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nov
12

Estreia o programa “Universalidade Cristã”, na Rádio Revelação 105,1 FM

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Olinda     Tags , , , ,

Estreou na tarde desta segunda-feira (12), na Rádio Revelação FM 105,1, do bairro de Aguazinha (Olinda), o programa Universalidade Cristã, com músicas edificantes, informação, estudo do Evangelho e entretenimento.

O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 16h às 18h, sob o comando de Edvan Ratis, o mais novo locutor e apresentador da emissora, que há mais de nove anos atende os ouvintes com programação para o segmento evangélico/gospel e comunitário.

Na promoção do diálogo interreligioso, o programa Universalidade Cristã, vem quebrar paradigmas, tabus e desmistificar à luz das máximas contidas no Evangelho que todos somos irmãos em Cristo e filhos de Deus, independente da crença, dogma ou da religião que um acredita ou segue.

“A proposta promete tentar unir católicos, protestantes, espíritas, neopentecostais, pentecostais, afrodescendentes e outras denominações à sintonia das músicas edificantes e reflexões de paz, amor, fraternidade e de solidariedade que serão repassadas ao longo dos programas, além de divulgar o Evangelho para os não cristãos, respeitando o livre arbítrio de cada indivíduo e o Estado Laico do nosso país”, explica Edvan Ratis.

O ouvinte, através do telefone 3443.2665, poderá interagir com o locutor, pedindo músicas e orações, ou divulgando eventos da comunidade religiosa da qual faz parte. O programa pode ser acompanhado pelo rádio portátil, na frequência FM 105,1; pelo smartphone, notebook, PC, tablet ou qualquer outro dispositivo móvel, através do endereço eletrônico http://www.revelacaofm.com.br ou pelo www.radios.com.br.

nov
8

SBT revive slogan e músicas do período da ditadura

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Brasil     Tags , ,

Sabrina Freire

O SBT exibiu na última terça-feira (06) uma série de vinhetas com tons nacionalistas em meio à programação diária. Em uma delas, a voz oficial da emissora, do locutor Carlos Roberto, anuncia: “Brasil, ame-o ou deixe-o”. A frase ficou conhecida como slogan do período da ditadura militar brasileira, associada à repressão de movimentos e ideias contrárias ao governo.

O slogan começou a ser usado no início dos anos 1970, durante o governo do general Emílio Garrastazu Médici. Era o auge da repressão aos movimentos de oposição, do controle midiático. O discurso oficial no país era de que “os incomodados que se retirem“. O uso de adesivo com a frase “Brasil, ame-o ou deixe-o” tornou-se popular.

A frase, na verdade, foi copiada do slogan “USA, love or leave it”, usado pelo establishment dos EUA no auge da Guerra do Vietnã. Era uma espécie de chamamento patriótico em contraposição aos movimentos pacifistas e de luta em defesa dos direitos humanos.

Uma das vinhetas atuais do SBT apresenta imagens de pontos turísticos do Brasil, tendo como música de fundo o início do Hino Nacional. Além dela, foram exibidas pelo menos quatro vinhetas nacionalistas com 15 segundos cada.

Questionada sobre o motivo da execução das vinhetas e até quando irão ao ar, a assessoria de imprensa do SBT informou ao Poder360 que a emissora não comentará o assunto “por questões estratégicas”.

Silvio Santos, dono da emissora, manteve estreita relação com os presidentes militares. O empresário e apresentador também tinha um quadro no seu programa dominical chamado “A semana do presidente”, para bajular os presidentes generais. Havia outro quadro chamado “Qual é o ministro”, para explicar quem eram os ministros dos governos militares.

Fonte: Poder360
abr
27

Evento discute hoje no Recife o fenômeno das fake news

Acadêmicos, políticos, juristas e profissionais da mídia se reúnem na tarde desta sexta-feira (27) para discutir o efeito das notícias falsas nas redes sociais. O debate, intitulado “(Des)Informação e Fake News”, acontece a partir das 13h, na Galeria de Artes Digitais do Apolo 235 – Porto Digital, no Bairro do Recife.

O objetivo do evento é discutir o teor político das fake news, o impacto da propagação dessas informações no processo democrático e a complexidade no combate aos seus efeitos. A ideia foi reunir representantes de alguns setores para o debate em torno do tema.  

O evento é gratuito e será composto por duas mesas-redondas: “O que é Fake, o que é News? A Construção da Opinião Pública” e “Iniciativas Legislativas de Controle da Informação”. 

A realização é do Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife (IP.rec), um coletivo (ou think tank) de estudos sobre direito e tecnologia com uma perspectiva multidisciplinar. Das 13h às 17h.

 

fev
28

O valor da verdade na era do fake news

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

Paulo Nassar – Professor-titular da ECA/USP e presidente da Aberje

Já dizia o filósofo e escritor italiano Umberto Eco: “O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade.” Segundo ele, os “idiotas da aldeia” tinham o direito à palavra em um bar após uma taça de vinho, mas sem prejudicar a coletividade. Com o advento das redes sociais, no entanto, hoje eles “têm o mesmo direito à palavra de um Prêmio Nobel”.

A teoria de Eco é comprovada por um levantamento realizado pelo Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso à Informação da USP, na semana que antecedeu a votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, em abril de 2016. A diligência, que investigou mais de 8 mil reportagens publicadas em jornais, revistas, sites e blogs no período, concluiu que três das cinco notícias mais compartilhadas no Facebook eram falsas. Juntos, os textos tiveram mais de 200 mil compartilhamentos, o que nos leva a crer que mais de 1 milhão de pessoas tenham sido impactadas por notícias falsas em menos de uma semana.

A má notícia (e essa não é falsa) é que a onda de inverdades não se restringiu ao processo de impeachment de Dilma Rousseff — ela está presente em nosso dia a dia e hoje influencia discussões nas mais diferentes áreas, da política ao esporte, passando pela economia e a cobertura ambiental. Vivemos a era do “fake news”, onde blogs com interesses escusos deturparam o princípio básico do jornalismo, que é a imparcialidade, para manipular a opinião pública de acordo com os interesses de determinados grupos.

Nos últimos anos, essa se tornou uma atividade altamente lucrativa — talvez até mais rentável que o jornalismo de verdade. Prova disso é que atualmente existe uma verdadeira indústria que movimenta bilhões de dólares por ano através dos fake facts.

Mas nem só de blogs sujos vive o fake news. Em um momento de debates polarizados, de “nós contra eles”, muitos profissionais da área têm misturado jornalismo com ativismo, levando a desinformação até mesmo aos veículos que gozam de credibilidade junto ao seu público. O que pouca gente se dá conta é que notícias falsas ou coberturas jornalísticas tendenciosas podem afetar não somente a política, como também pessoas e empresas, destruindo a reputação e gerando prejuízos bilionários às corporações.

O jornalismo, não como empresa, mas como instituição, precisa criar um escudo para se proteger dessas práticas obscuras e não ser predada pelo fake news. É cada vez mais necessário zelar pela história, valores e princípios dos veículos tradicionais — e sobretudo pela credibilidade conquistada por eles ao longo de décadas. Muitos desses meios de comunicação contam atualmente com checadores profissionais de informações, uma arma eficiente na busca pela diferenciação. Outros apostam em parcerias com empresas especializadas em checagem de notícias, um negócio novo, mas que se tornou altamente relevante nos dias de hoje.

Até mesmo companhias como o Facebook, o Google e o Twitter — que não produzem conteúdo, apenas os distribuem entre seus usuários — vêm investindo fortemente em ferramentas de checagem, buscando aumentar a credibilidade dos seus serviços.

Mas a busca pela verdade, é preciso dizer, não é uma tarefa exclusiva dos veículos de comunicação. Do lado do leitor, também é preciso cuidado para interpretar as notícias, avaliar a credibilidade de quem as veicula e, principalmente, não colaborar para a difusão de conteúdos falsos, uma tarefa que acaba dificultada pelo cunho ideológico dos principais virais.

A luta contra o fake news precisa ser encarada como uma via de mão dupla. Se por um lado é preciso criar uma relação de confiança com o leitor, esse, por sua vez, precisa valorizar as fontes confiáveis. Em tempos de pós-verdade, somente o bom jornalismo pode fazer a diferença para a sociedade. Essa é a informação que vale.

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