a (boa?) notícia tem se transformado em um peso a mais para muitos que enfrentam a árdua batalha contra o câncer. Isto porque a fosfoetanolamina não tem registro na Anvisa, o que significa que não foram realizados os testes clínicos necessários para comprovar a sua eficácia e, desta forma, a substância não pode ser considerada um medicamento.

Na prática, isto quer dizer que a fosfoetanolamina não pode ser comprada nas farmácias, não tem bula com orientações sobre eventuais reações adversas e, pior: atualmente a pílula só é obtida mediante liminar judicial — e mesmo assim é preciso entrar na fila de espera pela substância.

Procurada pela reportagem do Opinião e Notícia, a Anvisa reiterou sua posição oficial, afirmando que “antes de qualquer medicamento ser disponibilizado para uso no Brasil, é necessária a avaliação de ensaios clínicos. Essa análise tem por finalidade atestar a eficácia e a segurança do produto que será registrado como medicamento no país”.

Ainda de acordo com a Anvisa, no caso da fosfoetanolamina, a agência “não recebeu qualquer pedido de avaliação para registro desta substância, tampouco pedido de pesquisa clínica, que é a avaliação com pacientes humanos. Isto significa que não há nenhuma avaliação de segurança e eficácia do produto realizada com o rigor necessário para a sua validação como medicamento”.

Em entrevista ao Opinião e Notícia, o médico oncologista Rodrigo Leijoto ressalta que a fosfoetanolamina é uma substância que foi testada mesmo apenas em ratos: “ainda não temos um estudo completo, com todas as fases necessárias, para determinar sua eficácia e, principalmente, se ela é segura. Não sabemos se ao invés de ajudar, estamos colocando em risco a vida dos pacientes”.

Apesar de inúmeros relatos de pacientes que se dizem até mesmo curados após iniciarem um tratamento experimental com a fosfoetanolamina, Leijoto diz que acha “difícil uma substância ser eficaz contra todos os tipos de câncer”. Ainda de acordo com o oncologista, “a cada dia temos mais certeza de que dentro de um mesmo tipo de neoplasia, cada paciente reage de uma maneira. Podemos utilizar o exemplo de duas pacientes com câncer de mama com as mesmas características e com comportamentos completamente diferentes. Mesmo com o mesmo tratamento terão respostas diferentes. A biologia é diferente. Cada vez mais os tratamentos são personalizados e tentamos ter um alvo específico para cada paciente, para cada célula”.

Em uma audiência pública no Senado, o principal pesquisador da suposta “pílula anticâncer”, o professor de Química aposentado Gilberto Chierice, afirmou, no entanto, que a fosfoetanolamina foi sim testada em humanos. O teste teria sido realizado pelo Hospital Amaral Carvalho, de Jaú, no interior paulista, seguindo regras do Ministério da Saúde, quando a Anvisa ainda não existia.

Chiriece disse ainda que os documentos que comprovam a pesquisa estariam com o hospital. Procurados por uma reportagem do Portal Uol, o hospital e o ministério afirmaram, por sua vez, que desconhecem qualquer teste clínico com a substância.

Em uma tentativa de solucionar a polêmica, o Ministério da Saúde criou um grupo de trabalho para apoiar os estudos clínicos da fosfoetanolamina, a fim de verificar se ela “é ou não eficaz e por fim a essa celeuma”. A pasta recomenda, entretanto, que os pacientes não utilizem a substância “até que os estudos sejam concluídos”.

Em nota, a USP afirmou que a “fosfoetanolamina foi estudada de forma independente pelo Professor Doutor Gilberto Orivaldo Chierice” e que “chegou ao conhecimento do IQSC que algumas pessoas tiveram acesso à fosfoetanolamina produzida pelo citado docente (e por ele doada, em ato oriundo de decisão pessoal) e a utilizaram para fins medicamentosos”. A produção da substância, que era distribuída gratuitamente por Chierice e sua equipe, no entanto, foi interrompida no ano passado em virtude do que dispõe a legislação federal sobre drogas com a finalidade medicamentosa.

Mas centenas de pessoas conseguiram na Justiça liminares obrigando a universidade a continuar distribuindo a fosfoetanolamina sintética. Apesar disso, o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo autuou, no último dia 28, o IQSC pela produção da substância.

Em meio a toda esta confusão estão os pacientes e seus familiares, muitas vezes em busca de um milagre para um estágio já avançado de câncer. Alguns estão deixando os tratamentos convencionais de lado, substituindo-os pela ingestão da fosfoetanolamina. Para o oncologista Rodrigo Leijoto, a postura destas pessoas é equivocada: “acho muito arriscado e perigoso, pois temos um tempo precioso para realizar o tratamento, e se perdermos o tempo certo o paciente pode ter perdido a oportunidade de aumentar seu tempo de vida ou até ficar livre da doença”.

Em entrevista ao portal G1, o pesquisador Gilberto Chierice explicou que, com a ingestão das cápsulas de fosfoetanolamina, as células cancerosas são mortas e o tumor desaparece entre seis e oito meses de tratamento. O pesquisador ressalta, entretanto, que o período pode variar de acordo com cada sistema imunológico.

Na última quinta-feira, dia 05 de novembro, Chierice afirmou à GloboNews que mais de 40 mil pessoas já tomaram a fosfoetanolamina e muitas ficaram curadas. Ainda de acordo com o pesquisador, alguns médicos que se recusam a indicar a substância aos seus pacientes já o procuraram após terem familiares com o diagnóstico de câncer.

Também em entrevista à GloboNews, Gustavo Fernandes, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia, destacou que dezenas de moléculas promissoras não se comprovaram como medicamentos, por isso a necessidade de cumprir todos os procedimentos oficiais para atestar a segurança e a eficácia da fosfoetanolamina.

Há quem acredite em um complô do setor farmacêutico para encobertar a descoberta da cura do câncer, uma vez que cada cápsula de fosfoetanolamina é produzida por menos de R$ 0,10. Há, por outro lado, quem acredite em oportunismo dos pesquisadores envolvidos. Há quem condene a criação do mito de uma droga milagrosa. Há ainda quem fale em efeito placebo, em que a esperança na substância traz efeitos positivos. Há também quem diga que qualquer relato de melhora por causa da substância deve ser visto apenas como uma percepção e nada mais. Há, enfim, pessoas que querem ter o direito de tentar. Podemos negar?

set
20

CUIDADO COM A DEPRESSÃO PÓS CÂNCER DE PRÓSTATA

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Serviços     Tags , ,

pttNo Brasil, sete em cada dez casos de câncer no homem é na próstata. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), anualmente são registrados 70 mil novos casos. Quando o diagnóstico é feito na fase inicial, a taxa de cura chega a 90%. Porém, mesmo com o sucesso no tratamento, é possível que apareçam algumas consequências da cirurgia, como a incontinência urinária – que segundo estudos é uma das condições mais degradantes para o homem, considerada o “câncer social”.

Para o urologista Valter Muller, chefe do serviço de urologia do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, a condição pode causar até depressão. “O homem não consegue ter convívio social nem sexual. Acredita que está sempre cheirando urina, tem medo de sair de casa e passar por um sufoco. E essa situação pode sim causar uma depressão – porque ele acredita que aquilo não terá cura”, explica Muller.

O esfíncter – músculo em formato de anel que controla o ato de urinar – é muito próximo da próstata e pode ser comprometido durante a retirada da glândula, perdendo sua capacidade de reter urina. “Não existe uma pré-disposição para ser incontinente. O que nós percebemos no consultório é que quanto mais velho o paciente, mais chances de a musculatura do esfíncter ser afetada pela operação”, explica o urologista.

Tratamentos – Engana-se quem acredita que a condição não tem cura. Nos casos mais simples, é possível fazer fisioterapias com exercícios simples ou até com radiofrequência para ativar a musculatura do esfíncter. “Nos pacientes mais complexos, é possível substituir o esfíncter com uma operação, utilizando um esfíncter artificial “, comenta o especialista.

A prótese fica totalmente contida no corpo e possui uma bombinha dentro do saco escrotal que permite ao homem liberar a urina quando tiver vontade. No restante do tempo, o esfíncter permanece fechado. A incontinência urinária grave atinge 10% dos pacientes com incontinência que, sem tratamento, precisam recorrer às fraldas. “As terapias devolvem o conforto e autoestima do homem”, garante o urologista.

Fonte: Maxpress

ago
29

FUMO É O MAIOR RESPONSÁVEL PELO CÂNCER BUCAL

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Serviços     Tags , , ,

fumoO hábito de fumar é o principal causador do câncer bucal, doença que mata anualmente mais de três mil brasileiros e é o 6º tipo de câncer mais comum em homens e o 8º em mulheres. O tema ganha relevância porque neste sábado (29), celebra-se o Dia Nacional de Combate ao Fumo.

O câncer bucal pode afetar o lábio ou qualquer um dos elementos da cavidade oral, ou seja, língua, gengivas, palato duro, mucosa bucal e o assoalho da boca. Quando em estágio avançado, os sintomas envolvem a dificuldade para falar, mastigar e engolir, além de emagrecimento acentuado, dor e a presença de caroços no pescoço.

Estudos revelam que o individuo que fuma 20 cigarros por dia tem risco dez vezes maior de desenvolver câncer bucal. “O tabaco também pode afetar o sistema imunológico e diminuir a salivação. Quando isso acontece, a proteção e a limpeza da cavidade bucal fica comprometida”, lembra o cirurgião dentista  e diretor do Instituto de Previdência e Assistência Odontológica (INPAO Dental), José Henrique de Oliveira.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o principal sintoma deste tipo de câncer é o aparecimento de feridas na boca que não cicatrizam em uma semana. Outros sintomas são ulcerações superficiais, com menos de 2 cm de diâmetro, indolores (que podem sangrar ou não) e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa bucal.

“Além de terem o dobro de chance de perder os dentes, os fumantes também podem encontrar dificuldade em realizarem com sucesso procedimentos de implantes osteointegráveis para substituição de dentes ausentes”, afirma o cirurgião dentista. “Isso sem falar no agravamento de outras questões menos complexas, como o desenvolvimento do mau hálito e o escurecimento dos dentes”, completa.

Para minimizar esses riscos, o ideal é que o fumante visite a cada seis meses seu cirurgião dentista para prevenir eventuais lesões ou possibilitar uma intervenção precoce, caso seja necessário.

Com quase cinco mil compostos químicos, o cigarro é responsável por diversas outras doenças. A principal delas é o câncer de pulmão, mas o cigarro também pode causar câncer de boca, impotência sexual, gangrena em partes do corpo (diminuição da circulação do sangue), entre outros danos.

Fonte: DINO

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