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nov
26

Estevão Brito deixa a presidência do PSB-Olinda e faz críticas à legenda

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Olinda     Tags ,

O presidente do PSB em Olinda, ex-vereador e ex-secretário municipal de Controle Urbano (gestão Renildo Calheiros) Estevão Britto, renunciou ao cargo fazendo críticas à legenda. Disse que, há tempos, o partido perdeu o foco e precisa passar por uma reavaliação profunda. 

“Passada as eleições, o governo e o PSB precisam fazer uma reavaliação das suas ações e propósitos. O governo não tem uma boa avaliação por parte da população e é preciso rever conceitos”, disse o advogado.

Ao que tudo indica, o suplente de vereador (obteve mais de 2 mil votos em 2016 e ficou na primeira suplência) não ficará sem partido por muito tempo. Dirigentes de algumas legendas já iniciaram conversações com ele para o pleito  municipal de 2020.

“Estou aberto ao diálogo. Meu propósito é contribuir para a sociedade como um todo, principalmente no que diz respeito ao crescimento da nossa sofrida Olinda”, afirmou. 

out
16

Delegada Gleide Ângelo poderá disputar a Prefeitura de Olinda

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Olinda     Tags , ,

Após a fracassada tentativa de eleger a esposa, Cláudia Cordeiro (Solidariedade), para a Assembleia Legislativa (Alepe), o prefeito de Olinda, Professor Lupércio, vai ter que agir rápido para “juntar os cacos” e se preparar para a sua reeleição. O projeto, tido como certo para muitos, já não está tão sólido assim. É provável que ele tenha que enfrentar dois nomes de peso em 2020: a delegada Gleide Ângelo (PSB) e o ex-prefeito do Recife e neocomunista João Paulo (PCdoB).

Os dois possíveis concorrentes acabam de se eleger deputados estaduais com votações expressivas – principalmente a delegada, com mais de 412 mil votos – e já estão cotados nos seus partidos para disputar a Prefeitura de Olinda. Gleide Ângelo foi majoritária, em Olinda. É conhecida por resolver casos de crimes complexos e por ensinar mulheres a não ter medo de enfrentar a violência de “macho cabra safado”.

O Professor Lupércio, portanto, não terá vida fácil nos próximos dois anos. Vai enfrentar, nada mais nada menos que os indicados dos partidos do governador (PSB) e da vice-governadora (PCdoB). Ou seja: a “máquina” do Governo de Pernambuco – Paulo Câmara e Luciana Santos – vai moer em sentido contrário aos interesses do prefeito.

No âmbito de Olinda existem movimentos para pré-candidaturas do presidente da Câmara de Vereadores, Jorge Federal (PR), da ex-candidata por duas vezes, Isabel Urquisa (PSC); do empresário Armando Sérgio, além de um outsider – nome fora da política que vem preparando candidatura, mas ainda se mantém em off. Pelo PT a deputada estadual Teresa Leitão deve fazer aquele joguinho dos últimos anos apenas para “esquentar” o nome”. E só.

Fonte: Observatório de Olinda

out
9

PSB apoiará Haddad no segundo turno

A executiva nacional do PSB decidiu nesta terça-feira (09) apoiar Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição presidencial, mas liberou os candidatos a governador Márcio França (SP) e Rodrigo Rollemberg (DF) para permanecerem neutros. A reunião teve a presença do governador de Pernambuco, Paulo Câmara.

Ao anunciar a decisão, o presidente do partido, Carlos Siqueira, disse que cobrará de Fernando Haddad a formação de uma “frente democrática” envolvendo os partidos de esquerda e “atores” da sociedade civil.

Segundo ele, “no momento difícil que vive o país, queremos que a candidatura se transforme em uma frente democrática. Não estamos apoiando o candidato do PT, mas sim quem vai liderar essa frente para defender a democracia”.

O apoio do PSB fez parte do acordo celebrado com PT mediante o qual o primeiro não lançaria candidato ao governo de Minas Gerais e o segundo “rifaria” a candidatura de Marília Arraes (PT) em Pernambuco.

out
8

Delegada Gleide Ângelo arrasa: é a mais votada, com 412.636 votos

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Eleições 2018     Tags ,

A delegada Gleide Ângelo (PSB), se tornou a deputada eleita mais votada em todos os tempos para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Ela conquistou 412.636 votos, desbancando muita “gente de nome” e deixando para trás candidatos com maiores estruturas partidárias.

O segundo colocado foi o pastor Cleiton Collins (PP), com 106.394 votos. “Estou emocionada, surpresa e feliz”, disse a agora deputada Gleide Ângelo. Sobre a quantidade de votos e o trabalho na Alepe a partir de fevereiro de 2019, ela disse que é uma grande responsabilidade. “Acho que é a continuidade do trabalho que faço há 15 anos na polícia. Trabalhar junto com a segurança e implementar o meu programa de governo”.

Foto: Folhape

set
12

Hoje, Paulo Câmara seria eleito no primeiro turno, com 52,2% dos votos

O Ipespe divulgou a segunda rodada da pesquisa para governador de Pernambuco em parceria com a Folha de Pernambuco. Neste levantamento Paulo Câmara (PSB) atingiu 35% das intenções de voto contra 25% de Armando Monteiro (PTB).

O candidato da Rede Sustentabilidade, Júlio Lóssio, tem 2%, mesmo percentual registrado para Maurício Rands (PROS). Dani Portela (PSOL), Simone Fontana (PSTU) e Ana Patrícia (PCO) têm cada uma, 1% de intenção de voto. Brancos e nulos somam 23%. Indecisos são 11%.

Considerando os votos válidos, Paulo Câmara teria 52,2% e seria eleito no primeiro turno. Em seguida vem Armando Monteiro, com 37,3%, e os demais candidatos somam 10,5%.

set
11
ago
29

Paulo Câmara nega apoio ao presidente Michel Temer

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Eleições 2018     Tags , ,

Ao ficar sabendo das declarações do presidente da República, Michel Temer (MDB), sobre as boas relações que mantinha com o Governo de Pernambuco, o governador Paulo Câmara (PSB), que disputa a reeleição repudiou as afirmações do presidente. Temer lembrou que Paulo Câmara havia liberado secretários de Estado, também deputados federais, para votarem a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016.

“O presidente Temer não tem o nosso apoio e nunca teve em nenhum dos momentos do seu Governo. Pelo contrário: éramos a favor de novas eleições (após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff). Não aceitamos cargos no governo dele! O PSB não aceitou, a Executiva do partido não aceitou”, recordou Câmara. Tanto Paulo Câmara quanto Michel Temer fizeram suas declarações, em diferentes momentos, durante entrevista à Rádio Jornal na manhã desta quarta-feira (29).

Quando se pronunciou, Michel Temer disse que teria mais de oito páginas mostrando suas benecies ao Estado. Mas, o governador rechaçou os relatos do presidente e reafirmou a sua tese de que Temer agiu de maneira discriminatória com o Nordeste.  “Toda vez que precisávamos deliberar recursos da União, nós estivemos com os governadores do Nordeste. Fomos para cima na questão da repatriação porque eles não queriam dividir as multas e os juros. Como também formos para cima na efetivação da proposta de venda do Rio São Francisco; mandamos uma Carta no dia 7 de setembro de 2017, assinada por todos os governadores. A prova do “respeito” é que nunca tivemos resposta”, recordou.

Depois o socialista explicou os motivos que poderiam ter levado a ventilada “retaliação”. “Nós fomos contra a Reforma Trabalhista, a Reforma da Previdência, a venda da Eletrobras, o Teto de Gastos (públicos). São posições muito claras nossas. E nós fomos discriminados. A (devolução da) autonomia de Suape foi remarcada, e ele não fez porque fomos contra a Reforma Trabalhista“, relembrou.

Fonte: Folhape

ago
29

Temer elogia Paulo Câmara e agradece apoio ao impeachment de Dilma

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Eleições 2018     Tags , ,

“Paulo me apoiou durante todo o período, desde o afastamento da ex-presidente Dilma”, A frase foi dita de maneira firme, na manhã desta quarta-feira (29), pelo presidente Michel Temer (MDB), em entrevista à Rádio Jornal. Entre outras declarações elogiosas, Temer afirmou que teve no governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), um “apoio importante”, tanto no processo de afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff, como no seu governo.

Para Temer, o afastamento de Paulo Câmara do seu círculo de apoio reflete um movimento meramente eleitoral, uma tentativa de se desvincular do seu governo. “Não tem como fugir do que nós fizemos. Compreendo essas certas fraquezas humanas. O que poderíamos trabalhar era mudar um pouco essa cultura do país”, acrescentou Temer.

“Você sabe que eu já tenho estrada política e concepções suficientes para compreender o governador. Ele está no período eleitoral e precisa procurar em quem bater”, afirmou Temer, garantindo que, depois do processo eleitoral, Paulo Câmara voltará à base de sustentação do Planalto: “Depois da eleição, ele pacifica, tenha certeza disso”.

Foto: RS

ago
13

Governador visita casa de recuperação do Professor Lupércio, em Igarassu

O governador Paulo Câmara aproveitou o Dia dos Pais para conhecer a comunidade terapêutica “Cristo Liberta”, localizada em Igarassu, município distante  24 quilômetros de Olinda. A casa pertence ao prefeito Professor Lupércio e atende 194 dependentes químicos através de doações dos familiares, da população e governo.

Lupércio acompanhou o governador e informou que há 10 anos a casa Cristo Liberta já atendeu, aproximadamente, 10 mil pessoas acima dos 18 anos.

O prefeito de Olinda apoia a reeleição do governador Paulo Câmara, mas não votará na chapa majoritária completa. Ele já anunciou que um dos seus senadores será Bruno Araújo (PSDB), da chapa oposicionista.

Fonte: Inaldo Sampaio

ago
8

Desespero no chapão do PSB

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Eleições 2018     Tags , ,

O chapão da Frente Popular composto por PSB, PCdoB, MDB e PSD, será um verdadeiro Deus nos acuda para os deputados federais. Serão apenas 20 candidatos na chapa (poderiam lançar 37), e nada menos do que cinco deputados federais de mandato tentando a reeleição. Como novatos na disputa estão João Campos, Milton Coelho, Raul Henry e Renildo Calheiros.

Ou seja: serão nove nomes para apenas seis ou sete vagas, no máximo. Somente João Campos será puxador de votos, tendo o deputado André de Paula como intermediário. Os demais têm próximo de 100 mil votos ou menos do que isso.

Tadeu Alencar chegou a desistir de ir para a disputa mas acabou mantendo-se no pleito.

Fonte: Blog Edmar Lyra

maio
8

Joaquim Barbosa joga a toalha

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Eleições 2018     Tags , ,

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa afirmou, hoje pela manhã (08), que não será candidato à Presidência. Ele está filiado ao PSB e era o principal nome do partido para disputar as eleições 2018.

“Após várias semanas de muita reflexão, finalmente cheguei a uma conclusão. Não pretendo ser candidato a Presidente da República. Decisão estritamente pessoal”, afirmou Joaquim Barbosa através das redes sociais.

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, por sua vez, afirmou que a decisão de Joaquim Barbosa é “compreensível”. Siqueira informou que a cúpula do partido irá se reunir nas próximas semanas para discutir a possibilidade de outro nome para a presidência.

“Ele [Joaquim Barbosa] avisou hoje cedo. Ligou agradecendo muito ao partido, disse que refletiu muito e que tinha decidido não ser candidato. Disse a ele que era compreensível, porque é uma decisão de foro muito íntimo ser ou não candidato numa eleição”, afirmou em entrevista ao Broadcast Político do Estadão.

Na última pesquisa Datafolha, a intenção de voto para Joaquim Barbosa variava entre 8% e 10%, dependendo do cenário. Sem Lula, o ex-ministro ficava atrás apenas do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e de Marina Silva (Rede).

Fonte: Opinião&Notícia

maio
7

Marília Arraes ameaça Paulo Câmara na disputa pelo governo do Estado

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Eleições 2018     Tags , ,

Inaldo Sampaio

Pesquisas mostram que o maior adversário do governador Paulo Câmara (PSB) nas próximas eleições não é o senador Armando Monteiro (PTB), nem o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), nem o deputado Mendonça Filho (DEM), e sim a vereadora Marília Arraes (PT). Ela aparece nas prévias eleitorais com elevado percentual de intenções de votos e isso preocupa o PSB que fará tudo o que estiver ao seu alcance para não permitir que ela seja candidata.

Como se lembra, o governador Paulo Câmara agendou uma viagem a Curitiba, recentemente, junto com outros governadores do Nordeste, para levar sua solidariedade ao ex-presidente Lula, que está preso na capital paranaense, apesar de o PSB ter rompido com o PT em 2012 e apoiado o impeachment da (ex)presidente Dilma Rousseff.

Interessa-lhe agora, todavia, celebrar uma aliança com o PT para surfar na popularidade do ex-presidente, que continua sendo no Nordeste um fenômeno eleitoral de fazer inveja aos adversários, com cerca de 50% de intenções de voto. Então, para afastar Marília do seu caminho, o PSB parece disposto a pagar qualquer preço, inclusive colocar o senador Humberto Costa na chapa da Frente Popular como candidato à reeleição, mesmo sabendo que a presença dele nesta chapa, ao lado do deputado Jarbas Vasconcelos, um antipetista histórico, representa um risco para todos devido às explicações que terão que dar aos pernambucanos.

A cúpula do PT também está trabalhando contra Marília, tanto que adiou para o mês de junho sua definição sobre o que fará nas próximas eleições: candidato próprio ou aliança com a Frente Popular. Significa que a vereadora terá que passar mais um mês imobilizada, sem saber se o partido a ungirá ou não como candidata a governadora.

abr
13

Superfaturamento e propina: Oposição quer respostas do PSB

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Denuncias     Tags , ,

O povo de Pernambuco, mais uma vez, foi surpreendido pela veiculação na imprensa de novas denúncias de corrupção e desvio de recursos públicos envolvendo os governos do PSB.

Desta vez, o depoimento do empresário João Carlos Lyra, apontando como operador de esquema de corrupção que beneficiava o PSB, faz referência ao superfaturamento de 20% nas obras em que sua empresa atuou, entre elas a construção Arena Pernambuco, PE- 060, o Pier Petroleiro, a Orla de Jaboatão dos Guararapes, o Canal do Sertão, a BR-101 e a Transposição do São Francisco. Fala ainda que esses recursos seriam repassados ao partido do governador para o financiamento de campanhas eleitorais, incluindo a compra do avião que caiu, vitimando o ex-governador Eduardo Campos e integrantes do seu staff.

Mais uma vez, o Governo de Pernambuco e a direção estadual do PSB se calam diante das denúncias, como já o fizeram em relação às delações anteriores de executivos da Camargo Corrêa, Odebrecht e JBS, assim como em relação a operações da Polícia Federal como Lava-Jato, Turbulência, Vórtex, Torrentes, Fair Play, entre outras.

A sociedade pernambucana não merece receber, mais uma vez, o silêncio como resposta. O povo de Pernambuco exige que o governador do Estado e o PSB, seu partido, que está há 11 anos no comando do Executivo, apresentem à população explicações sobre estas graves denúncias envolvendo figuras importantes do PSB. Os pernambucanos aguardam respostas.

Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco

abr
6

Delegada Gleide Ângelo filia-se ao PSB e pode ser candidata a deputada

A delegada Gleide Ângelo se filiou ontem (05) ao PSB. Ela teve a ficha de filiação abonada por João Campos, vice-presidente nacional de Relações Federativas da legenda. Ela levará as bandeiras de apoio a mulheres vítimas de violência e do combate ao feminicídio. Não há perspectiva de ela disputar um mandato nas eleições. No entanto, o release do PSB afirma que Gleide Ângelo “deve andar junto” da principal aposta da sigla pelo Estado, João Campos.

“O PSB é um partido que contempla os mais diversos segmentos da sociedade e que tem um foco de atuação na mulher. Além da repressão, quero agora trabalhar pela prevenção. Quero contribuir com projetos que possam fortalecer a rede de enfrentamento à violência contra a mulher. Precisamos lutar por políticas públicas capazes de encorajar e dar segurança às vítimas. Só assim elas poderão denunciar possíveis abusos”, ressaltou a delegada.

João Campos elogiou a nova correligionária. “Gleide Ângelo é uma mulher preparada e respeitada, comprometida com o trabalho, é um exemplo e uma referência para todos nós. Será uma honra contar com a sua contribuição no partido”, destacou João, salientando a importância da conscientização sobre os direitos das mulheres.

Fonte/Foto: Folhape

abr
2

Yves nega versão de eleitora

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Denuncias     Tags , ,

Sebastião da Paz

Fiz comentário a uma nota publicada no blog de Inaldo Sampaio a respeito do ex-prefeito de Paulista, Yves Ribeiro (PSB), e agora reproduzo a resposta que o mesmo enviou ao jornalista, sobre caso de um eleitora de Paulista que o procurou no seu sítio Pedrinhas, em busca de um ajuda para comprar um caixa de isopor para vender picolé na feira. Segundo a eleitora, a ajuda foi negada. O ex-prefeito afirmou que não tinha dinheiro e estava fora da política.

Ao blog de Inaldo Sampaio, Yves enviou a seguinte resposta:

1 – causou-me espécie a nota publicada na sua coluna “Fogo Cruzado” nesta quinta-feira(29) sob o título “Pobreza dupla”. O seu conteúdo não tem aderência com os fatos e representa um descompasso com a minha biografia e trajetória política. Nela, se faz referência a uma suposta eleitora do PSB de Paulista que me teria pedido uma ajuda financeira, mas negada por mim sob o argumento de não ter dinheiro para atender o pedido.

2- Como sabe, fui prefeito por duas vezes de três cidades diferentes da Região Metropolitana do Recife(Itapissuma, Igarassu e Paulista). Minhas gestões à frente dessas prefeituras foram marcadas, entre outras coisas, pela forte participação do povo no planejamento das ações administrativas e pelos programas e projetos de inclusão social. Ao longo de quase 40 anos de vida pública, e mesmo fora dela, mantive uma relação solidária, fraterna e cordial com munícipes e eleitores. Num país tão pobre e desigual como o nosso, é comum eleitores recorrerem aos políticos para resolverem demandas pessoais. Negá-las, às vezes, é algo desumano e inaceitável; mas a minha prática política sempre se pautou pelo incentivo ao empoderamento financeiro das pessoas.

Obs: É importante observar que, em nenhum momento, Yves Ribeiro desmente a informação da eleitora. Em nenhum momento ele diz que a ela mentiu. No final da sua resposta ele diz, apenas vagamente: “a minha prática política sempre se pautou pelo incentivo ao empoderamento financeiro das pessoas”.

Sim! Então isso quer dizer que negou o pedido da eleitora – ou é o contrário? 

mar
30

Yves Ribeiro: mentiroso ou cara de pau?

AuthorPostado por: Jornalismo Redação    CategoryEm: Denuncias     Tags , ,

Sebastião da Paz

Nota publicada ontem (29), na sua coluna Fogo Cruzado, o jornalista Inaldo Sampaio, traz a informação de que o ex-prefeito itinerante de Paulista, Igarassu e Itapissuma, Yves Ribeiro, gosta de contar umas “histórias prá boi dormir”.

Segundo o jornalista, uma eleitora do PSB de Paulista procurou Yves Ribeiro a fim de pedir-lhe ajuda para comprar um isopor, para colocar picolés e vender na feira. O ex-prefeito negou-lhe.

“Yves, assessor do Governo do Estado, alegou que está fora da política e que não tinha dinheiro para ajudá-la. Tanto é verdade, disse ele, que só vai poder pagar a sua conta de luz quando receber o dinheiro do Estado”, no próximo dia 08 de abril.

Eita político mentiroso, cara de pau! Que nas próximas eleições os eleitores possam dar para Yves Ribeiro vidrinhos com óleo de peroba, e não mais votos.

ago
25

Com Paulo Câmara, Lula visita Renata Campos e família

Em meio a especulações de uma reaproximação entre o PT e o PSB, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve na casa da viúva do ex-governador Eduardo Campos, Renata Campos, no bairro de Dois Irmãos, na Zona Norte do Recife, na noite dessa quinta-feira (24). O encontro durou cerca de duas horas e Lula chegou ao local sem nenhuma das lideranças petistas que o acompanha na caravana que faz por Pernambuco. Apenas a vice-prefeita de Aracaju, Eliane Aquino (PT) – viúva do ex-governador Marcelo Déda (PT), estava com ele.

lulaerenata

Na casa de Renata, além dos filhos que comemoravam o aniversário de Maria Eduarda, também estavam a mãe de Campos e ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes, o governador Paulo Câmara e o prefeito do Recife, Geraldo Julio, todos do PSB. 

De acordo com informações oficiais, o encontro foi de caráter pessoal. Segundo lideranças próximos a Lula, o ex-presidente ficou “extremamente tocado” com a visita feita por Renata a ele quando sua esposa, Marisa Letícia, estava internada em São Paulo. Ela morreu vítima de um AVC. Quando Campos faleceu, em 2014, apesar de já estarem politicamente distantes, Lula também fez questão de participar do velório do ex-governador e prestar solidariedade. Eduardo foi ministro de Ciência e Tecnologia na gestão do petista e foi um dos governadores mais próximos ao ex-presidente na época. 

Mesmo que simbolicamente, a visita de Lula a Renata é dotada de um teor político, já que nos últimos dias iniciou-se uma série de rumores de reaproximação do PT com o PSB, que romperam a aliança em 2013, quando Campos decidiu disputar a presidência da República. 

Ao comentar sobre o encontro, o presidente do PT em Pernambuco, Bruno Ribeiro, chegou a criticar a aspereza impregnada atualmente entre os políticos e disse que apesar das divergências as relações pessoais entre as forças devem ser mantidas. Ribeiro já descartou uma reaproximação com o PSB. Apesar disso, outros petistas, como o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, também vem pregando um realinhamento. De passagem pelo Recife, no último dia 11, ele se reuniu com Paulo Câmara para conversarem sobre 2018.

Fonte: Leia Já

ago
13

Doze anos sem Miguel Arraes

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

arraes

Neste domingo, dia 13 de agosto, comemora-se o Dia dos Pais. Mas também é uma data política: 12 anos atrás, morria o ex-governador de Pernambuco e ex-presidente nacional do PSB, Miguel Arraes de Alencar, após passar quase um mês hospitalizado. O político foi internado no dia 17 de julho de 2005, com suspeita de dengue. Depois o quadro clínico do político se complicou, apresentando problemas cardíaco e renal.

Faleceu no dia 13 de agosto de 2005, após vários tratamentos, inclusive a realização de duas cirurgias para conter hemorragias no duodeno e no pulmão esquerdo. Cearense, Miguel Arraes de Alencar governou Pernambuco por três vezes: 1962-1964, quando foi deposto pelo golpe militar; 1986-1990 e 1994-1998.

Arraes também foi secretário da Fazenda de Pernambuco, em 1948, na gestão do governador Barbosa Lima Sobrinho; prefeito do Recife (1950), deputado estadual e federal.

Também hoje (13), completam três anos da morte do ex-governador Eduardo Campos – neto de Miguel Arraes. Campo faleceu no dia 13 de agosto de 2014, num acidente aéreo em Santos (SP).

ago
13

Três anos após sua morte, parentes de Eduardo disputam legado na política

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

Este domingo, 13 de agosto, traz para o pernambucano uma triste lembrança: há três anos morria Eduardo Campos, líder do Partido Socialista Brasileiro (PSB), em um acidente aéreo durante a sua campanha à presidência do Brasil. Herdeiro da política hábil de Miguel Arraes, seu avô, ele tinha chances de obter vitória nas eleições de 2014, porém precisava viajar, ser mais conhecido no resto do país. Morreu cumprindo uma agenda estratégica, mas cheia de riscos.

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Aquele que unia várias forças antagônicas não só em Pernambuco, mas no Brasil, deixou um vazio no seio de uma família acostumada com a política. Ninguém esperava ter que substituir tão cedo Eduardo Campos.

Por coincidência, o 13 de agosto também traz a amarga lembrança da morte de Miguel Arraes. Há 12 anos o “Pai Arraia” deixava este plano. Todavia, neste caso havia ficado Eduardo Campos lhe substituindo. Reportagem da BBC Brasil da última sexta-feira (11) faz uma análise da atual situação dos herdeiros desse legado político.

Segundo o jornalista Leandro Machado, três anos após a morte de Eduardo Campos, a família do ex-governador de Pernambuco está rachada. Hoje, ela se divide em três correntes políticas: uma do irmão, Antônio; outra do filho e da mulher, João e Renata; e uma terceira via, com a prima Marília.

Eduardo morreu no dia 13 de agosto, quando o avião em que fazia campanha para presidente da República caiu em Santos, no litoral paulista. Outras seis pessoas também morreram. O pernambucano, então com 49 anos, ocupava a terceira posição nas pesquisas, com 9% das intenções de voto.

Na família, o cenário atual é de troca de críticas e de disputa por um poder que surgiu há décadas: a “dinastia” começou com o avô, Miguel Arraes (1916-2005), ex-prefeito de Recife e ex-governador de Pernambuco por três vezes.

De um lado está o advogado Antônio Campos, único irmão de Eduardo. Neste ano, ele saiu do PSB – partido do clã desde 1990 e que completa 70 anos neste mês – e se filiou ao Podemos (ex-PTN). Nas eleições de 2018, Antônio vai concorrer a deputado federal.

Na disputa, ele enfrentará o próprio sobrinho, João Henrique Campos, um dos cinco filhos de Eduardo. O jovem é visto como o sucessor político de Eduardo Campos. Recém-formado em engenharia civil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ele tem 23 anos e assumiu, em fevereiro, o cargo de chefe de gabinete do atual governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB).

Nesse aspecto, o jovem repetiu a história do pai, que, também aos 22 anos, virou chefe de gabinete do então governador Miguel Arraes, em 1987. No dia da sua posse no governo, João afirmou que “ninguém deve ser pré-julgado por ser filho de A ou de B; deve ser julgado pelo serviço prestado.”

A terceira corrente é encabeçada por Marília Arraes, prima do ex-governador e, como ele, neta de Miguel Arraes. Vereadora do Recife, Marília rompeu politicamente com a família ainda quando Eduardo concorria à Presidência, em 2014. Deixou o PSB, filiou-se ao PT e deverá ser a candidata do partido de Lula ao governo de Pernambuco.

Ana Arraes, mãe de Eduardo, também tem sido cortejada como parceira de chapa de pelo menos dois presidenciáveis. A BBC Brasil apurou que, dentro do PSB, o nome da matriarca é cogitado para dividir uma possível chapa com Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência. Para isso, no entanto, ela teria de deixar o cargo de ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), cadeira que assumiu durante o governo de Dilma Rousseff.

Uma briga ocorrida no fim do ano passado selou de vez a divisão na família Campos/Arraes. Nas últimas eleições municipais, Antônio se candidatou a prefeito de Olinda. Perdeu no segundo turno, com 43% dos votos – pouco mais de 90 mil. Era sua primeira eleição, ainda pelo PSB.

Paulo Câmara, sucessor de Eduardo no Governo do Estado, participou apenas de um ato de campanha de Antônio. Isso porque o governador não quis jogar contra os candidatos concorrentes, que eram de partidos da sua base.

Renata Campos e seu filho João também não subiram no palanque de Antônio. Ao final da eleição, o derrotado fez reclamações públicas contra a cunhada, pois se sentiu “traído” pela falta de apoio no próprio partido e na família. Antônio acusou Renata de temer que ele, como um candidato da família Campos, fizesse “sombra” para seu filho João Henrique.

“Renata não foi grata comigo. Eduardo teve minha solidariedade em vários momentos da vida dele”, disse Antônio, em entrevista coletiva logo após a derrota em Olinda. “Ela acha que qualquer candidatura, mesmo que não seja antagônica, pode fazer sombra a João. Renata finge não mandar (no PSB), numa pretensa imagem de frágil, enquanto manda nos bastidores o tempo todo.”

A reportagem contatou Renata, João e Antônio Campos, mas eles não quiseram dar entrevistas. Depois da briga, o advogado deixou o PSB e entrou no Podemos, partido mais à direita do espectro político, pelo qual deve se candidatar a deputado federal.

Para Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB, a saída de Antonio não aponta divergências na família. “Lamentamos a decisão dele, que estava há muito tempo no partido. Quem disse que necessariamente todos da família devem estar no mesmo partido? Cada um toma seu rumo”, diz.

A mudança de Antônio para o Podemos criou a expectativa de que sua mãe, Ana Arraes, também pudesse deixar a legenda liderada por anos por Miguel e Eduardo. No mês passado, o senador Álvaro Dias, que deve ser candidato à presidência pelo Podemos, encontrou-se com a ministra do TCU em Pernambuco. Depois da reunião, circulou entre os pessebistas a possibilidade de Ana ser candidata em uma chapa com o parlamentar. O senador confirmou o encontro, mas disse que eleições não foram o assunto. “Nós conversamos sobre a filiação de Antônio. Até pelo cargo que ela ocupa no TCU, não poderíamos tratar de candidatura”, afirmou Dias, em entrevista à BBC Brasil.

O nome da matriarca é cotado ainda como vice de Alckmin em uma eventual candidatura do tucano à Presidência. Quem articula essa aliança é o vice-governador de São Paulo, Marcio França (PSB), aliado de Alckmin e próximo à família Arraes. Em 2018, França vai assumir o governo depois que Alckmin deixar o cargo de governador para concorrer à Presidência. Com Ana Arraes na chapa, o tucano teria um nome forte no Nordeste, região que historicamente dá vitórias ao PT. Já França, caso consiga conjurar a manobra, ganharia força para um eventual apoio do PSDB a sua candidatura ao governo de São Paulo, segundo a BBC Brasil apurou.

O problema é que Ana, que tem 70 anos, não estaria disposta a deixar seu cargo no TCU. E, em dois anos, ela deve virar presidente do tribunal. Um deputado ligado à família, que preferiu não se identificar, resumiu a situação: “Acho muito difícil dona Ana se candidatar a algum cargo. Se for pelo PSB, ela estaria numa corrente contrária a de seu único filho vivo, Antônio. Se for pelo Podemos, estaria contra a história de seu outro filho, Eduardo.”

Outra dissidente da família Campos é Marília Arraes (PT), de 33 anos, vereadora do Recife eleita com 11.800 votos. Prima de Eduardo, ela deixou o PSB por divergências com o partido. Em entrevista à BBC Brasil, disse que a sigla não é mais a mesma da época em que era comandada por seu avô Miguel. “Ideologicamente o partido estava em outro campo, o da esquerda. Hoje, é um serviçal do PSDB “, afirma. No segundo turno das eleições de 2014, o PSB apoiou o tucano Aécio Neves – historicamente, a legenda apoiava candidatos petistas. O próprio Eduardo foi ministro de Lula.

Por outro lado, pessoas próximas à família disseram à reportagem que, em 2014, Marília quis se candidatar a deputada federal, mas teve a legenda negada pelo primo, então presidente do PSB. No próximo ano, Marília deve ser a candidata do PT ao governo de Pernambuco. Nas redes sociais, ela aparece em fotos ao lado do ex-presidente Lula, também pernambucano e considerado um bom cabo eleitoral no Estado. Hoje, Marília é oposição a Geraldo Júlio (PSB), prefeito do Recife, e a Paulo Câmara – os dois foram indicados por Eduardo. Um ano antes da eleição, Câmara enfrenta dificuldades: o Estado vive uma escalada da violência e ele é rejeitado por 74% dos eleitores, segundo uma pesquisa de abril.

Câmara e Geraldo Júlio são investigados por suspeita de participação no superfaturamento da Arena Pernambuco, construída pela Odebrecht. Eduardo também foi citado na Operação Lava Jato por irregularidades.

Para parlamentares ouvidos pela reportagem, Marília é a que mais se aproxima ideologicamente do avô Miguel Arraes, um político de esquerda com forte atuação na área social. “Não tenho pretensão de dizer em qual lado Miguel Arraes estaria, mas posso dizer em qual ele não estaria, que é esse projeto liberal e entreguista do PSB hoje”, afirma ela.

No entanto, a vereadora não deve ter apoio de toda a família nas eleições, pois a tendência é de que Renata e João permaneçam ao lado de Paulo Câmara. A crítica de Marília sobre as condições ideológicas do partido é repetida por filiados mais antigos do PSB. A sigla está dividida entre redirecionar sua trajetória mais à esquerda ou se projetar à centro-direita de vez.

Na votação da Câmara que rejeitou a denúncia de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer (PMDB), essa divisão ficou latente: 22 deputados votaram pelo prosseguimento das investigações e 11 votaram pelo arquivamento. A executiva da legenda havia decidido ficar contra Temer, mas a líder da agremiação, Tereza Cristina, votou a favor do presidente.

Na votação da reforma trabalhista, em abril, 14 parlamentares votaram favor da medida e 16, contra. Eduardo Campos afirmou em 2014 que era contra mudanças na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Para Carlos Siqueira, a “divisão do partido” ocorre apenas na bancada da Câmara. “A bancada é uma instância do partido, não ele inteiro. Pessoas que divergem devem arrumar seu rumo, ou se adaptar às posições históricas do partido. Mas a decisão de entrar ou ficar é pessoal”, disse.

Segundo Adriano Oliveira, cientista político e professor da UFPE, a imagem de Eduardo Campos ainda influencia a escolha do eleitor pernambucano. Por isso, a briga por seu legado. O pesquisador explica o “eduardismo”, conceito que ele associa ao lulismo: “Eduardo conseguiu ser uma quase unanimidade: tinha eleitores em todas as faixas sociais, dos mais ricos aos mais pobres. Ele era carismático, tinha capacidade de aglutinar pessoas de várias vertentes e passava a imagem de trabalhador”, explica ele.

“Com apoio de Lula, conseguiu alavancar Pernambuco. Claro que, com o tempo, houve um declínio, até por causa de sua morte. Mas seus sucessores, Câmara e Geraldo Júlio, ainda estão aí”, diz.

Próximo a Arraes e Eduardo, Carlos Siqueira conta uma história de tom premonitório sobre o destino da família: Miguel não queria que nenhum de seus dez filhos seguissem carreira política. “Eu perguntava a ele: e seu neto Eduardo? Miguel respondia: ele faz o caminho dele, tem o jeito dele”, conta o presidente do PSB. “Arraes tinha receio de ser visto como um coronel do Nordeste, daqueles que têm a família inteira na política.”

jun
30

PSB rachado. Uma ala apoia Temer

AuthorPostado por: Acioli Alexandre    CategoryEm: Política     Tags , ,

O Partido Socialista Brasileiro (PSB), presidido pelo pernambucano Carlos Siqueira, continua dividido em relação ao governo Temer (PMDB). Enquanto uma ala rompeu com o presidente da República e passou a defender “diretas já”, outra continua muito ligada ao Palácio do Planalto.

FBC-e-Fernando-Filho apoiam TemerEsta última tem como um dos seus líderes o senador pernambucano Fernando Bezerra Coelho, pai do ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho (foto). Ambos defendem o apoio do partido ao atual governo.

Desta ala também faz parte o deputado federal Heráclito Fortes (PI), que ontem (29) ofereceu um almoço ao presidente da República na sua mansão, em Brasília (DF).

Heráclito, que já pertenceu ao DEM e é genro do empresário pernambucano Cornélio Brennand, está insatisfeito com o comando do PSB por ter fechado questão contra as reformas trabalhista e previdenciária.

“Esse Michel Temer pode ter muitos defeitos, mas é a maior vaselina que eu já vi na vida. Tem capacidade de amolecer as pessoas e tem tido uma paciência fantástica”, disse o deputado piauiense durante uma palestra do professor José Pastore, na Associação Comercial de São Paulo.

Fonte: Inaldo Sampaio

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