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jan
12

Tribunal de Contas de Pernambuco suspende pagamento milionário de livros sobre Miguel Arraes

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Olinda     Tags , ,

A suspeitíssima compra milionária de livros sobre a vida do ex-governador Miguel Arraes, que seria realizada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a uma gráfica de Olinda, está suspensa por determinação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE).

O negócio, sem licitação, foi fechado no apagar das luzes de 2018 e envolve a quantia de R$ 1,8 milhão. Na quinta-feira (10), o caso havia sido denunciado pelo blog Observatório de Olinda e reproduzido aqui, pelo OLINDA HOJE.

A decisão foi da conselheira do TCE-PE, Teresa Duere, atendendo pedido do Ministério Público de Contas (MPCO), que considerou haver “risco de dano irreparável aos cofres públicos”, pois o pagamento já havia sido liberado antes mesmo de a primeira página dos quatro mil exemplares do livro encomendado ter, sequer, entrado nas rotativas da Gráfica Canaã – empresa localizada no Varadouro, em Olinda – e escolhida sem licitação para executar o trabalho.

Os órgãos fiscalizadores agiram rápido. O MPCO se antecipou ao pagamento suspeito e impediu a “gracinha” que os deputados estaduais queriam fazer com o dinheiro público. É muito estranho que um Estado quebrado como Pernambuco se dar ao luxo de gastar quase R$ 2 milhões para editar um livro sobre o ex-governador. 

Fonte: Observatório de Olinda

jan
10

Gráfica de Olinda vai receber R$ 1,8 milhão da Assembleia Legislativa para imprimir 8 mil livros sobre Arraes

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Olinda     Tags , ,

A farra com dinheiro público continua. No apagar das luzes de 2018, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) publicou no Diário Oficial do Estado dispensa de licitação (processo 031/2018) para confeccionar dois livros em homenagem ao ex-governador Miguel Arraes. O contrato de R$ 1,8 milhão vai para a Gráfica e Editora Canaã (Avenida Joaquim Nabuco, 799 – Varadouro), em Olinda, segundo apurou o Observatório de Olinda.

Os quase R$ 2 milhões são para a editoração de dois livros que formarão um kit com caixa box. A tiragem é de oito mil exemplares: R$ 225,00 cada unidade.

Certamente, se vivo estivesse, Miguel Arraes seria o primeiro a se opor à homenagem de orçamento milionário. Basta lembrar que quando governador, às vésperas da campanha eleitoral de 1998 – ele próprio candidato à reeleição – impediu que o Governo de Pernambuco gastasse uma fábula com publicidade para que o dinheiro fosse para a eletrificação rural.

Mito – Na época, Arraes perguntou a assessores quantos sítios poderiam receber energia elétrica com aquele dinheiro e decidiu não fazer a propaganda. Investiu tudo em equipamentos para levar luz para quem vivia na escuridão. Prejudicou a si mesmo em nome do seu elevado espírito público. É justamente por essas e outras que é considerado Mito.

Já os deputados estaduais continuam fazendo vergonha ao povo, que juraram defender. No ano passado, Miguel Arraes teve o nome inscrito no Livro dos Heróis da Pátria, em Brasília. 

Fonte: Observatório de Olinda

 

jan
1

Olindenses estarão hoje, em Brasília, para a posse de Jair Bolsonaro

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , , ,

Olinda estará representada na tarde deste dia 1º de janeiro de 2019, na posse do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), em Brasília. Na “Caravana da Posse”, organizada pelo PSL Jovem, está um grupo de olindenses admiradores do presidente eleito. Cada um pagou R$ 450,00. 

O grupo viajou no início da manhã do último sábado, dia 29 de dezembro. Hoje (1º), acompanham a posse de Bolsonaro, e estarão retornando a Pernambuco, amanhã (02). São cerca de 4.300 quilômetros (ida e volta)  percorridos em quase 80 horas de viagem. 

Mas para os fãs do presidente Jair Bolsonaro vale a pena o sacrifício para participar desse momento histórico. “Estivemos dentro de tudo desde o começo. Da campanha, das carreatas, das manifestações de rua, da militância na internet, e agora chegou a hora de assistir ao vivo e in loco a colocação da ‘cereja do bolo’. Olinda estará presente na posse do Mito”, afirma o membro do PSL Jovem Olinda, Thiago Bunzen.

Além da “Caravana da Posse”, muitos outros olindenses se programaram de forma independente para estar em Brasilia hoje. 

Com informações/Foto: Observatório de Olinda

dez
30

Deputados por apenas um mês

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

Quatro suplentes de deputados terão direito a 30 dias de mandato, com a saída e afastamento dos titulares. Com a posse de Luciana Santos (PCdoB) como vice-governadora de Pernambuco, na próxima terça-feira (01), a sua vaga na Câmara Federal será ocupada pelo deputado federal eleito Fernando Monteiro.

Já na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Terezinha Nunes (PSDB), Gustavo Negromonte (MDB) e Cássia do Moinho (PSB-foto) tomarão posse nas vagas abertas com as saídas dos deputados Nilton Mota (PSB), Aluísio Lessa (PSB) e Rodrigo Novaes (PSD) para ocuparem as secretarias da Casa Civil, Ciência e Tecnologia e Turismo, respectivamente.

Os suplentes serão deputado apenas por um mês, até o dia 31 de janeiro, quando se encerra a atual legislatura. Em 01 de fevereiro serão empossados, na Câmara Federal e na Alepe, os deputados eleitos em 2018, para a legislatura 2019-2022.

dez
26

Partido Novo não quer recursos do Fundo Partidário

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

O Partido Novo, fundado em 2015, é a única legenda partidária do Brasil que não recebe recursos do fundo partidário. O Novo arrecada cerca de R$ 800 mil mensais dos seus cerca de 30 mil filiados e com esses recursos banca as suas despesas.

Pela lei eleitoral, o Partido Novo teria direito a R$ 27,6 milhões em 2019, mas abriu mão desses recursos. O Novo elegeu este ano apenas um governador – Romeu Zema, de Minas Gemais, que pretende governar o Estado como se fosse uma empresa privada.

“As eleições mostraram que, mesmo sem o fundo, temos condições de participar do jogo. A ideia é manter essa estratégia e provocar uma mudança de cultura”, afirmou o presidente do Novo, Moisés Jardim. Ele descartou a possibilidade de o partido passar a aceitar o dinheiro fundo partidário.

dez
24

Morre ex-deputado Nilson Gibson

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Política     Tags ,

O ex-deputado federal Nilson Gibson, de 83 anos, faleceu ontem (23) no Recife. O velório ocorreu nesta véspera do Natal (24), no cemitério Parque das Flores, no bairro do Jardim Planalto (Recife) e o sepultamento ocorreu às 16h.

Nilson Gibson cumpriu cinco mandatos de deputado federal por Pernambuco, entre os anos de 1978 e 1998. Ele era bacharel em Direito e em Economia.  Em 1967 assumiu o cargo de procurador do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Trajetória – Iniciou a carreira política no MDB, que fazia oposição ao regime militar, e oito anos depois filiou-se à Aliança Renovadora Nacional (Arena) que apoiava o governo militar. Com o fim do bipartidarismo, filiou-se ao Partido Democrático Social (PDS), sucedâneo da Arena, e foi reeleito em 1982. Em 1986 retornou ao MDB e participou da Assembleia Nacional Constituinte.

Em 1992 votou a favor do processo de impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello (PRN) e em 1994, foi reeleito para a Câmara dos Deputados pelo Partido da Mobilização Nacional (PMN). Pouco depois, filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Em 1998 tentou sem sucesso a reeleição e deu por encerrada a sua carreira política.

dez
21

Alepe votará proposta de reforma administrativa do Estado após o Natal

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Pernambuco     Tags , ,

Uma proposta de reforma administrativa encaminhada pelo Poder Executivo será analisada e votada pelos deputados estaduais, em sessão extraordinária, a partir da próxima quarta-feira, dia 26 de dezembro.

Na reunião plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) desta sexta-feira (21) – a última da 18º Legislatura – foi aprovado o requerimento apresentado pelo líder do Governo, deputado Isaltino Nascimento (PSB), convocando os parlamentares durante o recesso para apreciar, entre outros projetos, as mudanças na organização da gestão estadual.

O pedido de convocação não se refere a uma proposição específica, mas ao “projeto oriundo do Poder Executivo, cuja matéria versará sobre a estrutura e o funcionamento do Governo Estadual”, conforme o requerimento

dez
21

Ida de Federal para o PSL desagrada aliados de Bolsonaro em Olinda

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Olinda     Tags , ,

Fundador do Movimento Bolsonarista em Olinda, há quase dois anos, o ex-prefeito José Arnaldo Amaral está deixando o Partido Social Liberal (PSL). A decisão se dá por conta da aproximação do grupo do atual presidente da Câmara Municipal de Olinda, vereador Jorge Federal (PR), com o presidente nacional do PSL, deputado federal eleito Luciano Bivar.

Além de José Arnaldo, outros integrantes do partido, que “carregaram o piano” nos tempos mais difíceis, não aceitam a chegada, dita por eles, “de paraquedas”, de Jorge Federal. O vereador é acusado de só ter aparecido na campanha de Bolsonaro na reta final, quando o pleito já estava resolvido.

Oportunista é a única palavra que define este senhor (Federal). Acho que Bivar não o conhece muito bem para dar espaços a ele. Vai trair na primeira oportunidade”, disse, em reserva, um dos pioneiros do bolsonarismo em Olinda. Jorge Federal já passou pelo PMN, PSD, MDB, Solidariedade e PR.

José Arnaldo encaminhou carta ao presidente estadual do PSL informando a sua desfiliação da legenda.

Fonte: Observatório de Olinda

dez
21

Ex-prefeito José Arnaldo não aceita Jorge Federal no PSL e deixa o partido

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Olinda     Tags , ,

O ex-prefeito de Olinda e fundador do Movimento Bolsonarista no município, José Arnaldo Amaral, enviou carta ao presidente estadual do PSL, Marcos Amaral, comunicando a desfiliação do partido do presidente eleito Jair Bolsonaro. José Arnaldo explica que não aceita marchar na mesma fileira, ao lado do vereador Jorge Federal.

O vereador já passou pelos quadros do PMN, PSD, PMDB (hoje MDB), Solidariedade e PR. Segue reprodução da carta enviada por José Arnaldo explicando as razões do pedido de desfiliação do PSL:

Meus princípios e prática política são absolutamente incompatíveis com os de Jorge Federal/Neto Beira-Rio, vereadores à CMO, apoiadores e integrantes, segundo o próprio, do “grupo” de Luciano Bivar, em Olinda.

Como você é sabedor, desde o início dos nossos contatos, fui para o PSL pela alternativa Bolsonaro e com o sonho de ajudar na reconstrução do PSL-Olinda como um partido de massas e de quadros, efetivamente popular, essencial à sustentação do governo Bolsonaro e ao enfrentamento das forças comunoglobalistas do PT e caterva que ainda estão impregnando o Estado brasileiro.

Portanto, ao tempo em que agradeço a atenção que você me dispensou durante minha breve estada no partido, comunico-lhe estar me desfilando do mesmo.

Atenciosamente, José Arnaldo Amaral.

Fonte: Observatório do Olinda

nov
26

Estevão Brito deixa a presidência do PSB-Olinda e faz críticas à legenda

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Olinda     Tags ,

O presidente do PSB em Olinda, ex-vereador e ex-secretário municipal de Controle Urbano (gestão Renildo Calheiros) Estevão Britto, renunciou ao cargo fazendo críticas à legenda. Disse que, há tempos, o partido perdeu o foco e precisa passar por uma reavaliação profunda. 

“Passada as eleições, o governo e o PSB precisam fazer uma reavaliação das suas ações e propósitos. O governo não tem uma boa avaliação por parte da população e é preciso rever conceitos”, disse o advogado.

Ao que tudo indica, o suplente de vereador (obteve mais de 2 mil votos em 2016 e ficou na primeira suplência) não ficará sem partido por muito tempo. Dirigentes de algumas legendas já iniciaram conversações com ele para o pleito  municipal de 2020.

“Estou aberto ao diálogo. Meu propósito é contribuir para a sociedade como um todo, principalmente no que diz respeito ao crescimento da nossa sofrida Olinda”, afirmou. 

nov
25

Armando diz que Paulo pratica “estelionato eleitoral” ao descumprir promessa do 13º do Bolsa Família

A Oposição em Pernambuco, liderada pelo senador Armando Monteiro (PTB-PE), está vigilante às promessas de campanha não cumpridas pelo governo Paulo Câmara. Em entrevista na última sexta-feira (23), Armando lamentou que a gestão esteja colocando dificuldades para que os beneficiários do Bolsa Família recebam o 13º, como foi prometido durante a campanha eleitoral dois meses atrás.

“Não nos surpreende essa atitude do governo Paulo Câmara. Em Pernambuco, mais do que nunca, deve ter oposição fiscalizadora, pois a atual gestão, desde 2014, vem se revelando um governo de estelionato eleitoral. Não se cumprem as promessas de campanha. Com as eleições de 2018 não foi diferente”, disse Armando Monteiro. Ele lembra que em 2014 o governador prometeu, por exemplo, a construção de novos hospitais e dobrar o salário dos professores, mas não cumpriu.

Agora, o governo cria dificuldades para não pagar o 13º, impondo condições aos beneficiários do Bolsa Família, que só receberão o novo benefício se consumirem pelo menos R$ 250,00 mensais de produtos da cesta básica. A proposta é parte de um pacotaço de projetos (PL 2.093/18) enviado à Assembleia Legislativa no início da semana e que deverá ser votado nos próximos dias.

Cada família precisa acumular notas fiscais no valor de cerca R$ 3 mil por ano para receber R$ 150,00 ao fim desse período. Os produtos que permitem o reembolso incluem alimentos como feijão, açúcar, carne, ovos, manteiga e açúcar, além de papel higiênico e sabão.

nov
16

Paulo Câmara quer aumentar imposto até de copos e canudos descartáveis

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Economia     Tags , , ,

O governador Paulo Câmara (PSB) enviou para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) um projeto que aumenta em 2% o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de diversos produtos. A medida visa ampliar a arrecadação do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecep), de onde sairá o pagamento do 13º do Bolsa Família, promessa de campanha eleitoral.  

O projeto, que já está na Assembleia Legislativa, prevê o aumento do ICMS de bebidas alcoólicas, refrigerantes, veículos novos com preço igual ou inferior a R$ 50 mil, motos de mais de 250 cilindradas, jóias, bijuterias, etanol, água mineral em embalagem não retornável, saco plástico, copo plástico e canudos. No caso dos descartáveis, por exemplo, o ICMS vai passar de 18% para 20%. 

Na mensagem encaminhada à Alepe, Paulo Câmara afirma que a ação é “voltada ao atendimento de necessidades básicas de subsistência da população social e economicamente vulnerável”. Além disso, “prevê medidas pontuais de política tributária, indispensáveis ao enfrentamento de um cenário econômico ainda desfavorável, situação que no âmbito do Estado de Pernambuco continua a ensejar permanentes e rigorosas ações de ajustes na gestão da máquina pública”.

A proposta que institui o pagamento do 13º do Bolsa Família de até R$ 150,00 também foi encaminhada a Alepe no mesmo pacote, através da criação do Nota Fiscal Solidária. No Estado são cerca de 1,1 milhão de pessoas beneficiadas pelo programa e o pagamento será baseado na contabilidade de pontos adquiridos em cada compra, nos estabelecimentos com emissão da nota fiscal, de itens da cesta básica a partir de março de 2019.

nov
16

O verdadeiro desafio do juiz Sérgio Moro no Ministério da Justiça

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , , ,

Uranio Bonoldi – Consultor

No dia 01 de novembro, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato na Primeira Instância, aceitou ser Ministro da Justiça a convite do presidente eleito Jair Bolsonaro.

A escolha do magistrado para o cargo reforçou o discurso de Bolsonaro durante a sua campanha, fortemente marcada pelo combate à corrupção. Já Sérgio Moro declarou que ao assumir o cargo vai conseguir consolidar os avanços contra o crime e a corrupção presentes nos últimos anos, ou seja, a Operação Lava Jato.

Um caso curioso desta história é que Moro sempre se apresentou, ao longo da sua carreira, como um profissional orgulhoso do seu distanciamento político. Em 2006, o juiz chegou a dizer em uma entrevista que não tinha a menor intenção de entrar para política. Mas o que será que levou o magistrado a aceitar o convite para o cargo?

Ao que parece, Sérgio Moro voltou atrás da sua afirmação alegando que não “se vê como um político verdadeiro”. Diz que seguirá para fazer um trabalho eminentemente técnico de um juiz a cargo do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Disse ainda que, como ministro, vai trabalhar com aquilo que conhece, que é a Justiça.

Um ponto aqui a ser ressaltado é que já faz algum tempo que a Lava Jato tem sido alvo de críticas ao passar dos seus limites e objetivos, tomando um ar concretamente político. Mas será que vale essa crítica, uma vez que foram condenados políticos de quase todos os partidos, além de inúmeros empresários? Independente dos fatos expostos, como já dito anteriormente, a nomeação do magistrado como Ministro da Justiça, atende muito bem ao objetivo e discurso proferido pelo futuro presidente durante a campanha nas eleições presidenciais.

Por melhor que possa ter sido o seu desempenho à frente da Operação Lava Jato, Sérgio Moro terá um grande desafio pela frente: atender a vontade da população, em ter uma política harmoniosa e livre de esquemas de corrupção e, ao mesmo tempo, criar meios eficientes de combate ao crime organizado.

Para tanto, o futuro super ministro pretende criar forças-tarefa, levando “nomes” da Operação Lava Jato para integrar a sua equipe. Tudo indica que ele sabe exatamente o que deve fazer, e como, para que o brasileiro volte a ter um ambiente sadio para o trabalho e venha a experimentar um crescimento econômico sustentável, com justiça e segurança pública.

Expresso aqui, boa sorte ao futuro Ministro da Justiça e da Segurança Pública do Brasil!

nov
13

Mendonça Filho diz que Paulo Câmara “vendeu gato por lebre” ao prometer 13° para o Bolsa Família

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Olinda     Tags , ,

O deputado federal e ex-ministro, Mendonça Filho (DEM), criticou o  governador Paulo Câmara por “vender gato por lebre” na campanha eleitoral com a proposta de dar o 13° para os beneficiários do Bolsa Família.

“Foi um estelionato eleitoral duplo: para o eleitor que não foi avisado que iria pagar mais impostos por isso; e para os beneficiários que para receber o 13° prometido terão de participar de um programa de acúmulo de pontos com nota fiscal de compra de itens de cesta básica, para ter direito a R$ 150,00″, denunciou Mendonça.

Mendonça criticou Paulo Câmara por fazer campanha baseada em mentiras, apresentando Pernambuco como um paraíso de um conto de fadas. “Infelizmente a maioria do eleitorado votou acreditando e, agora, começa a sentir a realidade com o aumento de impostos e o fechamento de serviços de saúde como o da Fundação Altino Ventura em Arcoverde, deixando cerca de 1.300 pacientes do Sertão sem a medicação, sem atendimento e sem as cirurgias já agendadas”, afirmou.  

Segundo Mendonça, é absurdo o Governo querer compensar a má gestão com aumento de 2% no ICMS de itens como bebidas alcoólicas, refrigerantes e descartáveis, para ampliar a arrecadação do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecep), de onde deve sair o pagamento do 13º do Bolsa Família. 

nov
8

SBT revive slogan e músicas do período da ditadura

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Brasil     Tags , ,

Sabrina Freire

O SBT exibiu na última terça-feira (06) uma série de vinhetas com tons nacionalistas em meio à programação diária. Em uma delas, a voz oficial da emissora, do locutor Carlos Roberto, anuncia: “Brasil, ame-o ou deixe-o”. A frase ficou conhecida como slogan do período da ditadura militar brasileira, associada à repressão de movimentos e ideias contrárias ao governo.

O slogan começou a ser usado no início dos anos 1970, durante o governo do general Emílio Garrastazu Médici. Era o auge da repressão aos movimentos de oposição, do controle midiático. O discurso oficial no país era de que “os incomodados que se retirem“. O uso de adesivo com a frase “Brasil, ame-o ou deixe-o” tornou-se popular.

A frase, na verdade, foi copiada do slogan “USA, love or leave it”, usado pelo establishment dos EUA no auge da Guerra do Vietnã. Era uma espécie de chamamento patriótico em contraposição aos movimentos pacifistas e de luta em defesa dos direitos humanos.

Uma das vinhetas atuais do SBT apresenta imagens de pontos turísticos do Brasil, tendo como música de fundo o início do Hino Nacional. Além dela, foram exibidas pelo menos quatro vinhetas nacionalistas com 15 segundos cada.

Questionada sobre o motivo da execução das vinhetas e até quando irão ao ar, a assessoria de imprensa do SBT informou ao Poder360 que a emissora não comentará o assunto “por questões estratégicas”.

Silvio Santos, dono da emissora, manteve estreita relação com os presidentes militares. O empresário e apresentador também tinha um quadro no seu programa dominical chamado “A semana do presidente”, para bajular os presidentes generais. Havia outro quadro chamado “Qual é o ministro”, para explicar quem eram os ministros dos governos militares.

Fonte: Poder360
nov
7

Extinção da Decasp pode levar oposição a federalizar casos de corrupção em Pernambuco

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Pernambuco     Tags , ,

O senador Armando Monteiro (PTB) afirmou, nesta quarta-feira (07), que a extinção da Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), conhecida pelo combate à corrupção em Pernambuco, é “muito estranha” e que a tramitação do projeto de lei, na Assembleia Legislativa (Alepe), em regime de urgência, “não ouviu a população pernambucana” e gerou discordâncias entre setores da Polícia Civil do Estado, da sociedade e especialistas, que veem a medida como um retrocesso. Além de extinguir a Decasp, o projeto aprovado em poucas sessões pelo Governo do Estado exclui também a Delegacia de Crimes contra a Propriedade Imaterial (Deprim).

“Considero algo muito estranho, que logo após as eleições, depois que algumas investigações e alguns inquéritos estão em curso e alcançaram figuras até ligadas a esse sistema dominante em Pernambuco”, questionou Armando, em entrevista à Rádio Jornal Caruaru.

“Passa a eleição e imediatamente se apresenta uma proposta de reestruturação, sem discussão, atropelada, que até hoje não foi bem explicada à população. Ninguém consegue entender o porquê dessa pressa. Por que, de repente, você teve que fazer uma reestruturação dessa? Eu considero no mínimo estranho que essa coisa tenha sido feita dessa forma, no apagar das luzes do ano legislativo, sem uma discussão maior com alguns setores e sobretudo levando em conta que essa é uma delegacia que apura exatamente os crimes contra a gestão”, acrescenta Armando. 

O senador pernambucano defendeu ainda que a delegada titular da Decasp, Patrícia Domingues, deveria ser mantida à frente dos inquéritos que estão abertos. “Nós gostaríamos que o governo pudesse explicar esse projeto, mas é fundamental que a delegada titular, que vinha desenvolvendo um trabalho extraordinário, permaneça à frente dos inquéritos abertos. Cabe agora indagar se ela vai continuar à frente dos trabalhos ou se com esta reestruturação ela será afastada das investigações. Essa é uma pergunta que nós gostaríamos que o governo pudesse responder, porque é fundamental que a delegada continue vinculada a estes inquéritos e a essas investigações, porque, do contrário, ficará a ideia de que tudo isso se fez para afastar a titular da antiga Decasp, com um trabalho extraordinário, reconhecido por todos, que realizou mais de 15 operações, prendendo empresários e políticos”. 

Para Armando, caso exista alguma suspeita sobre as mudanças e a tramitação dos inquéritos abertos, poderá haver federalização dos casos de corrupção em Pernambuco. “Embora tendo muito apreço à Polícia Civil de Pernambuco, reconhecendo que ela tem quadros muito qualificados, se amanhã ficar claro que essa delegada foi afastada das investigações, nós vamos ter que avaliar se não seria o caso de federalizar, de colocar a própria Polícia Federal para concluir essas investigações, porque fica a ideia de que o Governo do Estado possa não ter a isenção necessária para conduzir de alguma forma esse processo”, argumentou.

nov
4

Fim de um ciclo

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

Celso Tracco – Economista

A eleição presidencial de 2018 foi histórica em muitos aspectos e talvez o seu resultado possa mudar o rumo da, ainda jovem, democracia brasileira.

O primeiro aspecto que devemos observar é que o Partido dos Trabalhadores (PT) participou de todas as eleições diretas para presidente desde 1989. Sempre foi uma participação de protagonista, ficando em 2º lugar em 1989, 1994, 1998 e 2018 e vencendo em 2002, 2006, 2010 e 2014.

Isto não é de se desprezar, afinal o partido foi fundado em 1980 e sua estrutura surgiu de uma inusitada união entre intelectuais acadêmicos de esquerda e uma forte base sindical. Operacionalmente, para alcançar uma rápida capilaridade, usou, entre outras estratégias, a rede das Comunidades Eclesiais de Base da Igreja Católica (CEB’s). Com isso, tomou conta das periferias, sempre muito carentes, das grandes cidades.

Na década de (19)80 o país já dava muitos sinais de cansaço e esgotamento do regime militar, instaurado em 1964. Além disso, na economia, a década de (19)80 ficou conhecida como a década perdida, com baixíssimo crescimento. Há de se reconhecer, politicamente falando, que ninguém soube aproveitar melhor essas condições do que o PT. Sendo oposição e perdendo, nas eleições de 1989, 1994 e 1998, chegou ao poder em 2003, permanecendo até o final de 2015, quando se iniciou o processo de impeachment da então presidente, Dilma Rousseff. Em 2018, o PT chegou mais uma vez ao segundo turno, mesmo em condições muito adversas, pois o seu principal dirigente político está preso desde abril.

O segundo aspecto é que tivemos o improvável surgimento da candidatura de um ex-capitão do Exército que se tornou deputado federal em 1990 e sempre foi, na sua vida pública, um opositor ferrenho do PT. Destacou-se mais pelo seu tipo de comunicação, severo e autoritário, do que pelos seus feitos parlamentares.

Na verdade, Jair Bolsonaro nunca usou uma estrutura partidária. Na sua vida parlamentar, já passou por oito partidos, o que prova que o sistema político brasileiro está desgastado, é anacrônico e não representativo. Com seu discurso de extrema-direita, de ordem e progresso e de liberalismo econômico, um parlamentar sem dinheiro, sem apoio partidário, sem tempo de televisão, sem apoio da mídia e baseando sua comunicação com os eleitores via mídias sociais, derrotou os maiores partidos brasileiros de forma inapelável. PSDB e PT, que protagonizaram as eleições por 20 anos, enlameados por muitos escândalos de corrupção e desgoverno, foram democraticamente rejeitados nas urnas.

A alternância de poder é saudável, mas infelizmente o poder corrompe. O PT, em certo sentido, foi vítima do seu próprio veneno. Encastelado no poder, esqueceu-se das suas origens, das periferias. Não promoveu nenhuma das reformas necessárias e o seu populismo de esquerda levou o país à maior recessão da sua história.

Paradoxalmente, o PT promoveu altas taxas de desemprego, um déficit fiscal gigantesco e a paralisia da economia. Parece que não queremos aprender com a história. As mesmas condições que levaram o PT do nada ao centro do poder, o derrubaram pela sua ganância, corrupção e distanciamento das suas origens. A história se repete. Esperemos, para o bem do país, que o fim seja diferente.

out
31

Armando avalia como erro fusão de ministérios: “O Brasil não precisa de um czar na economia”

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Economia     Tags , ,

O senador Armando Monteiro (PTB) avaliou como um erro do governo eleito a ideia de criar o superministério da Economia, fundindo Fazenda, Planejamento e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Líder empresarial e ex-ministro da Indústria, Armando criticou as declarações sobre o setor produtivo feitas pelo futuro ministro, Paulo Guedes.

Na avaliação do senador pernambucano, a fusão dos ministérios da Agricultura e Meio Ambiente é uma medida “extravagante”, além de afirmar que as mudanças não trarão economia aos cofres públicos. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida por Armando ao programa de Geraldo Freire (Rádio Jornal – Recife), na manhã desta quarta-feira (31):

Sobre declarações de Paulo Guedes

“Vamos salvar a indústria apesar dos economistas. Eu vejo muito mal uma posição de alguém que ainda não assumiu a pasta, de alguém que não detém uma maior experiência na gestão pública, que não faz uma interlocução com os setores da chamada economia real e já sai, antes mesmo de assumir, revelando preconceitos, criando uma indisposição com os setores. É um mau sinal. Ele precisa compreender adequadamente a natureza das demandas”.

Superministério da Economia

“Essa ideia de superministério foi adotada ao tempo do Governo Collor e não deu certo. O Brasil não precisa de um czar na economia. Evidentemente que a política econômica precisa de uma coordenação fina entre a política monetária, a política cambial, a política fiscal, mas no mundo inteiro os setores produtivos se representam através de um canal próprio no governo, o que não significa dizer que não passe por uma mediação do ministro da Fazenda. Os países desenvolvidos possuem um Ministério da Indústria, porque você tem que ter essa interface com o setor produtivo”.

Extinção do Ministério da Indústria e Comércio Exterior

“Deixar de ter um canal de interlocução com o setor produtivo, secundarizar isso, é preocupante. O que é que será agora a área de indústria e comércio exterior? Vai ser uma secretaria vinculada a esse superministério da Economia. Você vai conferir poderes demais a esse ministro e vai tornar essa interlocução com os setores produtivos uma coisa secundária. Na experiência internacional, isso não existe. Lamento que essa questão possa ser resolvida de supetão. Essa figura do superministro não funciona, a meu ver, e lamento mais ainda que o ministro já chegue revelando tantos preconceitos. Lamento que isso possa ter sido decidido dentro de um grupo tão pequeno, sem ouvir os setores produtivos”.

Importância do Ministério

“O ministério tem uma estrutura, tem uma área que trata de política industrial e de todo o atendimento das demandas do setor industrial, tem uma área de comércio exterior, uma Secretaria de Comércio e Serviço que trata da situação da atividade comercial no país. Você recebe (demandas) de toda parte… da política comercial em relação ao mundo, a negociação dos acordos comerciais, toda a política de defesa comercial, antidumping, para proteger setores da indústria de práticas desleais de comércio. Portanto, o Mdic tem uma estrutura que foi formada ao longo do tempo e que atua fortemente na definição das políticas industriais, na gestão de todos os problemas na interlocução da indústria com o governo, na promoção dos acordos comerciais, na definição de políticas de defesa comercial e toda a interlocução com o setor comercial brasileiro. É uma entidade que cumpre um papel muito importante. Não estou dizendo isso porque fui ministro, é porque essa estrutura foi ao longo dos anos se fortalecendo”.

Fusão de Agricultura e Meio Ambiente

“Parece-me uma coisa totalmente equivocada. Meio ambiente não se refere apenas à Agricultura. Qualquer obra de infraestrutura passa por uma avaliação de meio ambiente. Se você discute, por exemplo, saneamento, isso tem uma interface na área de meio ambiente. Portanto, você colocar essa área dentro do Ministério da Agricultura é algo que me parece extravagante; não tem realmente sentido”.

Fusões sem redução de gastos

“Essas reduções de ministérios se apoiam em uma premissa que se revela ao final falsa, que é de que isso vai produzir uma grande economia na máquina pública. Na realidade, vão mudar as caixas. Essas estruturas dos ministérios que vão ser incorporados se transformam em secretarias, a estrutura permanece, e ao final essa economia não se confirma. Então, o que se faz é uma ação simplificadora que não resulta em ganhos de eficiência e desempenho da máquina pública”.

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A limpeza necessária

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Artigos     Tags , ,

O primeiro turno das eleições de 2018 teve vários perdedores: um deles foi a pesquisa eleitoral: os institutos erraram feio. Declaro não ser adepto da teorias da conspiração. Não creio que os resultados das pesquisas sejam manipulados, no entanto, acredito que as técnicas dessas pesquisas estão ultrapassadas e não refletem o real sentimento do eleitor. Elas erram tanto, que uma das explicações é que “o eleitor deixa para decidir no último momento”.

O segundo perdedor foi a grande imprensa, dita especializada em política. Sem dúvida ela não é mais formadora de opinião, pois afirmou que a renovação do Congresso seria mínima. Sequer deu espaço para os partidos “nanicos” ou desconhecidos, cujos candidatos se elegeram em grande número. Promoveu debates que tiveram repercussão perto de zero e, em alguns casos, como já aconteceu no passado, agiu com uma indisfarçável parcialidade. As mídias sociais, ainda que timidamente, estão exercendo um papel cada dia mais relevante na opinião pública. Parece que estamos longe de compreender, profundamente, esse fenômeno, mas manifestamente ele é importante.

O terceiro grande perdedor foi o anacrônico, ineficiente e corrupto sistema político brasileiro. Os grandes partidos e seus caciques fizeram de tudo para que a renovação dos candidatos fosse mínima. Perderam de goleada. A Câmara de Deputados teve a maior renovação desde 1990 – perto de 50% – sendo que 20% dos eleitos ocuparão uma cadeira legislativa pela primeira vez. No Senado a mudança não foi uma onda, mas um tsunami. Das 54 vagas em disputa, 46 serão ocupadas por novos nomes. Uma renovação de 85%, a maior de sua história.

Os vencedores foram aqueles que perceberam que a sociedade brasileira anseia por transformação, dentro do Estado de Direito e do respeito às leis vigentes. A população brasileira está cansada do seu dia-a-dia inseguro com mais de 60 mil assassinatos por ano, outras 50 mil mortes no trânsito, em estradas e cidades abandonadas pelo poder público; de um sistema de saúde precário e desumano.

A população está cansada de saber que mais de 50% dos domicílios não têm tratamento de esgoto; de ser transportada em ônibus e trens lotados; de levar seus filhos para escolas públicas onde os professores estão desmotivados e mal pagos; de conviver com altíssimas taxas de desemprego e de promessas vãs; de ver seu dinheiro ir para privilégios, faraônicas aposentadorias do setor público, gastos infindáveis com mordomias e corrupção, sem retorno para quem quer levar uma vida digna, trabalhar e criar sua família em paz.

Esta população não quer saber de ideologias extremistas, nem de direita, nem de esquerda. Quer um país decente, digno, humano e solidário. Deu um primeiro basta, ainda que tímido, pois sabe que tem muito mais sujeira para ser removida. Que seu protagonismo continue crescendo, a limpeza apenas começou!

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