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fev
5

Três anos e meio à espera de respostas sobre acidente que vitimou Eduardo e sua equipe

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Brasil     Tags , ,

Três anos e seis meses após o trágico acidente aéreo que vitimou o ex-governador Eduardo Campos (PSB) e sua equipe de campanha presidencial, em 13 de agosto de 2014, o caso permanece em suspenso: nenhuma solução foi encontrada, o que tem levado familiares a pressionarem o desfecho das investigações. Diante da falta de respostas, continuam no ar uma série de interrogações. A tragédia seria decorrência de falha humana, falha do equipamento, sabotagem ou problema com o controle do solo? 



Essas são algumas das hipóteses levantadas pelos familiares. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) já concluiu o seu inquérito e apontou falha humana como o motivo. Segundo o órgão, o piloto Marcos Martins e o copiloto Geraldo Magela da Cunha não teriam o curso especifico para pilotar a aeronave, um Cessna Citation, o que foi contestado pela família de Campos e dos pilotos. No relatório, o Centro aponta falta de experiência do piloto com o jato e a decisão de encurtar o procedimento de aterrissagem, descumprindo manual de pouso.

Em agosto do ano passado, a juíza Alessandra Nuyens Aguiar, da 4ª vara federal de Santos, ampliou o prazo de investigação da Policia Federal (PF). Mas, até o momento, a PF, que tem a prerrogativa de apontar o motivo e os culpados criminalmente, ainda não chegou a uma conclusão. 

O curioso é que igualmente complexo, o acidente que envolveu o ex-ministro do STF, Teori Zavascky, que era relator de vários processos polêmicos da Operação Lava Jato, teve o seu caso concluído em pouco mais de um ano, tanto no âmbito da Aeronáutica como no da PF.

Frustração
À família do ex-governador Eduardo Campos – além dos familiares das outras seis pessoas que também faleceram no episódio – fica a frustração e o desejo da celeridade no inquérito. 

“Aguardamos com preocupação a demora na conclusão do inquérito policial federal do acidente que vitimou Eduardo Campos e outros companheiros”, disse o irmão Antônio Campos, que recentemente ajuizou uma produção de provas em Santos, que está em tramitação, que contesta a versão do Cenipa.

Segundo Antônio, o relatório do órgão protege as Forças Armadas de qualquer responsabilidade. “A Aeronáutica autorizou indevidamente a aproximação e o pouso da aeronave na Base Aérea de Santos, o que gera responsabilidade civil, o que é objeto de prova nessa ação, para subsidiar ação de indenização por perdas e danos a ser ajuizada na sequência. Ato continuo, o relatório do CENIPA não merece prosperar, por esse e por outros aspectos”, escreveu Antônio na ação. “Vamos cobrar a conclusão do inquérito, desde que haja segurança para terminá-lo já”, disse Campos. Entre tantas as possibilidades para o acidente, o irmão do ex-governador não descarta possível sabotagem.

Enquanto o processo não chega a um desfecho, está tudo travado. Indenizações de todas as partes envolvidas no acidente ainda não foram resolvidas. De acordo com o advogado da família Campos, José Henrique Wanderley Filho, o processo já deveria estar concluído. Entretanto, ele minimizou o atraso. “Certamente a Polícia Federal está fazendo a reconstituição”. 

De acordo com José Henrique, a família de Eduardo só deverá se pronunciar assim que as investigações forem concluídas. A Polícia Federal (PF) de Santos, que conduz as investigações, foi procurada pela reportagem para falar sobre o assunto, mas, até o fechamento desta edição, não retornou as ligações. Os outros profissionais que morreram na queda do avião são: o assessor Carlos Augusto Leal Filho (Percol); o fotógrafo Alexandre Severo e Silva; o cinegrafista Marcelo de Oliveira Lyra; o ex-deputado federal e assessor Pedro Valadares Neto, e os pilotos Geraldo Magela Barbosa da Cunha e Marcos Martins.

Fonte: Folha PE

nov
8

TRIBUNAL FEDERAL ARQUIVA OPERAÇÃO TURBULÊNCIA

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Brasil     Tags , ,

Os desembargadores da Segunda Turma do Tribunal Regional Federal da 5.ª Região (TRF5), em Recife, decretaram nesta terça-feira, 08, o arquivamento da Operação Turbulência – eduardo-campos-a-frente-do-jato-cessna-rene-moreira-estadaoinvestigação sobre organização criminosa que teria lavado dinheiro no financiamento da campanha presidencial de Eduardo Campos (PSB), morto em 2014 vítima de um acidente aéreo na cidade de Santos, litoral de São Paulo.

Turbulência foi deflagrada pela Polícia Federal em junho de 2016. O Ministério Público Federal em Pernambuco denunciou dezoito investigados por crimes contra o sistema financeiro, pagamento de propinas e lavagem de dinheiro procedente de obras públicas superfaturadas.

A decisão da Corte federal pelo arquivamento da Turbulência foi tomada por dois votos a um. Os desembargadores concluíram que a investigação não apontou provas.

Segundo o Tribunal, a denúncia da Procuradoria da República não apontou como exatamente ocorreu a prática de lavagem de dinheiro e nem indicou os supostos beneficiários e valores.

Fonte/Imagem: Estadão

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