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nov
16

Paulo Câmara quer aumentar imposto até de copos e canudos descartáveis

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Economia     Tags , , ,

O governador Paulo Câmara (PSB) enviou para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) um projeto que aumenta em 2% o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de diversos produtos. A medida visa ampliar a arrecadação do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecep), de onde sairá o pagamento do 13º do Bolsa Família, promessa de campanha eleitoral.  

O projeto, que já está na Assembleia Legislativa, prevê o aumento do ICMS de bebidas alcoólicas, refrigerantes, veículos novos com preço igual ou inferior a R$ 50 mil, motos de mais de 250 cilindradas, jóias, bijuterias, etanol, água mineral em embalagem não retornável, saco plástico, copo plástico e canudos. No caso dos descartáveis, por exemplo, o ICMS vai passar de 18% para 20%. 

Na mensagem encaminhada à Alepe, Paulo Câmara afirma que a ação é “voltada ao atendimento de necessidades básicas de subsistência da população social e economicamente vulnerável”. Além disso, “prevê medidas pontuais de política tributária, indispensáveis ao enfrentamento de um cenário econômico ainda desfavorável, situação que no âmbito do Estado de Pernambuco continua a ensejar permanentes e rigorosas ações de ajustes na gestão da máquina pública”.

A proposta que institui o pagamento do 13º do Bolsa Família de até R$ 150,00 também foi encaminhada a Alepe no mesmo pacote, através da criação do Nota Fiscal Solidária. No Estado são cerca de 1,1 milhão de pessoas beneficiadas pelo programa e o pagamento será baseado na contabilidade de pontos adquiridos em cada compra, nos estabelecimentos com emissão da nota fiscal, de itens da cesta básica a partir de março de 2019.

nov
16

O verdadeiro desafio do juiz Sérgio Moro no Ministério da Justiça

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , , ,

Uranio Bonoldi – Consultor

No dia 01 de novembro, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato na Primeira Instância, aceitou ser Ministro da Justiça a convite do presidente eleito Jair Bolsonaro.

A escolha do magistrado para o cargo reforçou o discurso de Bolsonaro durante a sua campanha, fortemente marcada pelo combate à corrupção. Já Sérgio Moro declarou que ao assumir o cargo vai conseguir consolidar os avanços contra o crime e a corrupção presentes nos últimos anos, ou seja, a Operação Lava Jato.

Um caso curioso desta história é que Moro sempre se apresentou, ao longo da sua carreira, como um profissional orgulhoso do seu distanciamento político. Em 2006, o juiz chegou a dizer em uma entrevista que não tinha a menor intenção de entrar para política. Mas o que será que levou o magistrado a aceitar o convite para o cargo?

Ao que parece, Sérgio Moro voltou atrás da sua afirmação alegando que não “se vê como um político verdadeiro”. Diz que seguirá para fazer um trabalho eminentemente técnico de um juiz a cargo do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Disse ainda que, como ministro, vai trabalhar com aquilo que conhece, que é a Justiça.

Um ponto aqui a ser ressaltado é que já faz algum tempo que a Lava Jato tem sido alvo de críticas ao passar dos seus limites e objetivos, tomando um ar concretamente político. Mas será que vale essa crítica, uma vez que foram condenados políticos de quase todos os partidos, além de inúmeros empresários? Independente dos fatos expostos, como já dito anteriormente, a nomeação do magistrado como Ministro da Justiça, atende muito bem ao objetivo e discurso proferido pelo futuro presidente durante a campanha nas eleições presidenciais.

Por melhor que possa ter sido o seu desempenho à frente da Operação Lava Jato, Sérgio Moro terá um grande desafio pela frente: atender a vontade da população, em ter uma política harmoniosa e livre de esquemas de corrupção e, ao mesmo tempo, criar meios eficientes de combate ao crime organizado.

Para tanto, o futuro super ministro pretende criar forças-tarefa, levando “nomes” da Operação Lava Jato para integrar a sua equipe. Tudo indica que ele sabe exatamente o que deve fazer, e como, para que o brasileiro volte a ter um ambiente sadio para o trabalho e venha a experimentar um crescimento econômico sustentável, com justiça e segurança pública.

Expresso aqui, boa sorte ao futuro Ministro da Justiça e da Segurança Pública do Brasil!

nov
13

Mendonça Filho diz que Paulo Câmara “vendeu gato por lebre” ao prometer 13° para o Bolsa Família

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Olinda     Tags , ,

O deputado federal e ex-ministro, Mendonça Filho (DEM), criticou o  governador Paulo Câmara por “vender gato por lebre” na campanha eleitoral com a proposta de dar o 13° para os beneficiários do Bolsa Família.

“Foi um estelionato eleitoral duplo: para o eleitor que não foi avisado que iria pagar mais impostos por isso; e para os beneficiários que para receber o 13° prometido terão de participar de um programa de acúmulo de pontos com nota fiscal de compra de itens de cesta básica, para ter direito a R$ 150,00″, denunciou Mendonça.

Mendonça criticou Paulo Câmara por fazer campanha baseada em mentiras, apresentando Pernambuco como um paraíso de um conto de fadas. “Infelizmente a maioria do eleitorado votou acreditando e, agora, começa a sentir a realidade com o aumento de impostos e o fechamento de serviços de saúde como o da Fundação Altino Ventura em Arcoverde, deixando cerca de 1.300 pacientes do Sertão sem a medicação, sem atendimento e sem as cirurgias já agendadas”, afirmou.  

Segundo Mendonça, é absurdo o Governo querer compensar a má gestão com aumento de 2% no ICMS de itens como bebidas alcoólicas, refrigerantes e descartáveis, para ampliar a arrecadação do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecep), de onde deve sair o pagamento do 13º do Bolsa Família. 

nov
8

SBT revive slogan e músicas do período da ditadura

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Brasil     Tags , ,

Sabrina Freire

O SBT exibiu na última terça-feira (06) uma série de vinhetas com tons nacionalistas em meio à programação diária. Em uma delas, a voz oficial da emissora, do locutor Carlos Roberto, anuncia: “Brasil, ame-o ou deixe-o”. A frase ficou conhecida como slogan do período da ditadura militar brasileira, associada à repressão de movimentos e ideias contrárias ao governo.

O slogan começou a ser usado no início dos anos 1970, durante o governo do general Emílio Garrastazu Médici. Era o auge da repressão aos movimentos de oposição, do controle midiático. O discurso oficial no país era de que “os incomodados que se retirem“. O uso de adesivo com a frase “Brasil, ame-o ou deixe-o” tornou-se popular.

A frase, na verdade, foi copiada do slogan “USA, love or leave it”, usado pelo establishment dos EUA no auge da Guerra do Vietnã. Era uma espécie de chamamento patriótico em contraposição aos movimentos pacifistas e de luta em defesa dos direitos humanos.

Uma das vinhetas atuais do SBT apresenta imagens de pontos turísticos do Brasil, tendo como música de fundo o início do Hino Nacional. Além dela, foram exibidas pelo menos quatro vinhetas nacionalistas com 15 segundos cada.

Questionada sobre o motivo da execução das vinhetas e até quando irão ao ar, a assessoria de imprensa do SBT informou ao Poder360 que a emissora não comentará o assunto “por questões estratégicas”.

Silvio Santos, dono da emissora, manteve estreita relação com os presidentes militares. O empresário e apresentador também tinha um quadro no seu programa dominical chamado “A semana do presidente”, para bajular os presidentes generais. Havia outro quadro chamado “Qual é o ministro”, para explicar quem eram os ministros dos governos militares.

Fonte: Poder360
nov
7

Extinção da Decasp pode levar oposição a federalizar casos de corrupção em Pernambuco

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Pernambuco     Tags , ,

O senador Armando Monteiro (PTB) afirmou, nesta quarta-feira (07), que a extinção da Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), conhecida pelo combate à corrupção em Pernambuco, é “muito estranha” e que a tramitação do projeto de lei, na Assembleia Legislativa (Alepe), em regime de urgência, “não ouviu a população pernambucana” e gerou discordâncias entre setores da Polícia Civil do Estado, da sociedade e especialistas, que veem a medida como um retrocesso. Além de extinguir a Decasp, o projeto aprovado em poucas sessões pelo Governo do Estado exclui também a Delegacia de Crimes contra a Propriedade Imaterial (Deprim).

“Considero algo muito estranho, que logo após as eleições, depois que algumas investigações e alguns inquéritos estão em curso e alcançaram figuras até ligadas a esse sistema dominante em Pernambuco”, questionou Armando, em entrevista à Rádio Jornal Caruaru.

“Passa a eleição e imediatamente se apresenta uma proposta de reestruturação, sem discussão, atropelada, que até hoje não foi bem explicada à população. Ninguém consegue entender o porquê dessa pressa. Por que, de repente, você teve que fazer uma reestruturação dessa? Eu considero no mínimo estranho que essa coisa tenha sido feita dessa forma, no apagar das luzes do ano legislativo, sem uma discussão maior com alguns setores e sobretudo levando em conta que essa é uma delegacia que apura exatamente os crimes contra a gestão”, acrescenta Armando. 

O senador pernambucano defendeu ainda que a delegada titular da Decasp, Patrícia Domingues, deveria ser mantida à frente dos inquéritos que estão abertos. “Nós gostaríamos que o governo pudesse explicar esse projeto, mas é fundamental que a delegada titular, que vinha desenvolvendo um trabalho extraordinário, permaneça à frente dos inquéritos abertos. Cabe agora indagar se ela vai continuar à frente dos trabalhos ou se com esta reestruturação ela será afastada das investigações. Essa é uma pergunta que nós gostaríamos que o governo pudesse responder, porque é fundamental que a delegada continue vinculada a estes inquéritos e a essas investigações, porque, do contrário, ficará a ideia de que tudo isso se fez para afastar a titular da antiga Decasp, com um trabalho extraordinário, reconhecido por todos, que realizou mais de 15 operações, prendendo empresários e políticos”. 

Para Armando, caso exista alguma suspeita sobre as mudanças e a tramitação dos inquéritos abertos, poderá haver federalização dos casos de corrupção em Pernambuco. “Embora tendo muito apreço à Polícia Civil de Pernambuco, reconhecendo que ela tem quadros muito qualificados, se amanhã ficar claro que essa delegada foi afastada das investigações, nós vamos ter que avaliar se não seria o caso de federalizar, de colocar a própria Polícia Federal para concluir essas investigações, porque fica a ideia de que o Governo do Estado possa não ter a isenção necessária para conduzir de alguma forma esse processo”, argumentou.

nov
4

Fim de um ciclo

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

Celso Tracco – Economista

A eleição presidencial de 2018 foi histórica em muitos aspectos e talvez o seu resultado possa mudar o rumo da, ainda jovem, democracia brasileira.

O primeiro aspecto que devemos observar é que o Partido dos Trabalhadores (PT) participou de todas as eleições diretas para presidente desde 1989. Sempre foi uma participação de protagonista, ficando em 2º lugar em 1989, 1994, 1998 e 2018 e vencendo em 2002, 2006, 2010 e 2014.

Isto não é de se desprezar, afinal o partido foi fundado em 1980 e sua estrutura surgiu de uma inusitada união entre intelectuais acadêmicos de esquerda e uma forte base sindical. Operacionalmente, para alcançar uma rápida capilaridade, usou, entre outras estratégias, a rede das Comunidades Eclesiais de Base da Igreja Católica (CEB’s). Com isso, tomou conta das periferias, sempre muito carentes, das grandes cidades.

Na década de (19)80 o país já dava muitos sinais de cansaço e esgotamento do regime militar, instaurado em 1964. Além disso, na economia, a década de (19)80 ficou conhecida como a década perdida, com baixíssimo crescimento. Há de se reconhecer, politicamente falando, que ninguém soube aproveitar melhor essas condições do que o PT. Sendo oposição e perdendo, nas eleições de 1989, 1994 e 1998, chegou ao poder em 2003, permanecendo até o final de 2015, quando se iniciou o processo de impeachment da então presidente, Dilma Rousseff. Em 2018, o PT chegou mais uma vez ao segundo turno, mesmo em condições muito adversas, pois o seu principal dirigente político está preso desde abril.

O segundo aspecto é que tivemos o improvável surgimento da candidatura de um ex-capitão do Exército que se tornou deputado federal em 1990 e sempre foi, na sua vida pública, um opositor ferrenho do PT. Destacou-se mais pelo seu tipo de comunicação, severo e autoritário, do que pelos seus feitos parlamentares.

Na verdade, Jair Bolsonaro nunca usou uma estrutura partidária. Na sua vida parlamentar, já passou por oito partidos, o que prova que o sistema político brasileiro está desgastado, é anacrônico e não representativo. Com seu discurso de extrema-direita, de ordem e progresso e de liberalismo econômico, um parlamentar sem dinheiro, sem apoio partidário, sem tempo de televisão, sem apoio da mídia e baseando sua comunicação com os eleitores via mídias sociais, derrotou os maiores partidos brasileiros de forma inapelável. PSDB e PT, que protagonizaram as eleições por 20 anos, enlameados por muitos escândalos de corrupção e desgoverno, foram democraticamente rejeitados nas urnas.

A alternância de poder é saudável, mas infelizmente o poder corrompe. O PT, em certo sentido, foi vítima do seu próprio veneno. Encastelado no poder, esqueceu-se das suas origens, das periferias. Não promoveu nenhuma das reformas necessárias e o seu populismo de esquerda levou o país à maior recessão da sua história.

Paradoxalmente, o PT promoveu altas taxas de desemprego, um déficit fiscal gigantesco e a paralisia da economia. Parece que não queremos aprender com a história. As mesmas condições que levaram o PT do nada ao centro do poder, o derrubaram pela sua ganância, corrupção e distanciamento das suas origens. A história se repete. Esperemos, para o bem do país, que o fim seja diferente.

out
31

Armando avalia como erro fusão de ministérios: “O Brasil não precisa de um czar na economia”

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Economia     Tags , ,

O senador Armando Monteiro (PTB) avaliou como um erro do governo eleito a ideia de criar o superministério da Economia, fundindo Fazenda, Planejamento e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Líder empresarial e ex-ministro da Indústria, Armando criticou as declarações sobre o setor produtivo feitas pelo futuro ministro, Paulo Guedes.

Na avaliação do senador pernambucano, a fusão dos ministérios da Agricultura e Meio Ambiente é uma medida “extravagante”, além de afirmar que as mudanças não trarão economia aos cofres públicos. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida por Armando ao programa de Geraldo Freire (Rádio Jornal – Recife), na manhã desta quarta-feira (31):

Sobre declarações de Paulo Guedes

“Vamos salvar a indústria apesar dos economistas. Eu vejo muito mal uma posição de alguém que ainda não assumiu a pasta, de alguém que não detém uma maior experiência na gestão pública, que não faz uma interlocução com os setores da chamada economia real e já sai, antes mesmo de assumir, revelando preconceitos, criando uma indisposição com os setores. É um mau sinal. Ele precisa compreender adequadamente a natureza das demandas”.

Superministério da Economia

“Essa ideia de superministério foi adotada ao tempo do Governo Collor e não deu certo. O Brasil não precisa de um czar na economia. Evidentemente que a política econômica precisa de uma coordenação fina entre a política monetária, a política cambial, a política fiscal, mas no mundo inteiro os setores produtivos se representam através de um canal próprio no governo, o que não significa dizer que não passe por uma mediação do ministro da Fazenda. Os países desenvolvidos possuem um Ministério da Indústria, porque você tem que ter essa interface com o setor produtivo”.

Extinção do Ministério da Indústria e Comércio Exterior

“Deixar de ter um canal de interlocução com o setor produtivo, secundarizar isso, é preocupante. O que é que será agora a área de indústria e comércio exterior? Vai ser uma secretaria vinculada a esse superministério da Economia. Você vai conferir poderes demais a esse ministro e vai tornar essa interlocução com os setores produtivos uma coisa secundária. Na experiência internacional, isso não existe. Lamento que essa questão possa ser resolvida de supetão. Essa figura do superministro não funciona, a meu ver, e lamento mais ainda que o ministro já chegue revelando tantos preconceitos. Lamento que isso possa ter sido decidido dentro de um grupo tão pequeno, sem ouvir os setores produtivos”.

Importância do Ministério

“O ministério tem uma estrutura, tem uma área que trata de política industrial e de todo o atendimento das demandas do setor industrial, tem uma área de comércio exterior, uma Secretaria de Comércio e Serviço que trata da situação da atividade comercial no país. Você recebe (demandas) de toda parte… da política comercial em relação ao mundo, a negociação dos acordos comerciais, toda a política de defesa comercial, antidumping, para proteger setores da indústria de práticas desleais de comércio. Portanto, o Mdic tem uma estrutura que foi formada ao longo do tempo e que atua fortemente na definição das políticas industriais, na gestão de todos os problemas na interlocução da indústria com o governo, na promoção dos acordos comerciais, na definição de políticas de defesa comercial e toda a interlocução com o setor comercial brasileiro. É uma entidade que cumpre um papel muito importante. Não estou dizendo isso porque fui ministro, é porque essa estrutura foi ao longo dos anos se fortalecendo”.

Fusão de Agricultura e Meio Ambiente

“Parece-me uma coisa totalmente equivocada. Meio ambiente não se refere apenas à Agricultura. Qualquer obra de infraestrutura passa por uma avaliação de meio ambiente. Se você discute, por exemplo, saneamento, isso tem uma interface na área de meio ambiente. Portanto, você colocar essa área dentro do Ministério da Agricultura é algo que me parece extravagante; não tem realmente sentido”.

Fusões sem redução de gastos

“Essas reduções de ministérios se apoiam em uma premissa que se revela ao final falsa, que é de que isso vai produzir uma grande economia na máquina pública. Na realidade, vão mudar as caixas. Essas estruturas dos ministérios que vão ser incorporados se transformam em secretarias, a estrutura permanece, e ao final essa economia não se confirma. Então, o que se faz é uma ação simplificadora que não resulta em ganhos de eficiência e desempenho da máquina pública”.

out
27

A limpeza necessária

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

O primeiro turno das eleições de 2018 teve vários perdedores: um deles foi a pesquisa eleitoral: os institutos erraram feio. Declaro não ser adepto da teorias da conspiração. Não creio que os resultados das pesquisas sejam manipulados, no entanto, acredito que as técnicas dessas pesquisas estão ultrapassadas e não refletem o real sentimento do eleitor. Elas erram tanto, que uma das explicações é que “o eleitor deixa para decidir no último momento”.

O segundo perdedor foi a grande imprensa, dita especializada em política. Sem dúvida ela não é mais formadora de opinião, pois afirmou que a renovação do Congresso seria mínima. Sequer deu espaço para os partidos “nanicos” ou desconhecidos, cujos candidatos se elegeram em grande número. Promoveu debates que tiveram repercussão perto de zero e, em alguns casos, como já aconteceu no passado, agiu com uma indisfarçável parcialidade. As mídias sociais, ainda que timidamente, estão exercendo um papel cada dia mais relevante na opinião pública. Parece que estamos longe de compreender, profundamente, esse fenômeno, mas manifestamente ele é importante.

O terceiro grande perdedor foi o anacrônico, ineficiente e corrupto sistema político brasileiro. Os grandes partidos e seus caciques fizeram de tudo para que a renovação dos candidatos fosse mínima. Perderam de goleada. A Câmara de Deputados teve a maior renovação desde 1990 – perto de 50% – sendo que 20% dos eleitos ocuparão uma cadeira legislativa pela primeira vez. No Senado a mudança não foi uma onda, mas um tsunami. Das 54 vagas em disputa, 46 serão ocupadas por novos nomes. Uma renovação de 85%, a maior de sua história.

Os vencedores foram aqueles que perceberam que a sociedade brasileira anseia por transformação, dentro do Estado de Direito e do respeito às leis vigentes. A população brasileira está cansada do seu dia-a-dia inseguro com mais de 60 mil assassinatos por ano, outras 50 mil mortes no trânsito, em estradas e cidades abandonadas pelo poder público; de um sistema de saúde precário e desumano.

A população está cansada de saber que mais de 50% dos domicílios não têm tratamento de esgoto; de ser transportada em ônibus e trens lotados; de levar seus filhos para escolas públicas onde os professores estão desmotivados e mal pagos; de conviver com altíssimas taxas de desemprego e de promessas vãs; de ver seu dinheiro ir para privilégios, faraônicas aposentadorias do setor público, gastos infindáveis com mordomias e corrupção, sem retorno para quem quer levar uma vida digna, trabalhar e criar sua família em paz.

Esta população não quer saber de ideologias extremistas, nem de direita, nem de esquerda. Quer um país decente, digno, humano e solidário. Deu um primeiro basta, ainda que tímido, pois sabe que tem muito mais sujeira para ser removida. Que seu protagonismo continue crescendo, a limpeza apenas começou!

out
27

A eleição do desalento

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Eleições 2018     Tags , ,

José Paulo Kupfer

A afirmação segundo a qual, para problemas complexos, há sempre uma solução simples e equivocada, de tão batida já perdeu a paternidade. Nem por isso deixou de ser verdadeira.

Parafraseada, ela também é perfeita para explicar o fenômeno que engolfou as eleições gerais de 2018, lançando sombras e temores sobre o futuro da democracia brasileira.

Fonte/Foto: Poder360
out
26

Acordo de Armando e FBC com a Bahia renova incentivos a montadoras no NE

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Economia     Tags , ,

Um acordo costurado durante dois dias de negociações pelos senadores Armando Monteiro (PTB-PE) e Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) com as bancadas da Bahia na Câmara dos Deputados e no Senado permitiu a aprovação de emenda que prorroga até 2025 os incentivos fiscais à indústria automobilística instalada no Nordeste. A emenda, de autoria de Armando, foi incluída na Medida Provisória que institui a nova legislação do setor automotivo, votada no início da tarde da última quarta-feira (24) pela Comissão Especial da MP.

A alteração na MP proposta pelo senador petebista, acertada com o Ministério da Fazenda, permitirá à Fiat Chrysler investir R$ 7,5 bilhões na unidade de Goiana até 2022, gerando nove mil empregos.

A bancada da Bahia, que retardava a aprovação da MP, reivindicava que a emenda estendesse o crédito presumido a ser abatido do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a outros tributos, sob o argumento de que o abatimento apenas do IPI não é suficiente para a Ford, em Camaçari, e a fábrica de jipes Troller, no Ceará. A reivindicação foi incorporada à emenda.

Aprovada na Comissão Especial, a MP do novo marco regulatório da indústria automobilística, o chamado programa Rota 2030, será examinada agora nos plenários da Câmara dos Deputados, primeiro, e do Senado. Tem prazo até 17 de novembro para ser votada nas duas Casas, sob pena de caducar.

A Fiat Chrysler informou a Armando Monteiro que a prorrogação dos incentivos às montadoras nordestinas tornará possível à unidade de Goiana ampliar de 250 mil para 350 mil a produção de veículos por ano.  A empresa comunicou estar em negociação com 38 novos fornecedores, que têm um potencial de investimentos da ordem de R$ 1 bilhão, perfazendo, assim, com as inversões próprias do grupo, um total de R$ 8,5 bilhões de investimentos novos na planta de Goiana.

Foto: Divulgação

out
26

Dispara busca por “fascismo” na internet nesse período eleitoral

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

Às vésperas do segundo turno, aumenta consideravelmente a busca de brasileiros por termos relacionados à política. É o que aponta um levantamento realizado pela SEMrush, líder global de marketing digital, que analisa alguns dos termos mais buscados entre setembro de 2017 e setembro de 2018. O brasileiro se mostrou mais engajado em procurar saber os significados de palavras muito mais utilizadas desde a disputa pela corrida presidencial, como “fascismo”, “comunismo“, “socialismo” e “democracia”.

O termo Fascismo foi o campeão: as buscas cresceram 643% em 12 meses. Em outubro de 2017 eram 60,5 mil buscas mensais, enquanto no mesmo período de 2018 foram 450 mil. Comunismo e Socialismo também tiveram alta nas buscas, com 232% de aumento no último ano. Já o sistema político vigente no Brasil, a democracia, é a que menos possui crescimento nas buscas, com aproximadamente 171%. Esses dados são fundamentais para entender o comportamento dos eleitores, já que muitos optam por pesquisar conceitos que podem interferir diretamente no resultado e consequências da eleição.

Já o termo direitos humanos apurou um crescimento tímido de apenas 22% no último ano, mas com um número expressivo de buscas, cerca de 135 mil apenas em setembro. Entretanto, a curiosidade sobre feminismo aumentou consideravelmente no último ano, com 232% de crescimento e mais de 200 mil buscas no último mês. Também foram expressivos os índices que revelam o aumento de procuras para corrupção e ditadura. Ambos terminaram o mês de setembro com 60 mil pesquisas, enquanto que no mesmo período ano ano passado, as buscas representavam 40 mil e 27 mil, respectivamente.

Crescimento das buscas por termos relacionados à política (set 2017 – set 2018)

  • Fascismo: 643%

  • Comunismo: 232%

  • Socialismo: 232%

  • Democracia: 171%

  • Direitos humanos: 22%

  • Feminismo: 232%

  • Corrupção: 49%

  • Ditadura: 123%

out
22

Bolsonaro já prepara um ‘pacotão de medidas’ para enviar ao Congresso

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), disse que, se eleito, as propostas de governo só serão encaminhadas ao Congresso Nacional, depois de conversas com senadores e deputados federais. De acordo com ele, pretende apresentar uma série de medidas que devem ser negociadas com os parlamentares.

“Não vamos apresentar nada sem conversar com os parlamentares, para ter certeza que essas reformas serão aprovadas de forma racional pelo Parlamento”.

A afirmação foi feita durante entrevista exclusiva à TV Band e veiculada nas redes sociais do candidato nesse domingo (21). Ele reiterou que não pretende participar de debates, como vem cobrando o seu adversário Fernando Haddad (PT).

O candidato do PSL rebateu as acusações de envolvimento no esquema supostamente financiado por empresários para disseminar fake News anti-PT. Segundo ele, sua campanha é feita por simpatizantes e ele, pessoalmente, não tem amizade com empresários. “São milhões e milhões de pessoas que trabalham pela minha candidatura. São robôs do bem”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil

out
16

Delegada Gleide Ângelo poderá disputar a Prefeitura de Olinda

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Olinda     Tags , ,

Após a fracassada tentativa de eleger a esposa, Cláudia Cordeiro (Solidariedade), para a Assembleia Legislativa (Alepe), o prefeito de Olinda, Professor Lupércio, vai ter que agir rápido para “juntar os cacos” e se preparar para a sua reeleição. O projeto, tido como certo para muitos, já não está tão sólido assim. É provável que ele tenha que enfrentar dois nomes de peso em 2020: a delegada Gleide Ângelo (PSB) e o ex-prefeito do Recife e neocomunista João Paulo (PCdoB).

Os dois possíveis concorrentes acabam de se eleger deputados estaduais com votações expressivas – principalmente a delegada, com mais de 412 mil votos – e já estão cotados nos seus partidos para disputar a Prefeitura de Olinda. Gleide Ângelo foi majoritária, em Olinda. É conhecida por resolver casos de crimes complexos e por ensinar mulheres a não ter medo de enfrentar a violência de “macho cabra safado”.

O Professor Lupércio, portanto, não terá vida fácil nos próximos dois anos. Vai enfrentar, nada mais nada menos que os indicados dos partidos do governador (PSB) e da vice-governadora (PCdoB). Ou seja: a “máquina” do Governo de Pernambuco – Paulo Câmara e Luciana Santos – vai moer em sentido contrário aos interesses do prefeito.

No âmbito de Olinda existem movimentos para pré-candidaturas do presidente da Câmara de Vereadores, Jorge Federal (PR), da ex-candidata por duas vezes, Isabel Urquisa (PSC); do empresário Armando Sérgio, além de um outsider – nome fora da política que vem preparando candidatura, mas ainda se mantém em off. Pelo PT a deputada estadual Teresa Leitão deve fazer aquele joguinho dos últimos anos apenas para “esquentar” o nome”. E só.

Fonte: Observatório de Olinda

out
15

Teresa reafirma compromisso de destinar emenda parlamentar para Pátio da Feira de Rio Doce

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Olinda     Tags , ,

Em mais uma atividade pública em Olinda desde a sua vitória eleitoral no último domingo (07), a deputada Teresa Leitão (PT) esteve no último sábado (13) em Rio Doce. Após caminhada, a parlamentar reeleita e a mais votada do seu partido no município, fez uma parada no pátio da feira do bairro, onde reafirmou o seu compromisso com os comerciantes locais de destinar uma emenda parlamentar no orçamento para a revitalização do espaço.

A reivindicação foi feita por feirantes e acatada por Teresa antes do dia das eleições. Pouco mais de uma semana, a parlamentar voltou ao local para confirmar suas palavras. Teresa Leitão tem diversas emendas parlamentares destinadas a Olinda, na sua maioria, já executadas. Atualmente, duas delas esperam liberação: uma para a restauração do telhado da Igreja Matriz de São Pedro Mártir e outra para a restauração do Clube Atlântico, ambos no Carmo.

Outras emendas já executadas para o município são a que calçou a Rua Jataúba, no bairro do Amaro Branco; a que destinou verbas para a cobertura da quadra do Colégio Antônio Maria; outras duas para a Secretaria de Educação que executou obras de climatização de escolas e uma emenda conjunta com os deputados Odacy Amorim (PT) e Ricardo Costa (PP) para uma associação de deficientes em Peixinhos.

out
3

É hora de escolher os parlamentares

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Olinda     Tags , ,

Mário Mello – Fundador do Poder do Voto

Estamos a poucos dias das eleições e é notório que muitas pessoas já escolheram em quem votar para presidente. Mas e para deputados federais e senadores? Que tal gastar um pouco dessa energia, de debates políticos para presidenciáveis, nos demais cargos políticos?

Já passou da hora de tirar um tempo para pesquisar propostas de deputados e senadores, porque um país não é governado somente pelo presidente. É preciso colocar esforços também nos outros cargos. O senador é um agente político eleito para um mandato de oito anos por meio de eleições diretas. Um senador representa um Estado da Federação e compõe o parlamento. O deputado federal, a princípio, é um representante eleito pelo povo para ocupar a Câmara, tendo como atribuições legislar e fiscalizar.

As informações estão disponíveis, a internet está cheia de informações, existem vários aplicativos que ajudam na hora da escolha. Existem até aplicativos que auxiliam no acompanhamento do trabalho desses políticos, como o Poder do Voto, que tem como objetivo proporcionar ao eleitor brasileiro maior clareza da representação política e auxiliar na construção do debate político saudável e do acompanhamento voto a voto dos parlamentares.

É diante dessas ferramentas que é possível ver com mais clareza quais candidatos são competentes e melhor preparados para liderar a nação. Existem muitos políticos honestos e capacitados à disposição da escolha do eleitor, basta enxergá-los e dar um voto de confiança.

Hoje, não tem desculpa, o que os eleitores precisam fazer é priorizar seu tempo e conseguir estudar a melhor forma de construir um país melhor. O Brasil tem cura, só depende de você.

set
28

Cesta básica custa R$ 340,14 e um almoço de deputado federal de Pernambuco custa R$ 235,00

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Eleições 2018     Tags ,

Um levantamento realizado pela Associação Cidadão Fiscal analisou todos os reembolsos de despesas referentes a gastos com alimentação solicitados pelos deputados federais de Pernambuco nos três primeiros anos do mandato atual (2015, 2016 e 2017), por meio da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP). Em média, cada refeição custou R$ 235,00 para o contribuinte. Esse montante representa mais da metade do valor necessário para comprar uma cesta básica – R$ 340,14. Vale lembrar que o valor é referente ao consumo apenas do parlamentar. 

Na lista dos 100 maiores reembolsos para esse fim, a Cidadão Fiscal apontou que Augusto Coutinho (Solidariedade), Marinaldo Rosendo (PP), Carlos Eduardo Cadoca (Solidariedade) e o Pastor Eurico (Patriota) concentram 55% do total pago no período analisado. A refeição mais cara custou R$ 364,50, adquirida por Augusto Coutinho (Solidariedade), que também consumiu as cinco refeições mais caras da lista. O levantamento ainda apontou que 52% das solicitações de reembolso usaram notas fiscais com descrições genéricas, muitas vezes escritas manualmente, não indicando os itens consumidos no estabelecimento. De acordo com o Cidadão Fiscal, em alguns casos, o valor da nota fiscal é muito maior do que o prato mais caro do estabelecimento. 

Apesar de não ser ilegal, pois a cota parlamentar destina uma quantia mensal para custear os gastos dos deputados vinculados ao exercício do mandato, os valores das notas apresentam um padrão de consumo superior ao esperado para uma pessoa. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o montante necessário para comprar produtos básicos para alimentar uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças), em agosto deste ano, foi R$ 340,14. Se compararmos o valor, em média, que cada refeição custou ao contribuinte (R$ 235,00) ele representa 69,08% deste total. 

À Folha de Pernambuco, três dos parlamentares citados afirmam que agiram dentro da legalidade. “Raramente tem nota alta minha. Está tudo no Portal da Transparência, tudo que foi feito é legal. Não é dinheiro público, não”, garantiu Pastor Eurico. Porém, o advogado com atuação em Direito Público, Bruno Martins, ressalta que a cota é dinheiro público, pago pelo contribuinte e que, mesmo sendo legal, esse benefício fere o princípio da moralidade administrativa que está contida na Constituição. Augusto Coutinho (foto), por sua vez, afirmou que o seu gasto é compatível com a sua necessidade e desmereceu a sondagem.

Já Carlos Eduardo Cadoca afirmou que “utilizava a verba corretamente” e que “nem deputado é mais”. Ele é suplente, mas no período da verificação ocupava o cargo. A reportagem não conseguiu contato com Marinaldo Rosendo.

Fonte: Folhape

set
27

ONG Ranking dos Políticos lança App que ajuda cidadão a conhecer políticos

Para mostrar aos eleitores quem é quem no Congresso Nacional, a ONG Ranking dos Políticos acaba de lançar o seu App para smartphones Android. A partir de agora, as informações sobre o desempenho dos atuais parlamentares também podem ser conferidas diretamente pelo aplicativo que gera, analisa e dispõe dados para a população.

Para formar o ranking, a plataforma reúne informações técnicas como presença em sessões, utilização de privilégios, processos judiciais e qualidade legislativa de todos os 513 deputados federais e 81 senadores. O App também traz na sua home um mapa segmentado por Estados, com os respectivos representantes e permite que o eleitor faça uma imagem do parlamentar para obter informações em poucos segundos.

De acordo com Renato Dias, diretor-executivo do Ranking dos Políticos, o lançamento do App visa facilitar a consulta de informações objetivas e simples a respeito da atuação de cada congressista, todas oriundas de fontes oficiais. “Trata-se de uma plataforma extremamente intuitiva e fácil de ser utilizada. Os brasileiros terão condições de avaliar, por exemplo, o político que pretende se reeleger ou até mesmo conhecer o trabalho de outros parlamentares de uma forma mais detalhada”, explica.

Dias lembra também que o Ranking dos Políticos atua desde 2012, com o objetivo de fornecer subsídios aos cidadãos para eleger representantes honestos, com a ficha limpa e bom desempenho no Congresso. Desde seu lançamento, a plataforma cresce de forma exponencial. No mês de agosto foram registrados 700 mil acessos e mais de 10 milhões de pageviews, crescimento de 100% em relação à média mensal aferida em 2017. 

Clique aqui para baixar o aplicativo.

set
25

Lóssio mantém campanha e concede entrevistas a emissoras de rádio

Apesar de o diretório nacional da Rede Sustentabilidade ter dado entrada no TRE-PE com o pedido de cassação da candidatura de Júlio Lóssio ao Governo de Pernambuco, após ele ter anunciado publicamente ter aceitado o apoio de bolsonaristas, o candidato continua tocando a campanha normalmente. Nesta terça-feira (25) ele concede entrevistas a várias emissoras de rádio do Estado.

Às 8h30, Lóssio será entrevistado na programação da Rádio Jornal de Garanhuns (1.210 AM); às 9h10 será a vez de bate-papo com o blogueiro sertanejo Nill Junior.

À tarde, segundo a agenda divulgada pela assessoria, Júlio Lóssio concede entrevista à Rádio Líder FM (93,5 FM), de Serra Talhada. Às 15h ele participa de sabatina presencial, na Rádio CBN (105,7 FM), no Programa CBN Total, com Aldo Vilela.

set
19

Mais de 6 mil confirmaram presença em ato contra Bolsonaro no Recife

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Eventos     Tags , ,

Com mais de 2,5 milhões de membros no Facebook, o movimento apartidário “Mulheres Unidas contra Bolsonaro” organiza pelo menos 42 atos contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Destes, 39 acontecerão no dia 29 de setembro, incluindo o do Recife.

A concentração na capital pernambucana acontecerá a partir das 14h, na Praça do Derby. As mulheres sairão de mãos dadas e com cartazes até a Praça da Independência, no bairro de Santo Antônio, no Centro do Recife. No Facebook, o evento “Mulheres contra Bolsonaro” | Recife – PE teve 6 mil confirmações de presença e outros 12 mil marcaram que tem interesse em comparecer.

No Recife haverá ainda a arrecadação de alimentos e brinquedos para crianças carentes. A ideia do ato surgiu no grupo que une mulheres com diversos pontos de vista diferentes, mas contrárias ao avanço e fortalecimento do machismo, misoginia e outros tipos de preconceitos representados pelo candidato Jair Bolsonaro e seus eleitores. As mulheres utilizam o espaço para discussão política e, também, articular o ato nacional contra o deputado federal.

Link do evento: https://www.facebook.com/events/2130120537304638/permalink/2130582613925097/

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